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segunda-feira, 17 de março de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Os discípulos e as Escrituras
Texto principal:
"Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a
vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim" (Jo 5:39).
Usando um detector de metais comprado em um bazar, o inglês
Terry Herbert descobriu, enterrados no campo de um fazendeiro, artefatos de
prata e armamento anglo-saxão banhado a ouro. O valor monetário estimado da
descoberta ultrapassou 5 milhões de dólares.
Como alguém que procura um tesouro em um campo de terra,
pedras e lixo, devemos ter cuidado para não deixar que as coisas da Terra nos
impeçam de alcançar o verdadeiro tesouro no alto: Jesus Cristo. Buscando
riquezas eternas, fariseus e saduceus "escavaram" os antigos escritos
sagrados. Ironicamente, seu mapa do tesouro, as Escrituras, tinha sido tão
radicalmente mal interpretado que eles erraram completamente o alvo: Jesus.
Explícita e implicitamente, Jesus incorporou as Escrituras
em Sua metodologia de discipulado. A suprema busca ao tesouro estava enraizada
nos escritos proféticos, que apontavam para Ele. Assim, não encontrar Jesus
significa errar o alvo. Tudo isso significa que, em última análise, todos os
nossos esforços para fazer discípulos devem enfatizar Jesus e o que Ele fez por
nós.
Jesus e a Bíblia
Uma vez que Jesus é o exemplo para todos os cristãos, Seu
nível de comprometimento com as Escrituras se torna mais do que uma questão de
interesse passageiro.
1. Leia Lucas 4:1-12 e 16-21. O que essas passagens sugerem
sobre a atitude de Cristo para com a Bíblia?
A narrativa das tentações de Cristo no deserto mostra que,
citando as Escrituras, Jesus repeliu todas as
sexta-feira, 7 de março de 2014
A Compaixão de Cristo
Para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do
profeta Isaías: Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas
doenças. Mateus 8:17. Nosso Senhor Jesus Cristo veio a este mundo como o
infatigável servo das necessidades do homem. “Tomou as nossas enfermidades e
carregou com as nossas doenças” (Mateus 8:17), a fim de poder ajudar a todas as
necessidades humanas. Veio para remover o fardo de doenças, misérias e pecados.
Era a sua missão restaurar inteiramente os homens.
Várias eram as circunstâncias e necessidades dos que Lhe
suplicavam o auxílio, e nenhum dos que a Ele se chegavam saía desatendido. D´Ele
procedia uma corrente de poder restaurador, ficando os homens física, mental e
moralmente sãos.
A obra do Salvador não estava restrita a qualquer tempo ou
lugar. A Sua compaixão desconhecia limites. Em tão larga escala realizara a Sua
obra de curar e ensinar; que não havia na Palestina edifício vasto bastante
para comportar as multidões que se Lhe aglomeravam em torno. Nas verdes
encostas da Galileia, nas estradas, à beira-mar, nas sinagogas e em todo lugar
a que os doentes Lhe podiam ser levados, aí se encontrava Seu hospital. Em cada
cidade, cada vila por que passava, punha as mãos sobre os doentes, e os curava.
Onde quer que houvesse corações prontos a receber-Lhe a mensagem, Ele os
confortava com a certeza do amor de Seu Pai celestial. Todo o dia ajudava os
que a Ele vinham; à tardinha atendia aos que tinham que labutar durante o dia
pelo sustento da família.
Jesus carregava o terrível peso de responsabilidade da
salvação dos homens. Sabia que, a menos que houvesse da parte da raça humana,
decidida mudança de princípios e desígnios, tudo estaria perdido. Esse era o
fardo de Sua alma, e ninguém podia avaliar o peso que sobre Ele repousava.
Através da infância, juventude e varonilidade, andou sozinho.
Dia a dia enfrentava provas e tentações; dia a dia era posto
em contato com o mal, e testemunhava o poder do mesmo sobre aqueles a quem
buscava abençoar e salvar. Não obstante, não vacilava nem ficava desanimado.
