06/01/2014
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
TV Evangélica Abre as Portas aos Adventistas
Jacareí, SP...[ASN] Na noite de segunda-feira, 22 de agosto, o jornalista Leandro Quadros, um dos apresentadores do programa Na Mira da Verdade da TV Novo Tempo, esteve nos estúdios da Rede Internacional de Televisão (RIT TV) para um debate teológico sobre a importância da boa alimentação e sua influência na vida espiritual do crente. O programa “Vejam Só!”, apresentado pelo Reverendo Éber Cocareli, lançou a seguinte questão: “Comer mal é pecado contra o templo do Espírito Santo [corpo]. Então, as igrejas não deveriam ensinar a comer direito?”
"De um lado eu defendia a posição bíblica de que uma alimentação saudável
está intimamente relacionada a uma espiritualidade saudável (1Co 10:31). Do outro, o pastor Othoniel Rodrigues, palestrante do Instituto Cristão de Pesquisas (ICP) e líder do Ministério Evangélico de Missão Integral Graça (MEMING), estava em defesa da ideia de que o alimentar-se errado não é pecado, mesmo que traga consequências danosas à saúde", relata Leandro Quadros.
Uma das bases da argumentação do jornalista foi 1 João 3:4, que afirma ser a desobediência à lei de Deus “pecado” – seja esta lei de ordem moral (Ex 20) ou dietética (Gl 5:21; Rm 16:18; 1Co 10:31). Além disso, a Bíblia ensina ser o corpo humano o “templo” ou “santuário” do Espírito Santo (1Co 3:16, 17; 6:19, 20), de modo que todos os cristãos (ou não cristãos) têm a responsabilidade moral de cuidar do aspecto físico.
Leandro Quadros ainda relata que um dos pontos positivos (entre muitos outros) de sua participação no programa é o contato que muitos espectadores tem feito. "Estou recebendo e-mails de irmãos evangélicos interessados em saber mais sobre a alimentação saudável, à luz da Bíblia. Outro motivo de alegria é a oportunidade que tivemos de divulgar a dieta alimentar saudável que o colega Marcos Júnior, do departamento Web, está fazendo com base nas instruções do livro Conselhos Sobre Regime Alimentar, de Ellen G. White", conclui.
Assista ao programa:
Fidelidade aos Sonhos de Deus
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Wasthi Lauers |
Guardar o Sábado nunca foi tarefa fácil, e no ultimo “A Casa da Ana Hickmann”, a Wasthi Lauers nos mostrou muito bem isso.
Como qualquer jovem cheia de sonhos, ela decidiu aproveitar a grande oportunidade de se tornar uma importante, e com certeza, renomada jornalista, no Reality “A Casa da Ana Hickmann”, mas teve que perder essa grande oportunidade para ser fiel aos sonhos de Deus para ela.
Muitos acharam uma loucura a decisão dela por ter perdido uma grande oportunidade, outros se orgulharam muito da sua fidelidade, e teve quem “atirasse” pedras nela com o seguinte pensamento:
“Poxa, para que ela entrou em um Reality, ao menos imaginando que não poderia guardar o Sábado? Ou se ela realmente tivesse princípios nem teria se inscrevido” Eu então respondo com outra pergunta: “E por que Deus permitiu que ela entrasse no reality sabendo que ela não poderia ficar lá não apenas por causa do Sábado, mas também das festas que seriam realizadas?
Pode parecer loucura essa minha pergunta, mas se Deus é conhecedor de tudo, e mais, escritor de nossas vidas, por que então permitiu que ela entrasse naquele reality? Usarei a mesma resposta que ela deu: “Deus teve um propósito para a minha vida!” Ponto! E Ele realmente teve um bom propósito para isso. Quem sabe Ele queria que o Brasil soubesse o quanto nós, Adventistas do 7º dia, valorizamos o descanso (Sábado) e a comunhão com Ele nesse dia abençoado por Ele mesmo. Ou talvez ele queria mostrar a inúmeros jovens adventistas que, assim como ela, querem realizar os sonhos profissionais, mas que não devem deixar de lado os planos de dEle, e que se for preciso abandonar grandes oportunidades, então que seja feito, mas confiando que Ele abrirá outras portas. Ou Ele simplesmente queria ver até onde a Vasthi iria avante em realizar os seus sonhos para ser fiel a Ele.
Então amigo, não há necessidade de julgamentos pelo fato dela ter se inscrito em um reality “onde tudo de promiscuo pode acontecer” como dizem alguns, antes é preciso avaliar a finalidade desse Reality que é dar a oportunidade a uma jovem de se tornar uma importante jornalista, não se comparando ao ‘BBB’ ou ‘A Fazenda’ onde acontece realmente de tudo. Então vamos parar com os julgamentos certo? Porque mesmo que ela não tenha tido princípios ao se inscrever e ir ao Reality, ela pode muito bem ter se arrependido e ter recebido o perdão de Deus! E depois, quem somos nós para dizer o que se passou na mente e no coração dela por essas decisões? E o que dizer da permissão de Deus em deixá-la entrar no Reality?
Com isso amigos aprendemos que podemos sonhar, e até mesmo alto, mas se for preciso perder oportunidades para ser fiel, então que seja! Temos que entender que podemos fazer de tudo, mas nada que venha ferir nossos princípios, nada que nos faça desobedecer a Deus ou perder o Céu. Temos que mostrar ao mundo que podemos dizer SIM a Deus e NÃO a eles, mesmo quando parece ser loucura e uma total inconveniência. Precisamos aprender a viver e sonhar os sonhos que Deus tem para nós! Precisamos confiar que Ele nos abrirá várias portas, quando deixarmos de lado as oportunidades de realizarmos nossos sonhos, para sermos fieis aos sonhos dEle para nós..
“Peça a Deus que abençoe os seus Planos, e eles darão certo” Pv. 16:3.
Assista a esse belo testemunho:
domingo, 5 de outubro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Falar do Amor de Cristo?
João 17:18
Os filhos de Deus são chamados a ser representantes de
Cristo, manifestando a bondade e a misericórdia do Senhor. Como Cristo nos revelou
a nós o verdadeiro caráter do Pai, assim temos de manifestar Cristo ao mundo, o
qual Lhe desconhece o terno e compassivo amor.
“Assim como Tu Me enviaste ao mundo”, disse Jesus, “também
Eu os enviei ao mundo... para que o mundo creia que Tu Me enviaste.” João 17:18
e 21. “Eu neles, e Tu em Mim... para que o mundo conheça que Tu Me enviaste a
Mim.” João 17:23.
1. Qual o papel do
cristão neste mundo?
2 Coríntios 3:2,3
O apóstolo Paulo diz aos discípulos de Jesus: “É manifesto
que vós sois a carta de Cristo... conhecida e lida por todos os homens.” II
Cor. 3:3 e 2. Em cada um de Seus filhos Jesus envia uma carta ao mundo. Se sois
seguidores de Cristo, Ele manda por vosso intermédio uma carta à família, à
cidade, à rua em que residis. Habitando em vós,
Jesus deseja falar ao coração dos que não se acham
relacionados com Ele. Talvez não leiam a Bíblia, ou não escutem a voz que lhes
fala de suas páginas; não vêem o amor de Deus manifestado em Suas obras.
Se sois, porém, um fiel representante de Jesus, talvez por
meio de vós sejam induzidos a compreender algo de Sua bondade, sendo atraídos a
amá-Lo e servi-Lo.
2. Que mensagem
maravilhosa de esperança tem o cristão o privilégio de partilhar com outras
pessoas?
João 17:23
Os cristãos são postos como luminares no caminho para o Céu.
Cumpre-lhes refletir sobre o mundo a luz que de Cristo sobre eles incide.
