quarta-feira, 9 de abril de 2014

A Maior Necessidade: Viver como Cristo

Por mais que se enfatize a necessidade de reavivamento espiritual, nunca é demais. Assim, como o pastor Ted Wilson diz, este é o tempo para os líderes chamarem a igreja a orar pelo reavivamento.

O que é o Reavivamento?
Qual o seu Significado?

1. O reavivamento para ser real deve ser fundamentado na conversão. O reavivamento requer de nós em primeiro lugar uma genuína, certamente, experimentada quando se aceita Jesus como Único Salvador da nossa vida e provocou uma mudança na nossa mente. Ela é necessária, hoje e repetidamente, pelo simples facto que os nossos sentidos espirituais têm tendência a adormecer. Antes da nossa conversão, estávamos mortos nos nossos pecados (Ef 2:1), mas Deus através de Cristo perdoou os nossos pecados e nos tornou pessoas vivas (2:5; Cl 2:13). Como resultado, fomos conduzidos a uma vida nova a uma união com Cristo (Rom 6:4; João 15:1-10). Essa nova vida nos alcançou por meio do Espírito e relaciona-se directamente com as palavras de Jesus, que são Espírito e vida (João 6:63; 2ª Cor 3:6). A união dos crentes com Cristo é tão profunda que o amor de Deus é derramado nos seus corações. Cristo vive neles (Gal 2:20), eles vivem no e para o serviço em favor dos outros (1Jo 3:14; 2Co 13:4) e a eles é assegurado que as suas orações serão atendidas (João 15:7, 16, 23; 1ª João 5:14).

2. Reavivamento como retorno. Na nossa jornada como crentes, perdemos o relacionamento e por essa razão deixamos de viver como Cristo para viver uma vida “cristã” desencorajada e sem um vínculo forte com Cristo. A isto a Bíblia chama a perda do primeiro amor (Apoc 2:4). A mudança é necessária. Devemos conhecer as nossas necessidades e retornar ao lar como o filho pródigo (Luc 15:17-19). Quando o pai viu o filho, exclamou: “Este meu filho estava morto e reviveu” (15:24). Somente o amor de Deus revelado em Jesus, por meio do Espírito, pode mover-nos a restabelecer a união com o Senhor. Alcançamos o nosso verdadeiro destino quando, movidos por Ele, abrimos a porta (Apoc 3:14-22). Então, somos reavivados!

3. Reavivamento como estilo de vida. Reavivamento é a percepção de que perdemos  a nossa união vital com Cristo, que a influência do Espírito na nossa vida tem diminuído e que necessitamos fortalecer a nossa vida espiritual através do estudo da Palavra e de uma vida de oração e serviço em favor dos outros. Isso é como a vida cristã sempre deveria ser. Se não é assim, então necessitamos de reavivamento. À medida que nos aproximarmos do Senhor, o Espírito nos capacitará a compreender as Escrituras e a caminhar em santidade, mobilizando-nos a aplicar tempo de qualidade em comunhão com o Senhor e a pedir em oração pelo derramamento do Espírito. A manifestação do poder do Espírito na nossa vida está directamente relacionada com o nosso interesse no crescimento espiritual e no nosso engajamento na missão da igreja. O Espírito é dinâmico e, portanto, o Seu poder não é concedido aos que são indiferentes à missão de Deus. À medida que nos aproximarmos do fim do conflito, o Espírito virá com poder sem precedentes (a chuva serôdia) em preparação para a divina colheita. Devemos orar por esse evento e pedir que o Espírito nos use hoje, à medida que compartilhamos a mensagem.

