sábado, 20 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
CASAMENTO EM RISCO – RAIVA NAS DISCUSSÕES
O conflito faz parte das relações afetivas, em particular
das relações amorosas. Não sendo expectável – nem saudável – que um casal passe
a vida a discutir, também não é positivo que um ou os dois membros do casal
assumam uma postura de evitação do conflito. Porquê? Porque, apesar do
desgaste, as discussões implicam que cada um tenha oportunidade de manifestar
desagrado, permitem que ambos se sintam livres para deitar cá para fora aquilo
que os insatisfaz e, claro, permitem que a intimidade emocional cresça.
De um modo geral, as discussões são um ponto de partida para
que cada pessoa se aperceba dos próprios erros e das necessidades do outro.
Estes aparentes braços-de-ferro são, muitas vezes, pontos de
viragem que permitem que as relações continuem a evoluir, acompanhando as
mudanças por que passam cada um dos membros do casal.
Não consigo conceber duas pessoas exatamente iguais, cujas
ideias convirjam sempre e em todas as matérias (sexo, dinheiro, sogros, filhos,
política, amigos, saídas, tarefas domésticas), pelo que quando duas pessoas me
dizem que NUNCA discutem, temo que pelo menos uma delas não esteja a ser capaz
de verbalizar as suas reais emoções. Porque é isso que me mostra a experiência
como terapeuta de casais.
Mas se as discussões são – ou podem ser – o ponto de partida
para o crescimento a dois, não há nada de positivo nas discussões que traduzem
apenas níveis elevados de raiva e que teimam em prolongar-se.
Há uma barreira que separa as discussões destrutivas daquelas
que efetivamente podem contribuir para o conhecimento mútuo e para a intimidade
emocional.
Quando, independentemente do assunto, a única emoção que
conseguimos transmitir ao cônjuge é a RAIVA,
é possível que cada discussão seja apenas a tradução do afastamento que se
instalou entre os membros do casal. Nesses casos, a dificuldade em empatizar
com o cônjuge é enorme e é praticamente impossível discernir sobre o que pode
ou deve ser melhorado.
Pelo contrário, quando a raiva se eterniza, transformando
cada discussão numa espécie de batalha em que o assunto mais trivial pode
descambar num rol de insultos, é tempo de dizer: STOP!
A acumulação de raiva aumenta a probabilidade de os membros
do casal entrarem numa escalada de violência do tipo “olho por olho”.
Enfrentar os problemas a dois implica que ambos se
manifestem disponíveis para escutar, intervir e permitir que o outro também
intervenha. Infelizmente, um dos erros mais frequentes consiste em falar
ininterruptamente sem permitir que o cônjuge também o faça. Este vício de
comunicação, normalmente marcado por CRÍTICAS FEROZES ao comportamento do
outro, constitui mais um ataque pessoal do que uma crítica construtiva. Por
isso, é de esperar que quem estava habituado a ouvir se sature muito rapidamente.
Gera-se, assim, um ciclo vicioso:
·
um dos membros do casal ataca o cônjuge,
·
este defende-se, o que aumenta a hostilidade do
primeiro.
O aumento da escalada pode levar a que o cônjuge que é alvo
das críticas se cale, gerando silêncios ensurdecedores e a sensação (para
ambos) de que as discussões não levam a lado nenhum. Alguns investigadores têm
demonstrado que estes erros podem ser fatais, já que conduzem o casal ao
divórcio.
Na maioria dos casos, este tipo de ciclos viciosos
manifestam-se da seguinte forma: a mulher “ataca” o marido manifestando a sua
insatisfação através de críticas pessoais muito fortes (marcadas pela raiva e
desprezo) e o homem evita-a (retirando-se) ou fica calado. Mas a inversão
destes papéis também acontece.
"Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a
vossa ira.” (Efésios 4: 26)
terça-feira, 16 de julho de 2013
O SILÊNCIO E O REAVIVAMENTO
A história do aparecimento de Jesus junto dos dois
discípulos no caminho de Emaús revela a função que a Bíblia desempenha no
processo de dar início a um verdadeiro reavivamento. Aqueles seguidores de
Cristo estavam confusos. Gradualmente, porém, Ele “explicava-lhes o que d´Ele
se achava em todas as Escrituras” (Lucas 24:27). Jesus repetiu-lhes as
profecias do Velho Testamento a respeito do Messias. Ele podia ter operado um
milagre para provar a Sua identidade ou ter-lhes mostrado as cicatrizes nas Suas
mãos. Não o fez. Em vez disso, Ele deu-lhes um estudo Bíblico.
Repare na reacção deles quando refletiram sobre o que tinha
acontecido naquele dia: “Porventura não ardia em nós o nosso coração quando,
pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras?” (Lucas 24:32).
Foi depois que ficaram só que eles chegaram ao centro do
mais profundo dos seus seres e aí permaneceram por instantes – parados,
silenciosos, atentos. A meditação é, essencialmente, um modo de aprendermos a
estar despertos, plenamente vivos e calmos. O caminho para esse estado
vigilante é o silêncio e a quietude. Isto é um grande desafio para as pessoas do
nosso tempo, porque estamos invadidos por ruídos e distracções e poucos são os
que tem experiência do silêncio, e o silêncio pode ser terrivelmente ameaçador
para as pessoas de uma cultura dos “ruídos”, como aquela em que vivemos. Temos de
nos habituar a esse silêncio. É por isso que o caminho da meditação é o caminho
para aprender a dizer uma palavra interiormente, no nosso coração.
Acho que o que todos temos de aprender não é tanto como
criar silêncio: o silêncio já está dentro de nós. O que temos a fazer é entrar
nele, tornamo-nos silenciosos, tornarmo-nos o próprio silêncio. O propósito da
meditação e o seu desafio é permitir-nos ficar suficientemente silenciosos,
para que esse silêncio interior possa emergir. O silêncio é a linguagem do
Espírito.
Aprender a dizer a nossa palavra maranatha, deixando para
trás todas as outras palavras, ideias, imaginação e fantasias, é aprender a
entrar na presença do Espírito, que vive no mais profundo do nosso coração, que
ai mora em amor (João 20:19-21). E acrescenta: “Recebei o Espírito Santo” v.22.
O Espírito de Deus vive nos nossos corações, em silêncio. E, com humildade e
fé, devemos entrar nessa presença silenciosa.
O objectivo mais importante na meditação cristã é permitir
que a presença misteriosa e silenciosa de Deus, que está dentro de nós (João
16:8), se torne cada vez mais, não apenas uma realidade, mas, a realidade das
nossa vidas; para que se torne essa realidade que dá sentido, forma e propósito
a tudo o que fazemos, a tudo o que somos.
Então, acontecerá reavivamento tal como no dia de
Pentecostes. Acontecerá vida!
“O Espírito ´emerge´ dos discípulos, que expectantes oravam,
com uma plenitude que alcançou cada coração. O Ser infinito revelou-Se em poder
à Sua igreja. Era como se por séculos esta influência estivesse sendo reprimida,
e agora o Céu se regozijasse em poder derramar sobre a igreja as riquezas da
graça do Espírito. E sob a influência do Espírito, palavras de penitência e
confissão misturavam-se com cânticos de louvor por pecados perdoados.” Atos dos
Apóstolos, p. 37
José Carlos Costa,
pastor
sexta-feira, 12 de julho de 2013
COMO CRISTO CONQUISTAVA AS PESSOAS?
OBJETIVOS
1. Aprender com o
exemplo de Cristo
“Unicamente os Métodos de Cristo Trarão Verdadeiro Êxito no
Aproximar-se do Povo.” C.B.V. p.143.
2. Por quê e como
Aplicar os Métodos Cristo Hoje
“O Salvador misturava-se com os homens como uma pessoa que
lhes desejava o bem. Manifestava simpatia por eles, ministrava-lhes as
necessidades e granjeava-lhes a confiança. Ordenava então: Segue-me.” C.B.V.
p.120.