Era sempre paciente e bem-humorado, e os aflitos O saudavam
como a um mensageiro de vida e paz. Via as necessidades de homens e mulheres,
crianças e jovens, e a todos dirigia o convite: “Vinde a Mim.” Mateus 11:28.
Ao passar por vilas e cidades, era como uma corrente
vivificadora, difundindo vida e alegria.
Ellen G. White, Refletindo a Cristo, pág. 11.
quinta-feira, 6 de março de 2014
Discipulado por meio de Metáforas
Texto principal:
"Todas estas coisas disse Jesus às multidões por
parábolas e sem parábolas nada lhes dizia; para que se cumprisse o que foi dito
por intermédio do profeta: Abrirei em parábolas a Minha boca; publicarei coisas
ocultas desde a criação do mundo" (Mt 13:34, 35).
O cristianismo é razoável e tem lógica. O intelecto deve ser
cultivado. No entanto, o intelecto sozinho expressa de modo insuficiente toda a
personalidade humana. Ao contrário dos robôs, que são programados para
processar a razão e a lógica, os seres humanos são capazes de amar, sentir,
sofrer, chorar, preocupar-se, rir e imaginar. Por isso, Jesus ajustou as
verdades eternas de uma forma que ia além do mero intelecto. Ele falou por
intermédio de figuras concretas extraídas da vida cotidiana, a fim de alcançar
as pessoas onde elas estavam. Crianças e adultos podiam entender verdades
profundas transmitidas por meio de parábolas envoltas em imagens e metáforas.
Enquanto isso, conceitos complexos como justificação,
justiça e santificação eram facilmente compreendidos mediante a arte do Mestre
contador de histórias. Em outras palavras, conceitos que muitas vezes são
difíceis de entender na linguagem comum podem ser ensinados com o auxílio de
símbolos e metáforas.
Exemplos do Antigo
Testamento
1. Leia 2 Samuel 12:1-7; Isaías 28:24-28; Jeremias 13:12-14
e Ezequiel 15:1-7. Como essas parábolas e alegorias ampliam nossa compreensão
do relacionamento entre Deus e a humanidade? Quais objetos ou cenários
utilizados por esses profetas aparecem depois nas parábolas de Cristo?
Natã contou uma parábola a fim de disfarçar o verdadeiro
propósito de sua visita. Ao condenar o homem rico da parábola, Davi implicou a
si mesmo na transgressão, pronunciando assim a própria sentença. Usando um
artifício literário (uma parábola), Natã alcançou algo que de outra forma
poderia ter produzido confronto e, talvez, até mesmo sua execução!
A história poética de Isaías provém do ambiente agrícola
familiar aos seus ouvintes. Séculos mais tarde, Jesus empregaria esses mesmos
cenários. A parábola de Isaías ensina sobre a misericórdia ilimitada de Deus
nos tempos de punição. O capítulo 12 de Hebreus também apresenta o castigo de
Deus como instrumento para a correção e não como arma para vingança. Castigos
divinos refletiam Seus propósitos redentores. Eles eram suficientes para
encorajar o arrependimento, reavivamento e reforma. No entanto, quando ocorria
teimosia e rebelião mais amplas, havia punições maiores.
A parábola de Jeremias é uma terrível ilustração do
julgamento. Sempre que os seres humanos frustram o propósito redentor de Deus,
Ele finalmente os entrega às consequências de suas escolhas. Cristo também
compartilhou com Seus ouvintes parábolas sobre o julgamento. Ezequiel usou um
símbolo diferente para transmitir uma mensagem similar.
Por que contar histórias é uma forma tão poderosa de
expressar a verdade? Quais são suas histórias favoritas, e por que você gosta
delas? Comente com a classe.
Sabedoria arquitectónica
2. Leia Mateus 7:24-27. Qual é a contribuição desses versos
para nossa compreensão do discipulado cristão? Por que Jesus usou esse exemplo
da natureza para ensinar uma verdade tão importante?