4. Reavivamento não é só um estado emocional nem milagres, mas uma vida totalmente comprometida com o Senhor e nutrida por Ele por meio do estudo das Escrituras, da oração, receptividade ao poder e à presença do Espírito, e do ato de testemunhar. Se no nosso testemunho um milagre for necessário, o Espírito o realizará, e os milagres acontecerão em conexão com a chuva serôdia. Vamos todos juntos orar pelo reavivamento da primitiva bondade entre nós!


editor,

quinta-feira, 3 de abril de 2014

O Crescimento da Igreja

 “Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” Efésios 5.27

Introdução: A Igreja primitiva crescia naturalmente. Se formos fazer uma estatística do seu crescimento veremos que o número de seguidores cristãos aumentava a cada instante chegando a um acréscimo de mais de mil por cento. Qual seria o segredo do crescimento desta igreja? Não há segredo, a Bíblia mostra que a Igreja crescia naturalmente.
Veja alguns dados do crescimento da Igreja Primitiva:
12 discípulos (Mateus 10.1-4 / Lucas 9.1)
70 discípulos (Lucas 10.1)
120 discípulos (Atos 1.15)
3.000 batizados (Atos 2.41)
5.000 convertidos (Atos 4.4)
O número continua crescendo ao ponto de perder a conta (Atos 5.14)
Mais crescimento inclusive conversão de sacerdotes (Atos 6.1 e 7)
Cristãos se espalham devido à perseguição (Atos 8.1 e 4)
Muitas Igrejas fundadas (Atos 9.31)
Aldeias inteiras tornam-se cristãs (Atos 9.35)
Gentios se convertem a Cristo (Atos 13.48,49)
Igrejas erguidas na Ásia menor e Turquia (Atos 14.1-28)
Igrejas fundadas na Europa (Atos 16.5 e 11,12; 17.4)
Milhares de judeus tornam-se cristãos (Atos 21.20).
Além do crescimento numérico, podemos observar a expansão territorial do cristianismo, devido à dispersão dos cristãos perseguidos. Também se percebe que a qualidade e o comprometimento dos cristãos dispostos a morrer por sua fé foi uma força para este movimento que crescia cada vez mais, diante das dificuldades.
Hoje se fala muito em estratégias para o crescimento da Igreja, mas as propostas são tantas que ficamos sem saber o que fazer. Existem igrejas que pregam o legalismo e crescem, outras o liberalismo e também crescem. Ainda há grupos que propõem sacrifícios e o povo obedece sempre crescendo, já outros não exigem nada e não conseguem crescer.
Qual é o segredo para o crescimento da Igreja?
Vamos refletir nas palavras de Efésios 5.27 e aprender sobre a importância da Santificação para o crescimento da Igreja:

1- Igreja GLORIOSA:
A Igreja Primitiva era gloriosa apesar de toda pobreza e simplicidade. Sua glória era a própria Glória de Deus que se manifestava no meio deles.
Hoje vemos muitas igrejas que se mostram ‘gloriosas’ com templos luxuosos e equipadas com todas as técnicas modernas, contudo a glória da Igreja não pode estar em outra coisa senão no poder de Deus que realiza maravilhas no meio do seu povo.
Muitas igrejas não têm crescido por causa do orgulho e outras cresceram muito porque tiveram humildade no começo do seu ministério e Deus manifestou a sua glória, mas com o tempo começam a envaidecer-se e caem porque “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (Tiago 4.6).
A Sua igreja tem sido gloriosa no sentido humano ou espiritual?
Deus quer uma Igreja cheia da sua Glória!
                             
2- Igreja Sem MÁCULA:
A Igreja primitiva era sem mácula, confusão ou pecado. Mas e o caso de Ananias e Safira em Atos 5? Sim eles pecaram, mas a Igreja não aceitou o pecado e Deus os castigou.
Algumas igrejas não crescem porque aceitam o pecado, tem receio de exortar o povo e não se prega santidade. Não existe força que possa vencer uma igreja, nem perseguição ou demónios, mas o pecado

quinta-feira, 27 de março de 2014

O Custo do Discipulado

Texto principal
"A nossa esperança a respeito de vós está firme, sabendo que, como sois participantes dos sofrimentos, assim o sereis da consolação" (2Co 1:7).

Ao longo da História, milhões de cristãos anónimos sacrificaram a vida por Cristo. Eles foram presos, torturados e mesmo executados. Milhões preferiram abrir mão de seus empregos, sofrer ridículo, suportar o abandono da família e perseverar sob perseguição religiosa, a abandonar Cristo. Só Deus sabe a plena extensão do sofrimento que Seus fiéis têm sofrido.