O EXEMPLO DE CRISTO
Misturou-se com os Homens Desejando-lhes o Bem.
Demonstrou Simpatia por eles.
Atendeu Suas Necessidades.
Ganhou Sua Confiança.
Convidou-os Para Segui-Lo.
Prometeu Fazê-los “Pescadores de homens"
1. Cristo ia ao Encontro das Pessoas
Aproximava-se do coração do povo.
Procurava-os nas Ruas Públicas.
Nas Casas Particulares.
Nos Barcos.
Na Sinagoga.
Às Margens do Lago.
Nas Festas Nupciais.
Ia-lhes ao encontro em suas ocupações diárias.
Manifestava interesse em seus negócios seculares.
Levava suas instruções às famílias... Serviço Cristão. 119
2. Cristo Atendia
as Necessidades das Pessoas
Tão Cheia de Simpatia e Amor era a sua atitude...
Era Bom para Com todos...
Ia de Casa em Casa:
Curando os Enfermos (Alimentando os Famintos;Confortando os
que choravam;Aliviando os Aflitos; Falando de paz aos angustiados;Tomava as
criancinhas nos braços e as abençoava; Falava palavras de Esperança e
conforto... Medicina e Salvação, 19).
3. Revelava Amor
e Compaixão
“Cristo Fazia Preceder a Sua Mensagem por Atos de Amor e
Beneficência.” Serviço Cristão, 113.
“Não Considerava ninguém Indigno.” Serviço Cristão, 120.
“Seu Amor puro e santo, abençoava a todos os que estivessem
dentro de sua esfera de Influência.” Medicina e Salvação, 20.
4. Convidava Para
Seguir Jesus.
“Jesus Via em Cada alma alguém a quem devia ser feito o
chamado para o Seu Reino.” SC, 119.
SEGUIR OS MÉTODOS DE CRISTO
“Deus tem retido suas bênçãos porque Seu povo não tem
trabalhado em harmonia com Seus Métodos.” Testimonies, VII, 18.
"Se seguirmos o exemplo de Cristo em fazer o bem, os
corações nos estarão abertos, como estiveram para Ele.” Serviço Cristão, 120.
Envolvimento Pessoal
"A obra de Cristo compôs-se em grande parte de
conversas individuais". SC, 116.
"Jesus Punha-se em Contato com aqueles a quem desejava
atrair". SC, 117.
"A Poderosa Simpatia Pessoal que dEle emanava,
conquistava os corações". SC, 119.
Necessidade do Envolvimento pessoal
"Um dos meios mais eficazes de comunicar a luz é o
trabalho particular, pessoal". SC, 118.
"Atraí os que se encontram ao redor de vós mediante o
trabalho pessoal". SC, 118.
"De importância igual às conferências públicas especiais é o trabalho de casa em
casa nos lares do povo". SC, 113.“A influência pessoal é um poder.” SC,
119.
“Devemos aproximar-nos dos homens individualmente com
simpatia semelhante à de Cristo.” SC,
117.
“Muitos há a espera de que alguém se lhes dirija
pessoalmente.” SC, 118 .
“Visitai vossos vizinhos numa maneira amigável, e
relacionai-vos com eles.” SC, 115.
“...o trabalho pessoal feito por cada indivíduo, o interesse
manifestado pelos amigos e vizinhos, pode realizar muito mais do que se possa
avaliar.” SC, 121.
“É por falta dessa espécie de trabalho que estão perecendo
muitas almas por quem Cristo Morreu.”SC, 121.
Trabalho em Duplas
“Chamado os doze para junto de si, Jesus ordenou-lhes que
fossem de dois em dois pelas cidades e aldeias.” SC, 128.
“Da Mesma Maneira Ele enviou posteriormente os setenta.”
DTN, 332.
“Nenhum foi mandado sozinho, mas irmão em companhia de
irmão, amigo ao lado de amigo.” SC, 128.