As modernas sociedades alfabetizadas consideram a
alfabetização algo garantido. No entanto, ainda hoje, existem muitas sociedades
não alfabetizadas. Ao longo da história antiga, a alfabetização foi exceção e
não
quarta-feira, 5 de março de 2014
Discipulado e Oração
Texto principal
"Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que
vierem a crer em Mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam
um; e como és Tu, ó Pai, em Mim e Eu em Ti, também sejam eles em nós; para que
o mundo creia que Tu Me enviaste" (Jo 17:20, 21).
Não importa o que fizermos para salvar pessoas, sejam quais
forem os programas evangelísticos que criarmos, devemos orar fervorosamente por
aqueles que procuramos alcançar. Isso está no centro da vida do cristão, e de
modo especial na vida do cristão que deseja formar novos discípulos. Que
mudanças poderosas poderiam ocorrer se a oração constante e fervorosa estivesse
no centro da nossa metodologia ao buscarmos fazer e manter discípulos!
"Apeguem-se os obreiros às promessas de Deus, dizendo:
'Tu prometeste: 'Pedi e recebereis' (Jo 16:24). Eu preciso que esta pessoa se
converta a Jesus Cristo.' Solicitem orações em favor das pessoas por quem vocês
trabalham; apresentem-nas perante a igreja como objetos de súplica. [...]
"Escolham alguém, e alguém mais, buscando diariamente a
orientação de Deus, em Suas mãos depondo tudo em fervorosa oração, e
trabalhando na sabedoria divina" (Ellen G. White, Medicina e Salvação, p.
244, 245).
Compaixão provada
pelo tempo
Frequentemente, a oração assume uma postura egocêntrica. Os
cristãos apresentam suas listas de desejos diante de Deus, na esperança de
obter o que pedem. Ainda que tenhamos sido orientados a colocar nossas petições
diante de Deus, às vezes, nossos motivos não são puros. Afinal, nosso coração
não é corrupto, perverso e enganoso? Nossas orações não poderiam, às vezes,
simplesmente refletir o pecado que está dentro de nós?
No entanto, a oração de intercessão se concentra nas
necessidades de outra pessoa, eliminando assim a possibilidade de motivação
egoísta. Ao longo da história, as orações de intercessão representaram as mais
segunda-feira, 3 de março de 2014
domingo, 2 de março de 2014
Discipulado das Crianças
Texto principal:
"Vendo os principais sacerdotes e os escribas as
maravilhas que Jesus fazia e os meninos clamando: Hosana ao Filho de Davi!,
indignaram-se e perguntaram-Lhe: Ouves o que estes estão dizendo?
Respondeu-lhes Jesus: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e crianças de
peito tiraste perfeito louvor?" (Mt 21:15, 16).
Em nosso desejo de pregar ao mundo e fazer discípulos de
todas as nações, não devemos esquecer uma classe de pessoas: as crianças.
Estudos cristãos sobre crianças e jovens divergem em muitos
aspectos. No entanto, através das linhas denominacionais algo parece constante:
a maioria dos cristãos entregou a vida a Cristo em uma idade relativamente
jovem. Um número menor de convertidos vem da população mais idosa. Muitas
igrejas, aparentemente, ignoram esse fato importante em seu planeamento
evangelístico, direcionando a maior parte de seus recursos para a população
adulta. Os primeiros discípulos de Cristo também parecem ter subestimado o
valor do ministério das crianças. Jesus rejeitou essa atitude e abriu espaço
para as crianças, até mesmo dando prioridade a elas.
Vantagem da criança
hebreia
As crianças hebreias desfrutavam um tratamento especial
quando comparadas às crianças das antigas nações vizinhas. Em muitas culturas
eram difundidos sacrifícios de crianças para apaziguar os deuses. Do contrário,
o valor das crianças frequentemente era medido por sua contribuição económica à
sociedade. Produtividade do trabalho, não valor intrínseco, definia seu
relacionamento com o mundo adulto. É triste dizer, mas algumas dessas atitudes,
especialmente quando se trata de valor económico, são encontradas em nosso
mundo atual. Verdadeiramente, o dia da ira precisa vir.