A Sua vida e caráter devem ser de molde a que outros possam
obter por seu intermédio uma justa concepção de Cristo e Seu serviço. Se
representamos a Cristo, faremos com que Seu serviço apareça atrativo, como na
realidade o é. Cristãos que acumulam sombras e tristezas em sua alma, que
murmuram e se queixam estão dando aos outros uma falsa idéia de Deus e da vida
cristã. Dão a impressão de que Deus não Se compraz em que Seus filhos sejam
felizes, dando assim um falso testemunho de nosso Pai celestial.
3. Que disposição
deveria ter todo cristão?
Filipenses 4:11
Satanás exulta quando pode levar os filhos de Deus à
incredulidade e ao desalento. Deleita-se em ver-nos desconfiando de Deus,
duvidando de Sua boa vontade e poder de salvar-nos. Apraz-lhe fazer-nos pensar
que as providências do Senhor visam a prejudicar-nos. É a obra de Satanás
representar o Senhor como falto de compaixão e piedade.
Deturpa a verdade a Seu respeito. Enche a imaginação de ideias
erróneas relativamente a Deus e, em vez de fixarmos a mente na verdade quanto a
nosso Pai celeste, muitas vezes a demoramos nas falsidades de Satanás, e
desonramos a Deus desconfiando d´Ele, e contra Ele murmurando.
Satanás busca sempre tornar a vida religiosa sombria. Deseja
que se nos afigure trabalhosa e difícil; e, quando o crente, em sua vida, faz
aparecer sua religião sob esse aspecto, está, por sua incredulidade, confirmando
a mentira de Satanás.
4. Que atitude
deveríamos ter ao enfrentar as dificuldades da vida?
2 Coríntios 12:9,10
Muitos através da estrada da vida, pensam demasiado em seus
erros e faltas e decepções, ficando com o coração cheio de amargura e
desalento.
Durante minha estada na Europa, certa irmã que assim fazia,
achando-se profundamente acabrunhada, escreveu-me pedindo uma palavra de
animação. Na noite seguinte à leitura da sua carta sonhei que me encontrava num
jardim, e alguém que parecia o dono do mesmo me conduzia por ele. Eu apanhava
as flores e fruía o aroma, quando essa irmã, que ia a meu lado, me chamou a
atenção para alguns feios cardos que lhe embaraçavam o caminho. Ali estava ela,
lamentando-se e afligindo-se. Não andava pelo caminho, em seguimento do guia,
mas ia por entre os espinhos e cardos. “Oh!”
terça-feira, 23 de setembro de 2014
PARÁBOLA DO SEMEADOR
Evangelho encenado - Parábola do Semeador - Mateus 13, 1-23
1 TENDO Jesus saído de casa, naquele dia, estava assentado junto ao mar;
2 E ajuntou-se muita gente ao pé dele, de sorte que, entrando num barco, se assentou; e toda a multidão estava em pé na praia.
3 E falou-lhe de muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear.
4 E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves, e comeram-na;
5 E outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda;
6 Mas, vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz.
7 E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-na.
8 E outra caiu em boa terra, e deu fruto: um a cem, outro a sessenta e outro a trinta.
9 Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
( Mc 4:10-20 Lc 8:9-15 )
10 E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas?
11 Ele, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado;
12 Porque àquele que tem, se dará, e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.
13 Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem nem compreendem.
14 E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis, E, vendo, vereis, mas não percebereis.
15 Porque o coração deste povo está endurecido, E ouviram de mau grado com seus ouvidos, E fecharam seus olhos; Para que não vejam com os olhos, E ouçam com os ouvidos, E compreendam com o coração, E se convertam, E eu os cure.
16 Mas, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos, porque ouvem.
17 Porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram.
18 Escutai vós, pois, a parábola do semeador.
19 Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho.
20 O que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria;
21 Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra, logo se ofende;
22 E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;
23 Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
A PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO
Textos Chaves
“Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que
Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado
e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Coríntios 15:3-4).
Introdução
Deus tem um plano especial para alcançar o mundo com o
Evangelho. Jesus revelou este plano quando Ele disse a Seus discípulos...
“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo,
e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria
e até aos confins da terra” (Atos 1:8).
Este versículo revela várias coisas sobre o plano de
evangelização de Deus:
·
Jesus Cristo é o conteúdo da mensagem.
·
Os discípulos são os mensageiros do Evangelho
habilitados pela força poderosa do Espírito Santo.
·
O mundo inteiro é ser o destinatário da
mensagem.
Nesta lição você aprenderá sobre o conteúdo da mensagem do
Evangelho. No Capítulo Quatro você aprenderá sobre os mensageiros do Evangelho
que são os crentes capacitados pelo Espírito Santo. Capítulo Cinco explica como
os mensageiros devem comunicar a mensagem e Capítulo Seis trata das pessoas que
são os destinatários da mensagem.
O Evangelho do Reino
Jesus disse:
“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo,
para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mateus 24:14).
A mensagem de evangelização é o Evangelho do Reino. A
palavra “Evangelho” realmente significa “boas notícias”. Quando nós falamos do
Evangelho em um sentido Bíblico, isto se refere às boas notícias do Reino de
Deus e da salvação através de Jesus Cristo.
Em Romanos 1:1 o Evangelho é chamado o “Evangelho de Deus”.
Em Romanos 2:16 é chamado “o evangelho de Paulo”. Em Romanos 1:16 é o
“Evangelho de Cristo”. No há nenhuma contradição nestes versículos porque Deus
é o autor do Evangelho, Cristo é o tema, e o homem é o destinatário.
Os Elementos Básicos
do Evangelho
Em 1 Coríntios 15:1-4, os elementos básicos do Evangelho são
dados por Paulo.
A mensagem básica do Evangelho é que Cristo morreu por
nossos pecados segundo as Escrituras, que Ele foi enterrado, e Ele ressuscitou
segundo as Escrituras. Em seu sentido mais estreito, o Evangelho pode ser
resumido na mensagem de João 3:16.
Em seu significado mais amplo, inclui tudo o que Jesus
ensinou a Seus discípulos (Mateus 28.19-20).
Devemos contar aos homens sobre o Reino, desafiá-los a
entrar nele, e treiná-los sobre como viver como cidadãos do Reino.
O Evangelho que nós pregamos não é um evangelho social para
reformar a sociedade, mas é o Evangelho
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
A ORDEM DE JESUS PARA IR
OBJETIVOS:
Ao concluir este capítulo você será capaz de:
* Escrever o
Versículo Chave de memória.
* Identificar
cinco princípios em que o mandato para a evangelização é baseado.
* Identificar
três coisas necessárias para cumprir o mandato de evangelização.
VERSÍCULO chave:
“Se eu disser ao perverso: Ó perverso, certamente, morrerás;
e tu não falares, para avisar o perverso do seu caminho, morrerá esse perverso
na sua iniquidade, mas o seu sangue eu o demandarei de ti” (Ezequiel 33:8).
INTRODUÇÃO
As pessoas se envolvem na evangelização por razões diferentes.
Os novos convertidos normalmente são evangelistas devido a sua excitação sobre
sua recente conversão. Algumas pessoas se esforçam na
domingo, 10 de agosto de 2014
RESTAURAR A VISÃO DE MISSÃO - PROCESSO DE RENOVAÇÃO -
Se pensarmos na
história de uma igreja estabelecida há mais de 50 anos, numa vila ou cidade
teremos uma igreja que varia entre os 50 e os 300 membros, dependendo de vários
factores, porém este é normalmente o número de membros para este período,
durante o qual ouve situações de reavivamento e crescimento e também de
mornidão sem crescimento regular.