Necessidade do Trabalho em Duplas
“... orando um com o outro.”
“... a força de um suprindo a fraqueza do outro.” SC, 128.
“Era Desígnio do Salvador que os mensageiros do Evangelho
assim se associassem.” DTN, 332.
“Teria Muito mais êxito a obra evangélica em nossos dias,
fosse esse exemplo mais estritamente seguido.” DTN, 332.
O Que as Duplas Devem Fazer
“Irmãos e irmãs, visitai aqueles que residem próximo de vós,
e com simpatia e bondade procurai cativar-lhes o coração”. SC, 115.
“Ajudando onde for necessário o auxílio”. SC, 113.
“Simpatizai com eles, orai com eles, espreitai as
oportunidades de os beneficiar, e segundo vos for possível, reuni alguns deles
e abri a Palavra de Deus perante suas mentes em trevas”. SC. 116.
“Não precisam insistir em assuntos doutrinários; falem da
obra e sacrifício de Cristo”. SC. 116.
“Falai, orai, cantai acerca de Cristo Crucificado, e isso
comoverá e cativará corações.” SC. 130.
“Dizei-lhes como encontrastes Jesus, e como tendes sido
abençoados desde que vos pusestes ao Seu serviço.” SC. 124.
“Falai-lhes da alegria, do gozo que existe na vida cristã”.
SC 124.
“Podereis assim, conquistar-lhes o coração.” SC. 128.
“Anjos de Deus vos acompanham às moradas daqueles a quem
visitais”. SC. 118.
“Estou Convosco todos os Dias, é Sua Promessa.” SC.
114.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Fases do Desenvolvimento de um Líder
Fases de Desenvolvimento de um líder.Como tudo na vida, também o desenvolvimento de um líder se dá em fases. Uma sucessão de eventos e influências marca a vida de um líder. O livro “The Making of a Leader” de Robert Clinton descreve a sequência de fases como segue:
Partimos da compreensão que enquanto o líder espiritual ensina e ajuda outros a progredirem em sua vida espiritual, a interação com as pessoas, o próprio processo de ensino e aprendizado conduzido pelo líder e a sua exposição às lutas e confrontos de seu ministério de liderança, contribuem e são utilizados por Deus para o desenvolvimento do líder e aexpansão de sua influência. Em outras palavras, enquanto o líder ensina, aprende!!
Entender a seqüência destas fases e submeter-se com atitude positiva e consciente à direção de Deus permite com que este processo seja o mais eficaz possível e seus efeitos os mais duradouros e profundos na vida do líder. Segue um breve comentário para cada fase de desenvolvimento de um líder:
Fase 1. Fundamentos Soberanos: Providencialmente Deus trabalha através de família, ambiente e eventos na vida do futuro líder. Começa com o nascimento. É difícil acreditar que Deus estava trabalhando em sua vida por meio de tantas coisas que não eram nada santas, mas Deus estava lá preparando o que você seria hoje, na medida em que você permitiu a Sua ação ou não (cf. Gn. 50: 15-20 e Rm. 8:28).
Nesta fase Deus está desenvolvendo o líder estabelecendo os fundamentos em sua vida. O líder em potencial tem pouco ou nenhum controle sobre o que acontece com ele. Nesta fase deve aprender a responder positivamente e tirar vantagem para o seu crescimento espiritual daquilo que Deus está lançando como fundamento.
Fase 2. Crescimento da vida interior: é uma época em que futuro líder se empenha em conhecer a Deus de uma maneira mais pessoal e íntima. Aqui o líder aprende a importância de orar e ouvir a Deus. Conforme ele vai crescendo em discernimento, entendimento e obediência, ele será testado. Estes testes bem no início de sua formação, são experiências cruciais que Deus usa para preparar o líder para as próximas fases em liderança. Nesta fase o líder em formação envolve-se em algum tipo de serviço ou ministério. Neste contexto de aprender fazendo, ele ganha novas lições de vida interior.