De fato, Paulo advertiu: "Todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2Tm 3:12). E Pedro disse: "Para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os Seus passos" (1Pe 2:21).

Apesar das promessas dos assim chamados pregadores da "prosperidade", automóveis luxuosos e ganhos financeiros não são oferecidos automaticamente aos cristãos apenas para satisfazer seus desejos e ambições pessoais. Embora Deus derrame muitas bênçãos no caminho dos fiéis, às vezes, o discipulado envolve perdas.

No fim, podemos ter certeza de que, seja qual for o custo do discipulado, considerando a recompensa eterna, esse custo é muito baixo.

Calculando o custo: a mais alta prioridade
1. Leia Lucas 12:49-53; 14:25, 26; Mateus 10:37. Qual é o preço do discipulado? O que deve estar acima dos relacionamentos humanos?

Os modernos apresentadores da televisão teriam feito um escândalo a partir dessas palavras: "Hoje, o famoso líder religioso Jesus de Nazaré defendeu o ódio familiar durante Sua palestra da tarde. Os analistas estão comparando esses pronunciamentos com as declarações feitas anteriormente, que promoviam relacionamentos afetuosos com vizinhos e inimigos. Os comentaristas querem saber se isso indica mudanças políticas recentes. Outras citações não confirmadas sugerem vender tudo e transferir os recursos para o movimento de Jesus. Fique atento para mais informações a qualquer momento."

Um estudo mais profundo da Bíblia e do modo pelo qual a palavra "ódio" é usada, ajuda a esclarecer o que Jesus quiz dizer. Deuteronômio 21:15 contém a legislação sobre homens com várias esposas. A Bíblia na versão King James, seguindo o sentido natural, traduz assim: "uma amada e outra odiada", com respeito às esposas. A mensagem de Moisés foi que, se o marido preferisse uma mulher acima de outra, ele não podia tirar o direito de primogenitura do filho da menos favorecida.

A New Revised Standard Version [Nova Versão Revisada Padrão] e a Modern Language Bible [Bíblia na Linguagem Moderna] mudaram a terminologia, traduzindo querida, como amada, e odiada, como desprezada. O Tanakh (Bíblia Judaica) e a New American Standard Bible (Nova Bíblia Americana Padrão; protestante) optaram pelas expressões amada e não amada. Evidentemente a intenção do texto era falar de "afeição relativa". O ódio, nesse contexto, pode indicar "amar menos". Mateus 10:37, a passagem paralela, certamente dá credibilidade a essa sugestão.

A Ceifa e os Ceifeiros

Texto principal
"Nisto é glorificado Meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis Meus discípulos" (Jo 15:8)

Em muitos aspectos o estudo desta semana é a continuação da lição anterior. Cristo estabeleceu líderes espirituais com a finalidade específica de proclamar o reino de Deus. Os princípios e a metodologia que Jesus empregou devem permanecer como base espiritual para a preparação dos cristãos modernos.

Em outras palavras, as modernas teorias de liderança nunca devem substituir o fundamento que Cristo estabeleceu. Sempre que a publicidade e a propaganda tiverem precedência sobre o crescimento espiritual, os resultados serão superficialidade e esterilidade espirituais. Sempre que o proselitismo toma o lugar do arrependimento, da conversão e da transformação espiritual, a missão fracassa. Treinar líderes para conduzir projetos evangelísticos, campanhas de média e atividades de relações públicas, em lugar de prepará-los para o conflito espiritual, é procurar o desastre. O verdadeiro evangelismo e a formação de discípulos focalizam quatro aspectos: (1)Reconhecimento de nossa condição pecaminosa; (2) contrição sincera; (3) entrega espiritual sem reservas; (4) incontrolável compulsão para difundir a mensagem divina.