Um dos factores principais para a falta de
crescimento, especialmente nas igrejas das grandes cidades está na população
que cercava a igreja e que começou a mudar. Vários tipos de pessoas chegaram e
partiram, deixaram de ter a mesma linguagem e as mesmas necessidades.
Um outro factor não menos importante reside
nos membros da igreja que pouco a pouco se cansaram; tornou-se dificil trazer
visitas, apesar dos esforços evangelísticos muito grandes, poucas das pessoas
que assistem às campanhas permanecem em busca de um conhecimento bíblico mais
profundo e como resultado, poucas são baptizadas. A assistência dos membros aos
cultos durante a semana começou a diminuir. A assistencia da igreja flutua segundo
os programas que são apresentados. É a este processo que se chama os “Ciclos de
Vida da Igreja”
Alguns pastores e dirigentes das igrejas locais
não conseguem compreender este fenómeno. A verdade porém é que as igrejas são organismos vivos e passam por
etapas (vitórias, crises, crescimento, declínio). Alguns especialistas
chegam a afirmar que o tempo médio de vida de uma igreja é de 70 anos, como
acontece na vida de todos os seres humanos.
A questão fundamental é a de saber se é
possível às igrejas mais antigas e que extagnaram no processo do crescimento, se
poderão recuperar a vitalidade? Claro que sim! Sabemos que a igreja
fundamentalmente é dirigida pelo Espírito Santo, sabemos no entanto que há uma
relação entre acção do Espírito Santo e a acção do homem. Assim, há outra
questão a colocar; estamos nós dispostos a pagar o preço e a mudar?
Quando uma igreja é implantada, ela tende a
ficar com as características da geração que a estabeleceu. A igreja continua
com os valores tradicionais instalados pelos fundadores no seu ADN, mas com o
tempo, menos pessoas aceitam as formas da geração pioneira.
Isto tem que acontecer? Não, mas uma igreja precisa estar disposta a
adaptar-se em relação à cultura que a cerca, sem contudo alterar os princípios
Divinos.
Como alterar este conceito? Podemos desde
já afirmar que o problema do crescimento da igreja não está
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
O TESTEMUNHO DE UMA MÃE QUE PERDEU O SEU FILHO
MÃE NA PRIMEIRA PESSOA
Chamava-se Humberto Carlos, tinha 5 anos e meio. Dois dias
antes da sua morte olhou para mim com os seus lindos e inocentes olhos e disse:
- Mãe…preciso de pedir…
- Diz filho, fala por favor!
- Mãe …nunca deixe de orar …promete? Quero um dia estar com a
mãe e o pai na Nova Terra.
Respondi: Está bem, meu filho.
Ele insiste …preciso ainda de pedir que o pai aceite a
Jesus como Salvador…amo tanto o meu pai…eu quero que ele saiba sobre o amor de
Jesus…ouviu mãe!
Fiquei muito emocionada e senti a presença do Espírito Santo
e as lágrimas lavaram o meu rosto.
Não resisti e sentei-me na cama e peguei-o ao colo…sentia
uma imensa necessidade de beijar o meu meigo e amado filho…que evidentemente ia
perdendo a vida e lutava para viver!
E eu pensava …como é que um menino com pouco mais de 5 anos
pode ter estes anseios e manifestá-los com tanta lucidez?
Percebendo ele que eu chorava pediu:
- Não chore…a nossa esperança é Jesus! Confie mãe e confie
sempre!
Surpreendeu-me com o pedido para lhe cantar um hino e foi
ele que o escolheu…eu não estava em condições de cantar… insistiu no hino 272 – Hinário Adventista
Depois do hino…levei o meu filhinho para o Hospital
central de Coimbra.
O Pr. Da Igreja Adventista de Coimbra…era também pastor da
igreja da Figueira da Foz e do grupo que se reunia em minha casa em Santana…ao
saber que o menino amava este hino a esposa foi buscar a sua harpa a casa (ela
era uma exímia harpista) e naquele hospital…a música do Céu derramou-se pelos
corredores e em especial no meu coração de mãe como óleo do céu!
Fiquei de joelhos com o sentimento que só as mães podem ter…tinha
chegado a hora do meu filho adormecer …fui chamada da oração por ele a pedir
um beijo…beijei e disse: “até logo amado!”
Entretanto o meu marido chegou…contei-lhe o que o nosso
filho tinha dito e ele chorou e o coração do meu marido quebrou-se sobre a
Rocha dos séculos a partir desse instante o Senhor Jesus tem sido a nossa força
e o nosso Caminho…sim Deus dá forças na aflição e estas não são mais que a
fornalha da purificação e santificação…vivo a esperança e a promessa: “Não
quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que
não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.” 1ª
Tessalonicenses 4:13
Louvado seja o Senhor “…não somos como os demais, que não
têm esperança.”
Porque não aceita agora esta bendita e maravilhosa
ESPERANÇA?
Alice de Santana
Nota: daquele pequenino Grupo de crentes nasceu a Igreja
Adventista de Santana – uma altar que tem testemunhado com firmeza a Mensagem
dos Três Anjos…e o fará até que o Senhor volte em Glória para fazer todas as
coisas novas…"E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá
mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são
passadas.” (Apocalipse 21 : 4)
segunda-feira, 7 de julho de 2014
A EFICÁCIA DO TESTEMUNHO CRISTÃO
Texto Áureo
“[...] e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em
toda Judeia e Samaria e até aos confins da terra.” (At 1.8).
– O texto áureo mostra uma estratégia de evangelismo que
seria seguida por todo livro de Atos. O testemunho de Jerusalém (cap. 2)
apresenta, em miniatura, o ministério mundial de Deus: os ‘judeus... de todas
as nações’ (2.5) que ouviram e creram carregaram a mensagem para bem longe. No
resto de Atos, o evangelho se espalha à Jerusalém, à Judeia e Samaria, à
Antioquia da Síria e aos confins da terra[1].
Verdade Prática
Não fomos chamados apenas para usufruir dos benefícios da
salvação, mas também para testemunhar do Salvador a um mundo que jaz no
malígno.
Leitura Bíblica: Mateus 5.13-16; Romanos 12.1,2
Objetivos
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
- Saber que o cristão é o 'sal' da terra;
- Compreender que o crente é como luz no mundo, e
- Conscientizar-se da importância do testemunho cristão.
Palavra-chave
TESTEMUNHO
Demonstração da veracidade de um fato.
Comentário
(I. Introdução)
Em cinco referências do Novo Testamento, Jesus incumbe
diretamente seus discípulos a ir e pregar o evangelho a todo o mundo (Mt
28.18-20; Mc 16.15-18; Lc 24.45-48; Jo 20.21-23, e At 1.8). Certamente, a
Igreja e o mundo são comunidades distintas. O mundo é tenebroso, sem luz. O
mundo (humanidade não regenerada em Cristo), manifesta uma tendência à
podridão, à imundícia, em função do domínio do pecado. A Igreja, apesar de
distinta, permanece no mundo com duplo papel: como sal para interromper, ou
pelo menos retardar, o processo da corrupção social; e, como luz, para desfazer
as trevas. Nas bem aventuranças, Jesus ensinou aos seus discípulos acerca do
caráter cristão que deve marcar suas vidas. Na última bem aventurança, Jesus
chamou a atenção dos seus discípulos para a perseguição que eles haveriam de
sofrer por evidenciarem em suas vidas o caráter do Reino. Essa perseguição é a
reação de ódio do mundo contra os discípulos fiéis de Jesus Cristo. Assim o
mundo reage em relação aos discípulos de Cristo. Como então, o cristão deve
reagir em relação ao mundo em que vive? Será que os cristãos podem influenciar
o mundo? Cristo nos ensina que sim. Logo depois de ensinar as bem aventuranças
ele chama seus discípulos de “sal da terra” e “luz do mundo”. Boa Aula!
