quinta-feira, 28 de março de 2013
Planeamento Estratégico para Igrejas
Durante a segunda guerra mundial o mundo tornou-se um lugar inseguro. Organizações de todas as àreas sentiram que os seus empreendimentos poderiam virar cinzas do dia para a noite. Se algo não fosse feito, a ruína seria certa. Regulamentos foram desenvolvidos de tal maneira que todos ligados à organização funcionassem de maneira previsível e controlável.
A maioria das pessoas estava familiarizada com a mentalidade militar. O exército desfrutava de grande aceitação e respeito popular pela ordem que conseguia viver e a força que demonstrava (veja AQUI trailler de um filme que mostra a época). Receber e dar ordens era comum e todos aceitavam, pois pela mentalidade de então era essa a saída para qualquer crise ou problema. Essa abordagem funcionava nesse então.
A igreja também se sentiu ameaçada… O ambiente que rodeava a igreja era impregnada com a mentalidade de ordem, regulamento e obediência militar. Também a igreja decidiu organizar-se e fortalecer-se, protegendo-se contra a instabilidade do momento. E também na igreja passou a funcionar a mente militar. E nesse então eram certas e genuínas as decisões tomadas com base na percepção que se tinha.
A igreja organizou o seu jeito de ser, com essa ordem. “Tudo seja feito com ordem e decência” é a palavra bíblica, não é?
Na busca dessa estabilidade organizacional num momento de instabilidade, a igreja buscou modelos para se estruturar maisconsistentemente nessa época perigosa. O que foi visto foram instituições fortes e instituições fracas. As fortes haviam seguido um determinado modelo de estruturação empresarial. Empresas, principalmente, organizavam-se para serem fortes e estáveis em tempos de crise. Tudo o que o ser humano podia fazer, fez. Tudo o que sabia colocou em funcionamento para proteger e fortalecer as organizações que seriam o marco orientador.
Estudos em todas as áreas começaram a se desenvolver no pós-guerra. A decepção da guerra levou as pessoas a não confiarem em nada, a não ser as suas próprias capacidades. O humanismo (doutrina filosófica que exalta o homem e suas consecuções) tomava conta de cada setor da sociedade. O homem havia visto de que é capaz durante a guerra e agora queria colocar isso a disposição do progresso.
Empresas se estruturavam e se organizavam confiando na força e capacidade do ser humano. Planejavam e executavam as suas atividades com cada vez maior refinamento nos detalhes. Teorias de todas as espécies foram desenvolvidas nas academias. Psicólogos, economistas, administradores, professores e toda sorte de especialistas engrossavam as fileiras de estudiosos tentando achar a fórmula mágica da estabilidade e do progresso.
Muitos excessos foram cometidos nesse processo. E empresas tornaram-se tiranos dentro da plena democracia. Usavam os recursos e os seres humanos sob pressão, para que produzissem o máximo no mínimo de tempo. O medo de uma nova guerra, impeliu as organizações a trabalharem com alvos de curto prazo. A pressão aumentava.
Não posso descrever todos os detalhes que envolviam o ambiente daquela época. O mundo se organizou para progredir e as máquinas do progresso foram colocadas em movimento com todo vapor. Se quiser leia mais AQUI e AQUI.
O ponto que eu queria chegar é que na busca do mesmo crescimento, estabilidade e prosperidade a igreja começou a utilizar osmesmos instrumentos administrativos das outras organizações. Mas como a igreja e as outras organizações sem fins lucrativos não tinham os mesmos recursos e consequentemente não podiam investir em pesquisa como as empresas produtoras de bens o faziam, modelos de planejamento e organização foram incorporados na administração da igreja. Creio que cada um fez o seu melhor ao longo da história da igreja, tanto que, pelo menos aqui no Brasil, nossos irmãos antepassados entregaram uma organização sólida e funcional.