O pão dos mendigos
Aproximando-se o tempo de Sua partida, a preocupação de Cristo concentrou-se em Seus discípulos, aos quais serviu abnegadamente e amou profundamente. Eles não seriam abandonados. Embora Jesus tivesse que voltar para o Céu, o Espírito Santo foi comissionado a suprir a intimidade espiritual que os discípulos haviam desfrutado em Sua presença. A instrução de Cristo sobre a obra do Espírito era tão valiosa que João dedicou vários capítulos à sua preservação. Um elemento característico seria o testemunho do Espírito Santo a respeito de Cristo, embora o Espírito não tivesse que testemunhar sozinho. Acompanhados pelo Espírito, os discípulos também testemunhariam sobre o ministério de Jesus. Deus poderia ter designado anjos para disseminar, sem nosso auxílio, o evangelho. Em vez disso, Ele preferiu contar com seres humanos pecaminosos, errantes e imprevisíveis para esse sagrado chamado.

1. Leia João 1:40-46; 4:28-30; 15:26, 27; 19:35, 36. De que forma o humano e o divino trabalham juntos na conquista de pessoas?

Evangelismo tem sido informalmente definido como "mendigos dizendo a outros mendigos onde encontrar pão". André certamente se destacou nesse aspecto. Os escritos de seu irmão Pedro posteriormente foram incluídos na Bíblia. O ministério de Pedro foi narrado em Atos e Cristo incluiu esse apóstolo entre Seus três colaboradores mais próximos. Essas honras nunca foram concedidas a André. No entanto, ele recebeu reconhecimento especial por seguir a simples instrução de Cristo ao levar pessoas ao Salvador.

Quantos dos vasos escolhidos por Deus – pessoas eficientes no evangelismo, na administração e na liderança – foram apresentados a Cristo por discípulos fiéis cujas identidades, humanamente falando, foram há muito tempo esquecidas? Embora essas pessoas não tenham recebido distinção, a obra de Deus poderia ter sido enfraquecida se elas não tivessem testemunhado fielmente de Jesus. Cristo preparou Seus discípulos para tarefas maiores dando-lhes, primeiramente, atribuições simples, que estavam ao seu alcance. A mulher samaritana, Filipe e André demonstraram o poder do testemunho simples e dos convites sinceros. Todos somos chamados a fazer o mesmo.

Quando Jesus recomendou paciência
2. Leia Lucas 24:47-53; Atos 1:6-8; 16:6-10. Por que era necessário esperar pelo Espírito? Que lições referentes à paciência e à espera pelo tempo de Deus são sugeridas nessas passagens? Que encorajamento podemos receber da experiência de Paulo ao enfrentar frustração?

Mediante a pregação e exemplo, Jesus ensinou aos discípulos a paciência. Embora enfrentasse fanatismo, ignorância, incompreensão e total conspiração, Cristo perseverou pacientemente. Essa perseverança estava ancorada na completa dependência dEle em relação ao Espírito de Deus. Jesus compreendia que, a menos que os discípulos experimentassem a mesma dependência, o avanço do reino ficaria seriamente

Preparando Líderes Espirituais

Verso principal:
"Naqueles dias, retirou-Se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. E, quando amanheceu, chamou a Si os Seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de apóstolos" (Lc 6:12, 13).

Embora Jesus fosse sempre ativo em fazer discípulos, Ele reconheceu que Sua permanência na Terra seria breve. Portanto, dedicou-Se à formação de discípulos para que continuassem o trabalho depois que Ele partisse. Ele era o Mestre deles, tanto professor como treinador. Ainda que o ensino e o treinamento estejam obviamente relacionados, o ensino geralmente sugere transmissão de conhecimento, enquanto que o treinamento envolve a formação ou qualificação por meio da prática e disciplina.

A preparação dos discípulos para a liderança certamente envolveu o recebimento de conhecimento, mas o crescimento espiritual era ainda mais importante. Eles precisavam de experiência nas coisas de Deus, de fé, provações, santificação e abnegação, juntamente com a compreensão intelectual da doutrina e da teologia. O conhecimento, por si só, seria uma preparação insuficiente para enfrentar os difíceis desafios futuros. Jesus proveu ambos.

Escolha e preparação de líderes
A jornada terrena de Cristo foi relativamente breve. Portanto, o treinamento dos formadores de discípulos era imprescindível. Quem devia ser selecionado? Quantos deviam ser escolhidos? Sem dúvida, havia centenas de discípulos de Jesus. Deviam todos eles ser submetidos à educação em massa? Cristo entendia que a liderança era efetivamente cultivada em pequenos grupos, e não produzida em massa por meio de palestras. Um número limitado seria escolhido por Cristo para o curso de formação inicial.