Nesta fase o potencial de liderança é identificado e Deus usa experiências probantes para desenvolver o caráter. Respostas consagradas permitem que o líder aprenda as lições fundamentais que Deus está ensinando. Se a pessoa não aprende as lições, geralmente elas lhe são apresentadas de novo nas mesmas áreas. Uma resposta apropriada resultará em um ministério em expansão e responsabilidades maiores.
Fase 3. Maturação Ministerial: o líder emergente expande-se em direção a outras pessoas. Ele começa a fazer experiências com os seus dons espirituais, mesmo que não conheça a base teórica dos dons. Ele busca treinamento para se tornar mais efetivo no serviço. O Ministério é o foco do líder emergente nesta etapa.
Deus está desenvolvendo o líder de duas maneiras durante este tempo: através do ministério e através da igreja. Ele vai desenvolver as suas habilidades relacionais. Estes relacionamentos vão ensiná-los as lições boas e as ruins que caracterizam a natureza humana.
=> Atividade e produtividade ministerial não são os pontos fortes das fases 1, 2 e 3. Deus está trabalhando principalmente dentro do líder, não ainda através dele ou dela. Nestas fases podem surgir frustrações típicas, pois os líderes em formação não reconhecem esta fase. Eles estão constantemente avaliando produtividade e sucesso, enquanto Deus está silenciosamente avaliando o seu potencial de liderança. Ele quer nos ensinar que nós lideramos a partir daquilo que somos.
Fase 4. Maturação de vida: o líder identificou seus dons e os usa em um ministério que satisfaz. Ele ganha senso de prioridades e de como utilizar os seus dons de maneira mais eficaz e entende que aprender o que não fazer á tão importante como aprender o que fazer. Uma maturidade frutífera é o resultado. Isolamento, crises e conflitos recebem um novo significado. O princípio de que o “ministério flui do ser” enquanto o caráter do líder se estabelece e amadurece.
Nesta fase a compreensão experiencial de Deus está sendo desenvolvida. Comunhão com Deus torna-se fundamental e mais importante que sucesso no ministério. Com esta abordagem o ministério recebe incrementada relevância e frutificação. O relacionamento com Deus se aprofunda, o que é a base para um ministério efetivo e duradouro.
Fase 5. Convergência: Deus movimenta o líder para uma função que combina com os seu Mix de dons e sua experiência para que o seu ministério seja maximizado. O líder usa o seu melhor e se livra daquele ministério para o qual não está qualificado com dons. Maturidade de vida e maturidade no ministério encontram juntos o seu ápice nesta fase.
Muitos líderes não experimentam a fase de convergência e há várias razões para isto. Algumas vezes são impedidos pela falta de seu próprio desenvolvimento pessoal. Em outros momentos a organização à qual servem o mantém em uma situação limitante de ministério. Alguns motivos são providenciais e podem ser difíceis de serem entendidas pelo fato de não termos a visão plena daquilo que Deus quer de nossa vida (cf. a vida de João Batista).
O momento da fase 5 é de conduzir o líder para uma posição e um lugar onde desfrutará do máximo de eficiência e eficácia. A resposta do líder para a guia de Deus é de confiança, descanso e observação de como Deus o move a um ministério que incorpora todos os desenvolvimentos das fases anteriores. Convergência é na verdade a resposta consistente de Deus para todo o trabalho realizado na vida do líder.
Fase 6. Plenitude: Esta fase é para muito poucos. Os frutos de uma vida de ministério e crescimento culminam em uma era de reconhecimento e influência indireta sobre uma amplitude jamais imaginada. Líderes na fase da plenitude construíram uma vida de contatos e continuam a exercer influência sobre estes relacionamentos. Muitos os buscam por causa do rastro coerente que deixaram atrás de si de uma vida devota seguindo ao Senhor. O reservatório de sabedoria ajuntado através de uma longa vida, vai servir de bênção para muitos ainda.