Evidentemente, a apostasia de Israel afetou o valor dado
pela população às crianças. O envolvimento de Manassés com a feitiçaria e as
religiões de outras nações induziu ao sacrifício de crianças (2Cr 33:6). No
entanto, o reinado de Manassés foi exceção e não regra. Sob liderança mais
espiritual, os israelitas valorizavam muito seus descendentes.
1. Leia o Salmo 127:3-5; 128:3-6; Jeremias 7:31;
Deuteronômio 6:6, 7. Que valor Deus dá aos filhos? De que maneira uma
compreensão adequada das Escrituras pode afetar nosso relacionamento com eles?
Educação, direito de primogenitura e muitas outras práticas
culturais demonstravam claramente o valor das crianças na antiga cultura
hebraica. Não é de admirar que Cristo tenha expandido a posição já exaltada das
crianças, em comparação com as culturas circundantes, para novas dimensões.
Afinal, as crianças são seres humanos, e a morte de Cristo foi por todas as
pessoas, independentemente da idade, um ponto que nunca devemos esquecer.
É difícil acreditar que haja adultos tão corrompidos, tão
maus e tão degradados que façam mal às crianças,
às vezes até mesmo às suas.
Como podemos, em qualquer situação em que estivermos, amar, proteger e educar
as crianças dentro da nossa esfera de influência?
Infância de Jesus
Se Jesus não tivesse passado pela infância, chegando ao
planeta Terra como adulto, sérias questões poderiam ser levantadas a respeito
de Sua capacidade de Se identificar com as crianças. Cristo, porém, Se
desenvolveu como toda criança deve se desenvolver, não omitindo nenhuma das
etapas de desenvolvimento associadas ao crescimento e à maturidade. Ele
compreende as tentações dos adolescentes. Ele sofreu as fragilidades e
inseguranças da infância. Cristo enfrentou os desafios que toda criança
enfrenta na sua própria esfera. Sua experiência na infância foi outra maneira
crucial pela qual nosso Salvador revelou Sua verdadeira humanidade.
2. Ler Lucas 2:40-52. O que isso ensina sobre a infância de
Jesus?
"Entre os judeus, os doze anos eram a linha divisória
entre a infância e a juventude. Ao completar essa idade, um menino hebreu era
considerado filho da lei, e também filho de Deus. Eram-lhe dadas oportunidades
especiais para instruções religiosas, e esperava-se que participasse das festas
e observâncias sagradas. Foi em harmonia com esse costume, que Jesus em Sua
meninice fez a visita pascal a Jerusalém" (Ellen G. White, O Desejado de
Todas as Nações, p. 75).
De acordo com o texto, Jesus adquiriu sabedoria. Deus Lhe
concedeu graça. Desde o encontro no templo durante a visita pascal, em Sua
infância, percebemos que Jesus tinha profunda sabedoria bíblica. Os rabinos
ficaram muito impressionados com as perguntas e respostas de Jesus.
Deus certamente usou várias experiências da infância para
moldar esse caráter impecável. Talvez a disciplina de aprender habilidades de
carpintaria, a atenção de pais dedicados, a exposição regular às Escrituras e
Suas interações com os habitantes de Nazaré formaram a base de Sua educação
inicial. No fim, por mais notável que Jesus tenha sido na infância, ainda assim
Ele havia sido uma criança, como cada um de nós.
"O menino Jesus não recebeu instrução nas escolas das
sinagogas. A mãe foi Sua primeira professora humana. Dos lábios dela e dos
rolos dos profetas, aprendeu as coisas celestiais. As próprias palavras ditas
por Ele a Moisés para Israel, eram- 0Lhe agora ensinadas aos joelhos de Sua
mãe" (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 70). Medite nas
incríveis implicações dessas palavras. O que elas nos ensinam sobre a
humanidade de Cristo?
Curando as crianças
3. Leia Mateus 9:18-26; Marcos 7:24-30; Lucas 9:37-43; João
4:46-54. Quais são as semelhanças e
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