1. Leia Lucas 6:12-16. O que Jesus fez antes de escolher Seus discípulos? Por que isso era tão importante?

Fazer escolhas eficazes exigia grande sabedoria. Jesus Se aproximou de Seu Pai celestial pela oração para

quarta-feira, 19 de março de 2014

Jesus e os Excluídos Sociais

Texto principal
"Quanto à mulher, deixou o seu cântaro, foi à cidade e disse àqueles homens: Vinde comigo e vede um Homem que me disse tudo quanto tenho feito. Será este, porventura, o Cristo?!" (João 4:28, 29).

A jovem, com antecedentes tristes (teve dois filhos fora do casamento no tempo em que estava com quinze anos de idade), agora estava presa, aguardando julgamento. Seu crime foi ter assassinado uma assistente social que devia levar seu bebê, a única pessoa a quem ela amava.

Sem mãe, pai, marido, qualquer parente ou amigo, ela enfrentava sozinha um futuro ameaçador. Mediante as visitas de um pastor, no entanto, essa jovem aprendeu que, apesar de todos os seus erros, da situação desesperadora e de seu futuro incerto, Cristo a amava e perdoava. Independentemente de como a sociedade a visse, ela conhecia por si mesma o eterno amor de Deus. Essa excluída social descobriu significado e propósito em seu Senhor, cujo amor e aceitação transcendiam todas as normas e até mesmo os melhores costumes sociais.

Os adventistas em todo o mundo estarão unidos em um grande movimento de oração! Aproveite essa grande oportunidade.

Pessoas "inferiores"
As sociedades estabelecem hierarquias. Pessoas ricas ou cultas costumam conseguir as mais altas posições.

Com os Ricos e Famosos

Texto principal
"O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos." (1Tm 6:10, NVI).

Dizem que "as pessoas gastam dinheiro que não têm em coisas de que não necessitam, a fim de impressionar as pessoas de quem não gostam".

Que importante verdade tem essa declaração, ela apresenta  algo discutível. O que não se discute, entretanto, é que o dinheiro pode ter uma poderosa influência sobre todos nós. Uma vez que os hábitos financeiros de uma pessoa representam de forma abrangente os valores que ela adota, o dinheiro é realmente uma questão espiritual. Sem dúvida, é por isso que a Bíblia gasta muito tempo falando sobre esse assunto.

Além disso, a fama normalmente acompanha a riqueza. Estrelas de cinema, atletas de destaque e políticos frequentemente possuem ambas. As celebridades exercem influência, uma forma de poder. Jesus, todavia, não Se impressionou com a riqueza ou o poder de ninguém. Ele simplesmente procurava alcançá-los pela mesma razão que O levava a alcançar todos os demais: Ele queria que tivessem a riqueza que o dinheiro não pode comprar.

Busque a Deus hoje para experimentar o arrependimento dos pecados e o refrigério pela presença do Espírito Santo.

Ricamente abençoado
Como seres humanos decaídos, estamos sujeitos à inveja, especialmente em relação aos que têm mais dinheiro do que nós (não importando quanto dinheiro podemos ter). A Bíblia, porém, não despreza totalmente nem a riqueza nem os ricos. À semelhança do que acontece com tantas outras coisas na vida, os problemas não surgem das coisas em si, mas da forma como nos relacionamos com elas.

1. Quais conselhos a Bíblia dá acerca da riqueza? Dt 8:17, 18; Gn 13:5, 6; 41:41-43; Jó 1:1-3; Dn 4:28-31. Por que era tão importante que Israel não se esquecesse de onde provinham as bênçãos que recebia?

Não há dúvida de que pessoas como Abraão, José, Mardoqueu, Ester, Ezequias, Josias e Josafá eram ricos e espiritualmente dedicados. O exemplo de Nabucodonosor, no entanto, mostra o perigo de tornar a riqueza um ídolo, algo que é tão fácil acontecer com qualquer pessoa. Por outro lado, o reconhecimento da