(II. Desenvolvimento)
I. O CRISTÃO COMO SAL DA TERRA
1. A função de preservar. Cristo identifica seus discípulos
como o ‘sal da terra’. Precisamos saber qual é a função do cristão como sal da
terra. Para isso é importante atentarmos para o valor e a função do sal. O
termo sal vem do grego hals, halos, que tanto significam sal como mar. O valor
primário do sal não estava
A Ponte - Vai Valer a Pena - Ministério Livres Para Adorar
O Vídeo que tem inspirado milhares de vídeos comparando o Sacrifício de Jesus na cruz com a história de um pai que decidiu entregar a vida de seu filho para salvar outras
vidas.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu
Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas
tenha a via eterna. Porque
Deus enviou seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o
mundo fosse salvo por ele.
Quem crê nele não é condenado mas quem não crê já está condenado; porquanto não crê no nome do
Unigénito Filho de Deus." (João cap 3 ver 16 ao 18 )
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Cristo, a Lei e as Alianças
Texto principal:
"Por essa razão, Cristo é o mediador de uma nova
aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna,
visto que Ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sob a primeira
aliança" (Hb 9:15).
A eterna decisão divina de salvar a humanidade foi revelada
ao longo dos séculos por meio das alianças. Embora a Bíblia fale de alianças no
plural (Rm 9:4; Gl 4:24; Ef 2:12), na realidade, só existe a aliança da graça,
na qual a salvação é dada aos pecadores, com base não em seus méritos, mas nos
méritos de Jesus, oferecidos a todos os que clamam esses méritos pela fé. O
plural, alianças, significa simplesmente que Deus antecipou Seus propósitos de
salvação ao reafirmar a aliança de várias formas, a fim de atender às
necessidades de Seu povo em diferentes épocas e contextos. No entanto, é sempre
a mesma aliança, a eterna aliança da graça salvadora de Deus.
A essência dessa aliança é o constante e fiel amor do Senhor
(Dt 7:9; 1Rs 8:23; Dn 9:4). Como parte dessa aliança, Deus chama Seu povo a
obedecer Sua lei, não como meio de salvação, mas como fruto dela. A lei e a
graça unidas sempre foram centrais para a aliança eterna de Deus.
Hoje é um dia especial. Sábado alegre e festivo. Momento de
sair às ruas para compartilhar sua fé.
Sinais da aliança (Gn
9:12-17)
Uma aliança pode ser simplesmente definida como um acordo
entre duas partes com base em promessas feitas por uma, ou por ambas as partes.
Existem dois métodos básicos pelos quais uma aliança pode funcionar. No
primeiro, as partes envolvidas na aliança concordam com os termos do
relacionamento e fazem promessas mútuas. Esse seria o caso em um casamento,
fusão de empresas e até mesmo na compra de imóveis. No segundo método, uma
parte inicia a aliança, estipulando tanto as promessas quanto as condições
inegociáveis, e a outra parte é convidada a participar. Exemplos disso incluem
o pagamento de impostos ou de mensalidades em uma instituição educacional. Nos
dois casos, cada uma das partes é livre para se retirar da aliança, mas
geralmente há uma consequência. Por exemplo, uma pessoa que não paga a
prestação de seu imóvel, pode perdê-lo, e um cidadão que se recusa a pagar os
impostos será processado.
Normalmente, uma aliança é estabelecida com pelo menos um
símbolo. Por exemplo, uma pessoa que compra um imóvel financiado coloca várias
assinaturas em um contrato de empréstimo imobiliário junto a uma instituição de
crédito, a qual mantém o título de propriedade do imóvel em garantia, até que o
valor total seja pago. Para as pessoas casadas, o cartório emite uma certidão
de casamento. O documento não é a aliança, mas um indicador de que a pessoa
está comprometida com uma aliança.
1. Leia Génesis 9:12-17 e 17:2-12. Qual é a diferença entre
o símbolo e a aliança nessas passagens? Além disso, quais são as diferenças entre
essas duas alianças?
Em Génesis 9:9, Deus fez uma aliança com a criação,
estabelecendo que Ele jamais destruiria a Terra novamente com água. Sempre que
um arco-íris aparece no Céu, todos devem se lembrar da promessa de Deus. O
mesmo se pode dizer da marca da circuncisão, que devia fazer todo judeu lembrar
do papel de Seu povo em abençoar as nações. A primeira aliança foi feita com
toda a humanidade, a outra especificamente com a nação de Israel. Além disso,
na aliança feita com a humanidade depois do Dilúvio, as
sábado, 26 de abril de 2014
O Pequeno Grupo e o Discipulado
Precisa ficar claro que Deus não tem uma missão para Sua
igreja, mas uma igreja para Sua missão. E esta é a missão de Deus, que foi
comissionada em João 20:21: “Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja
convosco! Assim como o Pai Me enviou, Eu também vos envio. ”O fato é que a
igreja não tem uma missão em si. Mas, devido à entrada do pecado e ao processo
degenerativo que esse trouxe ao mundo, Deus concedeu ao ser humano o privilégio
de participar e se envolver em Sua missão. Jorge Henrique Barros, professor de
Teologia Bíblica da Missão, acha que “missão é manifestar o amor do reino de
Deus [...] através de palavras e obras, com vistas à transformação”. Essa
transformação pode ser chamada de discipulado e faz parte do processo de
crescimento em Cristo. Como as pessoas crescem espiritualmente? Como crescem no
processo do discipulado? Ao falar do homem justo, o salmo 1 ilustra muito bem
esse processo. O verso 3 diz: “Ele é como árvore plantada junto a corrente de
águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo
quanto ele faz será bem-sucedido. “O texto mostra que o “justo” (o cristão em
crescimento) está em conexão com a fonte da vida – ele tem íntima comunhão com
Deus. Todavia, o texto vai além e declara que o justo dá fruto, suas obras são
manifestas, sua vida não é vazia nem isolada, ele está envolvido na missão,
sendo um canal de bênçãos. Os frutos são produzidos para beneficiar outras
pessoas e para a honra e glória de Deus. É impossível ser frutífero vivendo
isoladamente; precisa haver vida em comunidade. O amor que vem de Deus, de um
constante crescimento e íntima comunhão com o Senhor, se manifesta nos círculos
de relacionamentos humanos. Por fim, o texto afirma que o justo é bem-sucedido
em todas as suas obras. A vida de comunhão e em comunidade conduz o justo ao
seu comissionamento, as obras são automáticas e ele é bem-sucedido. Pode-se
resumir dizendo que comunhão + comunidade = missão. Não se pode, nem deve
separar uma coisa da outra, e para haver crescimento sadio no discipulado, as
três partes devem estar conectadas. Ellen G. White esclarece isso ao dizer que
“todo verdadeiro discípulo nasce no reino de Deus como missionário. Aquele que
bebe da água viva, faz-se fonte de vida. O depositário torna-se doador. A graça
de Cristo no coração é uma vertente no deserto, fluindo para refrigério de
todos, e tornando os que estão prestes a perecer, ansiosos de beber da água da
vida” (O Desejado de Todas as Nações, p. 195).A comunhão (que envolve estudo da
Bíblia e oração) precisa ser diária, assim como o comissionamento; já o
encontro regular com a comunidade pode ser repetido uma vez por semana por meio
dos pequenos grupos. Está ficando cada vez mais comum ver igrejas cheias de
membros relativamente autónomos e distantes, que mais parecem estar cumprindo