=> O desenvolvimento destas fases são consistentemente caracterizadas por pelo menos 3 caminhos: 1) diferentes tipos de processos ocorrem em cada fase. 2) cada fase é terminada por um conjunto de eventos específicos. 3) em cada fase há uma esfera diferente de influência.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
A Influência do Testemunho Pessoal
"Este evangelho do
reino será pregado em todo o mundo como testemunho." Mateus 24:14
Pertencer ao povo de
Deus é um grande privilégio. Olhar para a igreja e ver que ela tem passado,
presente e futuro; que tem uma história, um desafio e uma esperança, realmente
enche o coração de satisfação.
No presente o nosso
desafio é: cumprir a missão. Tarefa impossível do ponto de vista humano.
Possível apenas quando nos entregamos à completa atuação do Espírito Santo na
nossa vida. Apesar de todos os recursos dos meios de comunicação à nossa
disposição, não nos esqueçamos da importância do testemunho pessoal.
O Dr. Jack Provonsha,
da Universidade de Loma Linda, conta a história de três ervilhas ainda na
vagem. A história ilustra o ponto de equilíbrio entre a confiança e a humildade
no nosso testemunho.
Durante muito tempo,
as três ervilhas viveram sob a impressão de que o mundo era inteiramente verde.
Mas, um dia, a vagem abriu-se e as três ficaram extasiadas. “Que faremos?”,
perguntaram. “Olha o chão é mais escuro do que verde!” Imediatamente, cada uma
delas tomou uma posição diferente.
A primeira, que
procurava desculpas para se desfazer da sua fé, enterrou-se profundamente no
solo, sujando-se o mais rápido que pôde. Não tinha a certeza do valor do seu
verde, e o cobriu imediatamente. A segunda ervilha disse: “Oh! O verde é melhor
do que a sujar-se no barro!” E ao pronunciar essas palavras escorregou de novo
para dentro da vagem, fechando-a com o máximo de firmeza possível. A terceira
disse: “Estou contente em ser verde. Na verdade, creio que o mundo precisa de
mais verde. Vou andar no meio do barro e partilhar o meu verde.”
Quais são as três atitudes que encontramos nessa alegoria? A
postura da primeira ervilha era de um cristianismo dissimulado, esperando uma
oportunidade para “cair” e abandonar a sua identidade e valores. A segunda
demonstrou comodismo e falta de compromisso: “Deixe que os outros façam.” E,
finalmente, a terceira demonstrou equilíbrio entre a confiança e a humildade.
Mostrou disposição de conviver, relacionar-se e debater com as pessoas que não
vêem as coisas como nós vemos; o desejo de ser “sal da terra” e “luz do mundo”.
Você pode orar:
“Querido Deus, ensina-me a ser aquilo que Tu desejas que eu seja, aonde quer
que eu for.”
A convicção interna de que aquilo em que você crê traz
mudança na sua vida e pode mudar a vida de outros é importante no seu
testemunho pessoal.
terça-feira, 4 de junho de 2013
A Oração de Salvação
A Oração de Salvação - a nossa primeira conversa real com
Deus
A "oração de
salvação" é a oração mais importante que chegaremos a orar. Quando
estivermos prontos para nos tornarmos um Cristão, estaremos prontos para ter a
nossa primeira verdadeira conversa com Deus. Essa conversa inclui tais
componentes:
• Reconhecemos que Jesus Cristo é Deus; que Ele veio à terra
como um homem para viver uma vida sem pecado que não podemos viver; que Ele
morreu no nosso lugar para que não tivéssemos que pagar a penalidade que
merecemos pagar.
• Confessamos a nossa vida de pecado - vivendo para nós
mesmos e não obedecendo a Deus.
• Admitimos que estamos prontos para confiar em Jesus Cristo
como nosso Salvador e Senhor.
• Pedimos a Jesus para entrar no nosso coração, fazer dele a
Sua residência e começar a viver através de nós.
Oração de Salvação – Começa com fé em Deus
Quando fazemos a
oração de salvação, estamos a dizer a Deus que acreditamos que a Sua Palavra é
verdade. Através da fé que Ele nos tem dado, fazemos a escolha de acreditar n´Ele.
