quinta-feira, 4 de abril de 2013

Pelo celular, Gabriel encontrou a Esperança

Gabriel Feles dos Santos é um adolescente que ajuda os pais na lavoura e no cuidado com os animais. Em meio a essa rotina pacata do interior, ele descobriu, no celular, a rádio Novo Tempo. Dias depois, sintonizou o canal da esperança na televisão, e convidou os pais a assistirem. Logo, a família inteira estava completando o estudo bíblico. ”O dia em que eu conheci a Novo Tempo mudou minha vida e da minha família. E agora, cada dia busco ter uma comunhão mais íntima com Deus, sempre fazendo o que aprendi na Bíblia”, testemunha o jovem.

Este conhecimento vindo de Deus iluminou a vida da mãe de Gabriel. A transformação do próprio filho foi como o toque do Criador para resgatar Alda da depressão. “Eu me sentia sem significado, não tinha vontade de comer, nem ânimo para nada. Comecei a reagir assistindo a Novo Tempo e me ergui de novo. Agora, estou cada vez melhor”, vibra.
Nas terras vizinhas há outra família também tocada por esta mesma esperança. Lucia Andrade Quoos, que tem o privilégio de trabalhar colhendo flores, contou como a vida deles tem sido melhor desde que conheceram verdadeiramente a Deus.: “A Rádio Novo Tempo é sensacional! Porque você progride e aprende a ser melhor do que é. A gente procura passar para os outros o que escuta na Novo Tempo. É uma bênção!”, sorri.
Não há limites para o alcance da Palavra de Deus. Com a ajuda de muitas pessoas, estamos avançando cada vez mais para abreviar a volta de Jesus. E como a fragrância que perfuma o ar e alegra o ambiente, a palavra de Deus ecoa felicidade através da Rádio, TV e Internet, levando esperança e conforto a um mundo que precisa, com urgência, conhecer a mensagem de salvação.
- Acompanhe esta história, em breve, no programa Anjos da Esperança. E participe deste ministério ajudando a levar esta mensagem ainda mais longe! Curta a página do ministério Anjos da Esperança no Facebook e saiba como contribuir para que mais histórias como essas se tornem realidade!

Testemunhos


A nossa confissão de Sua fidelidade é o meio escolhido pelo Céu para revelar Cristo ao mundo. Cumpre-nos reconhecer Sua graça segundo foi dada a conhecer por intermédio dos santos homens da antiguidade; mas o que será mais eficaz é o testemunho de nossa própria experiência. Somos testemunhas de Deus ao revelarmos em nós mesmos a operação de um poder divino. Cada indivíduo tem uma vida diversa da de todos os outros, e uma experiência que difere muito da deles. Deus deseja que nosso louvor ascenda a Ele, levando o cunho de nossa própria personalidade. Esses preciosos reconhecimentos para louvor da glória de Sua graça, quando fortalecidos por uma vida semelhante à de Cristo, possuem irresistível poder, o qual opera para salvação de almas.
É benefício para nós o conservarmos viva na memória cada dádiva de Deus. Por esse meio a fé é fortalecida para invocar e receber mais e mais. Há maior ânimo na mínima bênção que nós mesmos recebemos de Deus do que em todas as narrações que possamos ler da fé e experiência de outros. A alma que corresponde à graça de Deus será como um jardim regado. Sua saúde apressadamente brotará; sua luz brilhará nas trevas, e sobre ela se verá a glória do Senhor. (A Ciência do Bom Viver – Ellen G. White)
“Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim.” Mateus 24:13-13

terça-feira, 2 de abril de 2013

Criando Raízes

“Nossa força vem de nossas fraquezas.” (Ralph Waldo Emerson)
 
Quando eu era pequeno, tinha um velho vizinho chamado Dr. Gibbs. Ele não se parecia com nenhum médico que eu jamais houvesse conhecido. Todas as vezes em que eu o via, ele estava vestido com um macacão de zuarte e um chapéu de palha cuja aba da frente era de plástico verde transparente. Sorria muito, um sorriso que combinava com seu chapéu – velho, amarrotado e bastante gasto.
Nunca gritava conosco por brincarmos em seu jardim. Lembro-me dele como alguém muito mais gentil do que as circunstâncias justificariam.
Quando o Dr. Gibbs não estava salvando vidas, estava plantando árvores. Sua casa localizava-se em um terreno de dez acres, e seu objetivo na vida era transformá-lo em uma floresta.
 
O bom doutor possuía algumas teorias interessantes a respeito de jardinagem. Ele era da escola do "sem sofrimento não há crescimento". Nunca regava as novas árvores, o que desafiava abertamente a sabedoria convencional.
 
Uma vez perguntei-lhe por quê. Ele disse que molhar as plantas deixava-as mimadas e que, se nós as molhássemos, cada geração sucessiva de árvores cresceria cada vez mais fraca. Portanto, tínhamos que tornar as coisas difíceis para elas e eliminar as árvores fracas logo no início.
 
Ele falou sobre como regar as árvores fazia com que as raízes não se aprofundassem, e como as árvores que não eram regadas tinham que criar raízes mais profundas para procurar umidade. Achei que ele queria dizer que raízes profundas deveriam ser apreciadas.
Portanto, ele nunca regava suas árvores. Plantava um carvalho e, ao invés de regá-lo todas as manhãs, batia nele com um jornal enrolado. Smack! Slape! Pou!
Perguntei-lhe por que fazia isso e ele disse que era para chamar a atenção da árvore.
O Dr. Gibbs faleceu alguns anos depois. Saí de casa. De vez em quando passo por sua casa e olho para as árvores que o vi plantar há cerca de vinte e cinco anos. Estão fortes como granito agora. Grandes e robustas. Aquelas árvores acordam pela manhã, batem no peito e bebem café sem açúcar.
 
Plantei algumas árvores há alguns anos. Carreguei água para elas durante um verão inteiro. Borrifei-as. Rezei por elas. Todos os nove metros do meu jardim. Dois anos de mimos resultaram em árvores que querem ser servidas e paparicadas. Sempre que sopra um vento frio, elas tremem e balançam os galhos. São “árvores maricas”.
Uma coisa engraçada a respeito das árvores do Dr. Gibbs: a adversidade e a privação pareciam beneficiá-las de um modo que o conforto e a tranquilidade nunca conseguiriam.
Todas as noites, antes de ir dormir, dou uma olhada em meus dois filhos. Olho-os de cima e observo seus corpinhos, o sobe e desce da vida dentro deles.
 
Frequentemente oro por eles. Oro principalmente para que tenham vidas fáceis. "Senhor, poupe-os do sofrimento." Mas, ultimamente, venho pensando que é hora de mudar minha oração.
Essa mudança tem a ver com a inevitabilidade dos ventos gelados que nos atingem em cheio. Sei que os meu filhos encontrarão dificuldades e, portanto, minha oração para que isto não aconteça é ingénua. Sempre há um vento gelado soprando em algum lugar.
Portanto, estou mudando minha oração vespertina. Porque a vida é dura, quer o desejemos ou não. Em vez disso, vou orar para que as raízes de meus filhos sejam profundas, para que eles possam retirar forças das fontes escondidas do Deus eterno.
Muitas vezes oramos por tranquilidade, mas essa é uma graça difícil de alcançar.
O que precisamos fazer é orar por raízes que alcancem o fundo do Eterno, para que quando as chuvas caiam e os ventos soprem não sejamos varridos em direções diferentes.
 
(Philip Gulley)