um compromisso obrigatório de marcar a presença na igreja do que em buscar uma
experiência genuína de adoração e comunhão colectivas a igreja deseja alcançar
sucesso, ela precisa seguir os passos de Jesus. No Seu ministério, Cristo
manteve o foco num grupo pequeno, que pode ser visto como um protótipo do
discipulado. Jesus dedicou grande parte do
Seu ministério a esse grupo, cujos
membros alcançaram os confins da Terra. Manter o foco numa equipa contribui
bastante para o sucesso no cumprimento da missão. Segundo David A. White, essa
abordagem (1) produz mais frutos, (2) reúne uma variedade de dons e recursos,
(3) gera mais ideias, (4) provê responsabilidades, (5) oferece encorajamento e
suporte, e (6) treina futuros líderes (Your Church Can Multiply, p. 49-75).Qual
foi o resultado do método de Cristo? A vida em comunhão e em comunidade, que os
discípulos manifestaram no cenáculo, conduziu-os naturalmente ao
comissionamento que resultou depois do Pentecostes. A estratégia usada por
Jesus para conduzir as pessoas ao crescimento no discipulado pode ser dividida
em quatro passos (orar, chamar, estar juntos e enviar) e é resumida em Marcos 3:13-14:
“Depois, [Jesus] subiu ao monte e chamou os que Ele mesmo quis, e vieram para
junto d´Ele. Então, designou doze para estarem com Ele e para os enviar a
pregar.” Orar. A passagem paralela de Lucas 6:12-16 diz que Jesus
esteve no monte em oração durante toda a noite. Eis o primeiro passo da
estratégia de Jesus: antes de chamar os doze, Ele passou a noite a orar. Antes
de formar o Seu grupo, Ele clamou a Deus o Pai. O mesmo precisa acontecer hoje:
a intercessão (oração) é fundamental em todo processo. O líder deve ter uma
vida de comunhão diária. Chamar. O pastor ou
ancião que pretende copiar o modelo criado por Jesus precisa, após muita
oração, chamar aqueles que formarão o grupo protótipo, que passam a fazer parte
de seu relacionamento mais próximo. O líder pode chamar entre três e dez
pessoas com capacidade para aprender, que se dêem bem entre si, responsáveis,
maduras na fé e com estilo de vida coerente e saudável (Ibid., p. 60-96). Essas
pessoas serão futuros líderes de pequenos grupos. Portanto, é preciso escolher
líderes em potencial, de ambos os sexos, de todas as idades, novos e antigos na
igreja. É bom incluir no grupo uma pessoa de oração. Não que os demais não o
sejam, mas alguém conhecido pelo dom da oração. “Jesus escolheu homens [...]
dotados de natural capacidade, humildes e dóceis – homens a quem podia educar
para Sua obra. Há, nas ocupações comuns da vida, muitos homens que seguem a
rotina dos labores diários, inconscientes de possuírem faculdades que,
exercitadas, os ergueriam à altura dos mais honrados homens do mundo. Requer-se
o toque de uma hábil mão para despertar essas faculdades adormecidas” (O
Desejado de Todas as Nações, p. 250).Estar juntos. O verso 14 relata que os
chamados “vieram para junto dEle”, Jesus estava com eles. “A mais elevada obra
da educação não é comunicar conhecimentos, meramente, mas aquela vitalizante
energia recebida mediante o contato de mente com mente, de coração com coração.
Somente vida gera vida. Que privilégio, pois, foi o deles, por três anos em
contato com aquela divina vida de onde tem provindo todo impulso doador de vida
que tem abençoado o mundo!” (Ibid.).Recordando: comunhão + comunidade = missão.
O líder ensina ao seu protótipo, por meio do exemplo e ensino, (1) a ter uma
vida diária de estudo da Bíblia e oração; (2) a ter, entre eles, ao menos um
encontro semanal para oração, estudo e planeamento (seu pequeno grupo); (3) a
ter um modelo prático de cuidado e acompanhamento, de modo que eles possam
copiar e praticar no futuro em seus respectivos pequenos grupos; (4) a
ministrar a cada pessoa no grupo. Um detalhe: quanto mais próximos de Jesus os
crentes estiverem, mais próximos estarão uns dos outros. Portanto, planeiem um
retiro espiritual em um fim-de-semana. Depois, aguardem a atuação do Espírito Santo. Enviar. Chega o momento em que o líder
deve encaminhar os membros do grupo a liderar seus próprios pequenos grupos,
para que o modelo de crescimento seja reproduzido. Cada dupla do protótipo
forma um novo pequeno grupo. O pequeno grupo (ou mais de um pequeno grupo) pode
formar uma nova igreja. Eis uma visão geral do processo do protótipo:Comunhão: (1) orar; (2) chamar; Comunidade: (4)
estar juntos; Missão: (5) enviar. Como afirma
Ellen G. White, “a obra feita totalmente por uma pessoa é extensiva a muitas”
(Testemunhos para a Igreja, v. 5, p. 255). Concentrar-se em poucos é mais
eficaz – além de ser um processo multiplicador – do que concentrar-se numa
multidão. Entretanto, Jesus não abandonou o trabalho com as multidões, assim
como o líder de hoje não deve abandoná-las quando se concentrar em poucas
pessoas. Conduzir um grupo no discipulado é multiplicar seu próprio ministério
e o alcance do mesmo. Finalmente, o líder precisa ter cuidado para que o
protótipo e a reunião do pequeno grupo sejam conduzidos dentro do mesmo
processo de crescimento apresentado pela Palavra de Deus: comunhão, comunidade
e missão. Numa reunião, deve-se começar com a comunidade (conversar sobre a
semana, desafios, etc.), depois é que se passa para a comunhão, fazendo a
transição com uma oração, que pode mencionar algo que foi compartilhado na
primeira parte. Em seguida, prossegue-se com o estudo da Bíblia, de forma
dinâmica e participativa. A última parte é a condução das pessoas para a
missão, desafiando-as a alcançar outras pessoas e a desenvolver novos pequenos
grupos. Lembre-se de que a bênção alcançada deve ser reproduzida. O discipulado
precisa ser levado adiante e não existe uma única forma pela qual ele deva ser
conduzido, todavia os pequenos grupos e o protótipo formam um ambiente natural
para seu progresso e estão em plena harmonia com o que foi desenvolvido por
Jesus como exemplo de discipulado para a igreja em todas as épocas.
Aguinaldo L. Guimarães
domingo, 13 de abril de 2014
Cristo e a lei de Moisés
Texto principal:
"Se, de fato, crêsseis em Moisés, também creríeis em
Mim; porquanto ele escreveu a Meu respeito" (Jo 5:46).
Muitos cristãos conheceram histórias sobre a relação
supostamente negativa de Jesus para com a religião judaica, um equívoco
lamentável que só ajudou a alimentar o antissemitismo (aversão aos judeus) ao
longo dos séculos. Jesus falou contra os abusos da religião, isso é verdade,
mas não contra a própria religião. Afinal, Ele foi o fundador dela.
De fato, os relatos dos evangelhos sobre Sua vida e
ministério mostram que Jesus era um judeu fiel, totalmente imerso na cultura
judaica, desde o momento de Seu nascimento até a última semana de Sua vida na
Terra.
Como todo judeu fiel no primeiro século, Jesus estava
sujeito à lei mosaica. Criado em um lar de pais judeus fiéis, Ele apreciava
plenamente Sua rica herança terrena, enraizada na providência divina. Ele sabia
que Deus havia inspirado Moisés a escrever essas leis, com o objetivo de criar
uma sociedade que refletisse Sua vontade e servisse como farol para as nações.
Ele cumpriu fielmente a letra da lei. Na circuncisão, na Sua visita ao templo
para as festas e na Sua atitude sobre os impostos, Jesus permaneceu fiel a um
sistema que seria cumprido por Sua morte na cruz e ministério celestial. Mesmo
sabendo como tudo seria cumprido, Ele foi fiel.