A Bíblia diz que "sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é
necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se
torna galardoador dos que o buscam" (Hebreus 11:6).
Então, quando oramos
para pedir a Deus pela salvação presente, viver a salvação e salvação no dia
glorioso da Sua vinda, estamos exercitando o nosso livre arbítrio de fazer a
decisão de acreditar n´Ele. Essa demonstração de fé agrada a Deus porque nós O
escolhemos livremente.
Oração de Salvação – Confessar os nossos pecados
Quando fazemos a
oração de salvação, estamos a admitir que temos pecado. A Bíblia diz de todos,
menos de Cristo, que "todos pecaram e carecem da glória de Deus"
(Romanos 3:23).
Pecar é simplesmente
não alcançar o alvo, como uma flecha que não alcança o centro do alvo. A glória
de Deus da qual carecemos é encontrada apenas em Jesus Cristo: "Porque
Deus que disse: ‘De trevas resplandecerá luz’ – ele mesmo resplandeceu em
nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de
Cristo" (2 Coríntios 4:6).
A oração de salvação
reconhece que Jesus Cristo é o único ser humano de todos os tempos que viveu e
nunca pecou. "Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós
para que nele fôssemos feitos justiça de Deus" (2 Coríntios 5:21).
A Oração de Salvação – Professa a fé em Cristo como Salvador
e Senhor
Com Cristo como nosso
padrão de perfeição, estamos agora confirmando a fé n´Ele como Deus,
concordando com o que o Apóstolo João disse: "No princípio era o Verbo
(Cristo), e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no
princípio com Deus. Todas as cousas foram feitas por intermédio dele, e sem ele
nada do que foi feito se fez" (João 1:1-3).
Deus podia aceitar
apenas um sacrifício perfeito e sem pecado. Já que Ele sabia que não poderíamos
executar isso, Ele mandou Seu Filho para morrer por nós e pagar o preço eterno.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigénito,
para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João
3:16).
Oração de Salvação – Repita com sinceridade!
Você concorda com
tudo que tem lido até agora? Se sim, não espere mais um minuto para começar uma
nova vida em Jesus Cristo. Ore:
"Pai, sei que
tenho transgredido as Tuas leis e meus pecados me têm separado de Ti. Realmente
sinto muito; agora quero afastar-me da minha vida de pecado e aproximar- me de
Ti. Por favor perdoa e ajuda-me a evitar a pecar de novo. Creio que o Teu Filho
Jesus Cristo morreu pelos meus pecados, ressuscitou dos mortos, hoje vive e
escuta a minha oração. Convido Jesus a ser o Senhor da minha vida para reinar no
meu coração de hoje em diante. Por favor envie o Espírito Santo para me ajudar
a obedecer e a fazer a Tua vontade pelo resto da minha vida. Em nome de Jesus.
Amém."
Oração de Salvação – Eu orei, e agora?
Se você fez essa
oração de salvação com verdadeira convicção, você agora é um seguidor de Jesus.
Isto é um fato, quer você se sinta diferente ou não. Outros sistemas de
religião talvez o fizeram acreditar que era necessário sentir algo – um calor
especial, um sentimento físico de tranquilidade ou outra experiência mística. A
verdade é que talvez sim e talvez não. Se você fez a oração de salvação de
coração, você agora é um seguidor de Jesus. A Bíblia diz que a sua salvação
eterna está segura! "Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e
em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás
salvo" (Romanos 10:9).
Seja bem-vindo à família
de Deus! Gostaríamos de encorajá-lo a achar uma igreja local onde você possa
ser preparado para ser batizado e crescer no conhecimento de Deus através da Sua
Palavra, a Bíblia. Quer saber qual é a igreja de Jesus Cristo aqui na terra?
Leia Apocalipse 14:12 e o Espírito Santo o guiará a entrar o
Seu povo.
Abraço fraterno.
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