Nesta semana, examinaremos mais algumas leis que o próprio
Jesus cumpriu.
Circuncisão e
dedicação (Lc 2:21-24)
Deus estabeleceu Sua aliança com Abraão, dizendo que ele
seria o pai de muitas nações (Gn 17:4). Quando Deus fez essa aliança, Abraão
estava com 99 anos de idade, tendo gerado Ismael poucos anos antes, e ainda não
tinha visto o nascimento de seu filho prometido, Isaque. No entanto, ele foi
instruído a circuncidar-se, assim como todos os homens de sua casa, e foi
orientado a garantir que cada filho nascido em sua casa, a partir daquele dia,
fosse circuncidado ao oitavo dia (Gn 17:9-12). Esse sinal era tão importante
que a circuncisão ocorria mesmo que o oitavo dia caísse em um sábado (Lv 12:3;
Jo 7:22).
Essa verdade nos dá uma compreensão melhor dos primeiros
dias da vida de Jesus. Os evangelhos mostram que José e Maria foram escolhidos
para ser os pais terrenos de Jesus, pelo menos em parte, por causa da sua
piedade. José é descrito como um "homem justo" (Mt 1:19, NVI), e o
anjo disse a Maria: "Achaste graça diante de Deus" (Lc 1:30). Quando
Jesus tinha oito dias de vida, Seus pais realizaram a cerimônia da circuncisão
e Lhe deram o nome, da mesma forma que havia ocorrido com um número incontável
de meninos hebreus em tempos passados.
Imagine, o imaculado Filho de Deus, agora em forma humana,
passando pelo mesmo ritual que Ele havia instituído muitos séculos antes!
1. Leia Lucas 2:21-24 à luz de Êxodo 13:2, 12 e Levítico
12:1-8. O que esses textos nos dizem sobre José e Maria? O que podemos aprender
com o exemplo deles?
A Bíblia é clara ao dizer que Maria era virgem quando foi
escolhida para ser a mãe de Jesus (Lc 1:27). Então, Jesus foi o primeiro filho
que "abriu seu ventre". De acordo com Êxodo 13, todo primogênito
entre os filhos de Israel (de animal ou humano) devia ser dedicado ao Senhor. A
lei também determinava em Levítico 12:2-5 que, após o nascimento de um menino,
a mulher ficava impura por 40 dias
(80 dias se fosse menina). No fim desse período, ela devia
se apresentar ao sacerdote e oferecer um sacrifício. Como judeus piedosos,
Maria e José cumpriram meticulosamente as obrigações da lei mosaica e
garantiram que o Filho de Deus levasse as marcas da aliança.
Festas judaicas (João
5:1)
"Passadas estas coisas, havia uma festa dos judeus, e
Jesus subiu para Jerusalém" (Jo 5:1).
O primeiro grande período festivo no ano civil judaico eram
os sete dias dos pães asmos, que começavam com a Páscoa. O festival comemorava
a libertação dos israelitas da escravidão do Egito, quando o anjo da morte
passou por cima (a palavra Páscoa significa passar por cima) das casas dos que
colocaram o sangue nas ombreiras das portas.
2. Quantas vezes Jesus celebrou a Páscoa? Lc 2:41-43; Jo
2:13-23; Mt 26:17-20
Cinquenta dias após a Páscoa ocorria a festa de Shavuot,
muitas vezes referida pelo seu nome grego, Pentecostes. Embora as Escrituras
não apresentem uma razão para o Pentecostes, os rabinos acreditavam que o
festival comemorava a entrega da lei a Moisés. Não há registro nos evangelhos
de que Jesus tivesse celebrado o Pentecostes. No entanto, antes de Sua ascensão
Ele aconselhou Seus discípulos a esperar em Jerusalém pelo batismo do Espírito
Santo (At 1:4, 5). Esse evento realmente ocorreu no Dia de Pentecostes (At
2:1-4).
O último período de festas do ano civil judaico era a Festa
dos Tabernáculos (Festa das Cabanas) e o Dia da Expiação (Yom Kippur). O Dia da
Expiação representa o dia em que o pecado era purificado do acampamento e o
povo estava em harmonia com Deus. A Festa das Cabanas comemorava o tempo em que
Israel teve que viver em tendas no deserto.
Além das festas das leis de Moisés, os judeus têm outros
dois festivais que comemoram a intervenção
quarta-feira, 9 de abril de 2014
A Maior Necessidade: Viver como Cristo
Por mais que se enfatize a necessidade de reavivamento
espiritual, nunca é demais. Assim, como o pastor Ted Wilson diz, este é o tempo
para os líderes chamarem a igreja a orar pelo reavivamento.
O que é o Reavivamento?
Qual o seu Significado?
1. O reavivamento para ser real deve ser fundamentado na conversão.
O reavivamento requer de nós em primeiro lugar uma genuína, certamente,
experimentada quando se aceita Jesus como Único Salvador da nossa vida e
provocou uma mudança na nossa mente. Ela é necessária, hoje e repetidamente,
pelo simples facto que os nossos sentidos espirituais têm tendência a adormecer.
Antes da nossa conversão, estávamos mortos nos nossos pecados (Ef 2:1), mas
Deus através de Cristo perdoou os nossos pecados e nos tornou pessoas vivas
(2:5; Cl 2:13). Como resultado, fomos conduzidos a uma vida nova a uma união
com Cristo (Rom 6:4; João 15:1-10). Essa nova vida nos alcançou por meio do
Espírito e relaciona-se directamente com as palavras de Jesus, que são Espírito
e vida (João 6:63; 2ª Cor 3:6). A união dos crentes com Cristo é tão profunda
que o amor de Deus é derramado nos seus corações. Cristo vive neles (Gal 2:20),
eles vivem no e para o serviço em favor dos outros (1Jo 3:14; 2Co 13:4) e a
eles é assegurado que as suas orações serão atendidas (João 15:7, 16, 23; 1ª João
5:14).
2. Reavivamento como retorno. Na nossa jornada como crentes,
perdemos o relacionamento e por essa razão deixamos de viver como Cristo para
viver uma vida “cristã” desencorajada e sem um vínculo forte com Cristo. A isto
a Bíblia chama a perda do primeiro amor (Apoc 2:4). A mudança é necessária.
Devemos conhecer as nossas necessidades e retornar ao lar como o filho pródigo
(Luc 15:17-19). Quando o pai viu o filho, exclamou: “Este meu filho estava
morto e reviveu” (15:24). Somente o amor de Deus revelado em Jesus, por meio do
Espírito, pode mover-nos a restabelecer a união com o Senhor. Alcançamos o nosso
verdadeiro destino quando, movidos por Ele, abrimos a porta (Apoc 3:14-22).
Então, somos reavivados!
3. Reavivamento como estilo de vida. Reavivamento é a
percepção de que perdemos a nossa união
vital com Cristo, que a influência do Espírito na nossa vida tem diminuído e
que necessitamos fortalecer a nossa vida espiritual através do estudo da
Palavra e de uma vida de oração e serviço em favor dos outros. Isso é como a
vida cristã sempre deveria ser. Se não é assim, então necessitamos de
reavivamento. À medida que nos aproximarmos do Senhor, o Espírito nos
capacitará a compreender as Escrituras e a caminhar em santidade,
mobilizando-nos a aplicar tempo de qualidade em comunhão com o Senhor e a pedir
em oração pelo derramamento do Espírito. A manifestação do poder do Espírito na
nossa vida está directamente relacionada com o nosso interesse no crescimento
espiritual e no nosso engajamento na missão da igreja. O Espírito é dinâmico e,
portanto, o Seu poder não é concedido aos que são indiferentes à missão de
Deus. À medida que nos aproximarmos do fim do conflito, o Espírito virá com
poder sem precedentes (a chuva serôdia) em preparação para a divina colheita.
Devemos orar por esse evento e pedir que o Espírito nos use hoje, à medida que
compartilhamos a mensagem.
4. Reavivamento não é só um estado emocional nem milagres,
mas uma vida totalmente comprometida com o Senhor e nutrida por Ele por meio do
estudo das Escrituras, da oração, receptividade ao poder e à presença do
Espírito, e do ato de testemunhar. Se no nosso testemunho um milagre for
necessário, o Espírito o realizará, e os milagres acontecerão em conexão com a
chuva serôdia. Vamos todos juntos orar pelo reavivamento da primitiva bondade
entre nós!
editor,
quinta-feira, 3 de abril de 2014
O Crescimento da Igreja
“Para a apresentar a
si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém
santa e sem defeito” Efésios 5.27
Introdução: A
Igreja primitiva crescia naturalmente. Se formos fazer uma estatística do seu
crescimento veremos que o número de seguidores cristãos aumentava a cada
instante chegando a um acréscimo de mais de mil por cento. Qual seria o segredo
do crescimento desta igreja? Não há segredo, a Bíblia mostra que a Igreja
crescia naturalmente.
Veja alguns dados do crescimento da Igreja Primitiva:
12 discípulos (Mateus 10.1-4 / Lucas 9.1)
70 discípulos (Lucas 10.1)
120 discípulos (Atos 1.15)
3.000 batizados (Atos 2.41)
5.000 convertidos (Atos 4.4)
O número continua crescendo ao ponto de perder a conta (Atos
5.14)
Mais crescimento inclusive conversão de sacerdotes (Atos 6.1
e 7)
Cristãos se espalham devido à perseguição (Atos 8.1 e 4)
Muitas Igrejas fundadas (Atos 9.31)
Aldeias inteiras tornam-se cristãs (Atos 9.35)
Gentios se convertem a Cristo (Atos 13.48,49)
Igrejas erguidas na Ásia menor e Turquia (Atos 14.1-28)
Igrejas fundadas na Europa (Atos 16.5 e 11,12; 17.4)
Milhares de judeus tornam-se cristãos (Atos 21.20).
Além do crescimento numérico, podemos observar a expansão
territorial do cristianismo, devido à dispersão dos cristãos perseguidos.
Também se percebe que a qualidade e o comprometimento dos cristãos dispostos a
morrer por sua fé foi uma força para este movimento que crescia cada vez mais,
diante das dificuldades.
Hoje se fala muito em estratégias para o crescimento da
Igreja, mas as propostas são tantas que ficamos sem saber o que fazer. Existem
igrejas que pregam o legalismo e crescem, outras o liberalismo e também
crescem. Ainda há grupos que propõem sacrifícios e o povo obedece sempre crescendo,
já outros não exigem nada e não conseguem crescer.
Qual é o segredo para o crescimento da Igreja?
Vamos refletir nas palavras de Efésios 5.27 e aprender sobre
a importância da Santificação para o crescimento da Igreja:
1- Igreja GLORIOSA:
A Igreja Primitiva era gloriosa apesar de toda pobreza e
simplicidade. Sua glória era a própria Glória de Deus que se manifestava no
meio deles.
Hoje vemos muitas igrejas que se mostram ‘gloriosas’ com
templos luxuosos e equipadas com todas as técnicas modernas, contudo a glória
da Igreja não pode estar em outra coisa senão no poder de Deus que realiza
maravilhas no meio do seu povo.
Muitas igrejas não têm crescido por causa do orgulho e
outras cresceram muito porque tiveram humildade no começo do seu ministério e
Deus manifestou a sua glória, mas com o tempo começam a envaidecer-se e caem
porque “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (Tiago 4.6).
A Sua igreja tem sido gloriosa no sentido humano ou
espiritual?
Deus quer uma Igreja cheia da sua Glória!
2- Igreja Sem MÁCULA:
A Igreja primitiva era sem mácula, confusão ou pecado. Mas e
o caso de Ananias e Safira em Atos 5? Sim eles pecaram, mas a Igreja não aceitou
o pecado e Deus os castigou.
Algumas igrejas não crescem porque aceitam o pecado, tem
receio de exortar o povo e não se prega santidade. Não existe força que possa
vencer uma igreja, nem perseguição ou demónios, mas o pecado
quinta-feira, 27 de março de 2014
O Custo do Discipulado
Texto principal
"A nossa esperança a respeito de vós está firme,
sabendo que, como sois participantes dos sofrimentos, assim o sereis da
consolação" (2Co 1:7).
Ao longo da História, milhões de cristãos anónimos
sacrificaram a vida por Cristo. Eles foram presos, torturados e mesmo
executados. Milhões preferiram abrir mão de seus empregos, sofrer ridículo,
suportar o abandono da família e perseverar sob perseguição religiosa, a abandonar
Cristo. Só Deus sabe a plena extensão do sofrimento que Seus fiéis têm sofrido.
De fato, Paulo advertiu: "Todos quantos querem viver
piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2Tm 3:12). E Pedro disse:
"Para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso
lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os Seus passos" (1Pe 2:21).
Apesar das promessas dos assim chamados pregadores da
"prosperidade", automóveis luxuosos e ganhos financeiros não são
oferecidos automaticamente aos cristãos apenas para satisfazer seus desejos e
ambições pessoais. Embora Deus derrame muitas bênçãos no caminho dos fiéis, às
vezes, o discipulado envolve perdas.
No fim, podemos ter certeza de que, seja qual for o custo do
discipulado, considerando a recompensa eterna, esse custo é muito baixo.
Calculando o custo: a
mais alta prioridade
1. Leia Lucas 12:49-53; 14:25, 26; Mateus 10:37. Qual é o
preço do discipulado? O que deve estar acima dos relacionamentos humanos?
Os modernos apresentadores da televisão teriam feito um
escândalo a partir dessas palavras: "Hoje, o famoso líder religioso Jesus
de Nazaré defendeu o ódio familiar durante Sua palestra da tarde. Os analistas
estão comparando esses pronunciamentos com as declarações feitas anteriormente,
que promoviam relacionamentos afetuosos com vizinhos e inimigos. Os
comentaristas querem saber se isso indica mudanças políticas recentes. Outras
citações não confirmadas sugerem vender tudo e transferir os recursos para o
movimento de Jesus. Fique atento para mais informações a qualquer
momento."
Um estudo mais profundo da Bíblia e do modo pelo qual a
palavra "ódio" é usada, ajuda a esclarecer o que Jesus quiz dizer.
Deuteronômio 21:15 contém a legislação sobre homens com várias esposas. A
Bíblia na versão King James, seguindo o sentido natural, traduz assim:
"uma amada e outra odiada", com respeito às esposas. A mensagem de
Moisés foi que, se o marido preferisse uma mulher acima de outra, ele não podia
tirar o direito de primogenitura do filho da menos favorecida.
A New Revised Standard Version [Nova Versão Revisada Padrão]
e a Modern Language Bible [Bíblia na Linguagem Moderna] mudaram a terminologia,
traduzindo querida, como amada, e odiada, como desprezada. O Tanakh (Bíblia
Judaica) e a New American Standard Bible (Nova Bíblia Americana Padrão; protestante)
optaram pelas expressões amada e não amada. Evidentemente a intenção do texto
era falar de "afeição relativa". O ódio, nesse contexto, pode indicar
"amar menos". Mateus 10:37, a passagem paralela, certamente dá
credibilidade a essa sugestão.
A Ceifa e os Ceifeiros
Texto principal
"Nisto é glorificado Meu Pai, em que deis muito fruto;
e assim vos tornareis Meus discípulos" (Jo 15:8)
Em muitos aspectos o estudo desta semana é a continuação da
lição anterior. Cristo estabeleceu líderes espirituais com a finalidade
específica de proclamar o reino de Deus. Os princípios e a metodologia que
Jesus empregou devem permanecer como base espiritual para a preparação dos
cristãos modernos.
Em outras palavras, as modernas teorias de liderança nunca
devem substituir o fundamento que Cristo estabeleceu. Sempre que a publicidade
e a propaganda tiverem precedência sobre o crescimento espiritual, os
resultados serão superficialidade e esterilidade espirituais. Sempre que o
proselitismo toma o lugar do arrependimento, da conversão e da transformação
espiritual, a missão fracassa. Treinar líderes para conduzir projetos
evangelísticos, campanhas de média e atividades de relações públicas, em lugar
de prepará-los para o conflito espiritual, é procurar o desastre. O verdadeiro
evangelismo e a formação de discípulos focalizam quatro aspectos:
(1)Reconhecimento de nossa condição pecaminosa; (2) contrição sincera; (3)
entrega espiritual sem reservas; (4) incontrolável compulsão para difundir a
mensagem divina.
O pão dos mendigos
Aproximando-se o tempo de Sua partida, a preocupação de
Cristo concentrou-se em Seus discípulos, aos quais serviu abnegadamente e amou
profundamente. Eles não seriam abandonados. Embora Jesus tivesse que voltar
para o Céu, o Espírito Santo foi comissionado a suprir a intimidade espiritual
que os discípulos haviam desfrutado em Sua presença. A instrução de Cristo
sobre a obra do Espírito era tão valiosa que João dedicou vários capítulos à
sua preservação. Um elemento característico seria o testemunho do Espírito
Santo a respeito de Cristo, embora o Espírito não tivesse que testemunhar
sozinho. Acompanhados pelo Espírito, os discípulos também testemunhariam sobre
o ministério de Jesus. Deus poderia ter designado anjos para disseminar, sem
nosso auxílio, o evangelho. Em vez disso, Ele preferiu contar com seres humanos
pecaminosos, errantes e imprevisíveis para esse sagrado chamado.
1. Leia João 1:40-46; 4:28-30; 15:26, 27; 19:35, 36. De que
forma o humano e o divino trabalham juntos na conquista de pessoas?
Evangelismo tem sido informalmente definido como
"mendigos dizendo a outros mendigos onde encontrar pão". André
certamente se destacou nesse aspecto. Os escritos de seu irmão Pedro
posteriormente foram incluídos na Bíblia. O ministério de Pedro foi narrado em
Atos e Cristo incluiu esse apóstolo entre Seus três colaboradores mais
próximos. Essas honras nunca foram concedidas a André. No entanto, ele recebeu
reconhecimento especial por seguir a simples instrução de Cristo ao levar
pessoas ao Salvador.
Quantos dos vasos escolhidos por Deus – pessoas eficientes
no evangelismo, na administração e na liderança – foram apresentados a Cristo
por discípulos fiéis cujas identidades, humanamente falando, foram há muito tempo
esquecidas? Embora essas pessoas não tenham recebido distinção, a obra de Deus
poderia ter sido enfraquecida se elas não tivessem testemunhado fielmente de
Jesus. Cristo preparou Seus discípulos para tarefas maiores dando-lhes,
primeiramente, atribuições simples, que estavam ao seu alcance. A mulher
samaritana, Filipe e André demonstraram o poder do testemunho simples e dos
convites sinceros. Todos somos chamados a fazer o mesmo.
Quando Jesus
recomendou paciência
2. Leia Lucas 24:47-53; Atos 1:6-8; 16:6-10. Por que era
necessário esperar pelo Espírito? Que lições referentes à paciência e à espera
pelo tempo de Deus são sugeridas nessas passagens? Que encorajamento podemos
receber da experiência de Paulo ao enfrentar frustração?
Mediante a pregação e exemplo, Jesus ensinou aos discípulos
a paciência. Embora enfrentasse fanatismo, ignorância, incompreensão e total
conspiração, Cristo perseverou pacientemente. Essa perseverança estava ancorada
na completa dependência dEle em relação ao Espírito de Deus. Jesus compreendia
que, a menos que os discípulos experimentassem a mesma dependência, o avanço do
reino ficaria seriamente
Preparando Líderes Espirituais
Verso principal:
"Naqueles dias, retirou-Se para o monte, a fim de orar,
e passou a noite orando a Deus. E, quando amanheceu, chamou a Si os Seus
discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de
apóstolos" (Lc 6:12, 13).
Embora Jesus fosse sempre ativo em fazer discípulos, Ele
reconheceu que Sua permanência na Terra seria breve. Portanto, dedicou-Se à
formação de discípulos para que continuassem o trabalho depois que Ele
partisse. Ele era o Mestre deles, tanto professor como treinador. Ainda que o
ensino e o treinamento estejam obviamente relacionados, o ensino geralmente
sugere transmissão de conhecimento, enquanto que o treinamento envolve a
formação ou qualificação por meio da prática e disciplina.
A preparação dos discípulos para a liderança certamente
envolveu o recebimento de conhecimento, mas o crescimento espiritual era ainda
mais importante. Eles precisavam de experiência nas coisas de Deus, de fé,
provações, santificação e abnegação, juntamente com a compreensão intelectual
da doutrina e da teologia. O conhecimento, por si só, seria uma preparação
insuficiente para enfrentar os difíceis desafios futuros. Jesus proveu ambos.
Escolha e preparação
de líderes
A jornada terrena de Cristo foi relativamente breve.
Portanto, o treinamento dos formadores de discípulos era imprescindível. Quem
devia ser selecionado? Quantos deviam ser escolhidos? Sem dúvida, havia
centenas de discípulos de Jesus. Deviam todos eles ser submetidos à educação em
massa? Cristo entendia que a liderança era efetivamente cultivada em pequenos
grupos, e não produzida em massa por meio de palestras. Um número limitado
seria escolhido por Cristo para o curso de formação inicial.
1. Leia Lucas 6:12-16. O que Jesus fez antes de escolher
Seus discípulos? Por que isso era tão importante?
Fazer escolhas eficazes exigia grande sabedoria. Jesus Se
aproximou de Seu Pai celestial pela oração para
quarta-feira, 19 de março de 2014
Jesus e os Excluídos Sociais
"Quanto à mulher, deixou o seu cântaro, foi à cidade e
disse àqueles homens: Vinde comigo e vede um Homem que me disse tudo quanto
tenho feito. Será este, porventura, o Cristo?!" (João 4:28, 29).
A jovem, com antecedentes tristes (teve dois filhos fora do
casamento no tempo em que estava com quinze anos de idade), agora estava presa,
aguardando julgamento. Seu crime foi ter assassinado uma assistente social que
devia levar seu bebê, a única pessoa a quem ela amava.
Sem mãe, pai, marido, qualquer parente ou amigo, ela
enfrentava sozinha um futuro ameaçador. Mediante as visitas de um pastor, no
entanto, essa jovem aprendeu que, apesar de todos os seus erros, da situação
desesperadora e de seu futuro incerto, Cristo a amava e perdoava.
Independentemente de como a sociedade a visse, ela conhecia por si mesma o
eterno amor de Deus. Essa excluída social descobriu significado e propósito em
seu Senhor, cujo amor e aceitação transcendiam todas as normas e até mesmo os
melhores costumes sociais.
Os adventistas em todo o mundo estarão unidos em um grande
movimento de oração! Aproveite essa grande oportunidade.
Pessoas
"inferiores"
As sociedades estabelecem hierarquias. Pessoas ricas ou
cultas costumam conseguir as mais altas posições.
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