A minha preocupação é que aqueles instrumentos envelheceram e a persistência neles podem danificar a igreja seriamente se não discutirmos honestamente e não fizermos o que está ao nosso alcance para ajustarmos o nosso jeito de ser igreja nos próximos anos. Veja o artigo Trajetória “Quase” Inevitável => clique AQUI.
Nunca tivemos um instrumento de planejamento que levasse em consideração as características típicas de uma igreja. Nunca usamos um tipo de planejamento que valorizasse as esperanças, dons e paixões das pessoas, juntamente com a vontade de Deus. Não levamos em consideração as características de uma organização sem fins lucrativos, que tem adesão de seguidores, não por que estejam em busca de lucros ou ganhos materiais, mas por que estão em busca de outra natureza de ganhos. No caso de uma igreja os aderentes, ou como chamamos, os conversos vêm pelo fato de quererem crescer como pessoas para viver melhor aqui na terra e finalmente alcançarem a vida eterna.
Peter Drucker em seu livro “Administração de Organizações Sem fins Lucrativos” ressalta a natureza dessas organizações e o que as pessoas vêm buscar delas. A igreja é uma organização que não pode e nem deve ser comparada com uma empresa!!! O que Deus está querendo fazer através e no ser humano, não pode de modo nenhum ser degradado ao nível do do esforço humano e compreensão humanista.
Precisamos planejar a igreja dentro das características que ela tem. Os instrumentos de administração não podem ser os de uma empresa, isso seria uma simplificação demasiada daquilo que é por natureza muito mais complexo do que qualquer empreendimento humano jamais conseguirá ser. Precisamos de um instrumento simples que seja útil para inspirar, desafiar, oferecer visão clara e direção para cada membro e para a coletividade chamada igreja. Precisamos de um instrumento de liderança, muito mais do que de administração, instrumento que considere o livre arbítrio e o chamado de cada obreiro pago ou voluntário.
Existe este instrumento e ele será analisado nos próximos artigos em todos os seus detalhes.
Publicado por Dr. Berndt Wolter
A maioria das pessoas estava familiarizada com a mentalidade militar. O exército desfrutava de grande aceitação e respeito popular pela ordem que conseguia viver e a força que demonstrava (veja AQUI trailler de um filme que mostra a época). Receber e dar ordens era comum e todos aceitavam, pois pela mentalidade de então era essa a saída para qualquer crise ou problema. Essa abordagem funcionava nesse então.
A igreja também se sentiu ameaçada… O ambiente que rodeava a igreja era impregnada com a mentalidade de ordem, regulamento e obediência militar. Também a igreja decidiu organizar-se e fortalecer-se, protegendo-se contra a instabilidade do momento. E também na igreja passou a funcionar a mente militar. E nesse então eram certas e genuínas as decisões tomadas com base na percepção que se tinha.A igreja organizou o seu jeito de ser, com essa ordem. “Tudo seja feito com ordem e decência” é a palavra bíblica, não é?
Na busca dessa estabilidade organizacional num momento de instabilidade, a igreja buscou modelos para se estruturar maisconsistentemente nessa época perigosa. O que foi visto foram instituições fortes e instituições fracas. As fortes haviam seguido um determinado modelo de estruturação empresarial. Empresas, principalmente, organizavam-se para serem fortes e estáveis em tempos de crise. Tudo o que o ser humano podia fazer, fez. Tudo o que sabia colocou em funcionamento para proteger e fortalecer as organizações que seriam o marco orientador.
Estudos em todas as áreas começaram a se desenvolver no pós-guerra. A decepção da guerra levou as pessoas a não confiarem em nada, a não ser as suas próprias capacidades. O humanismo (doutrina filosófica que exalta o homem e suas consecuções) tomava conta de cada setor da sociedade. O homem havia visto de que é capaz durante a guerra e agora queria colocar isso a disposição do progresso.
Empresas se estruturavam e se organizavam confiando na força e capacidade do ser humano. Planejavam e executavam as suas atividades com cada vez maior refinamento nos detalhes. Teorias de todas as espécies foram desenvolvidas nas academias. Psicólogos, economistas, administradores, professores e toda sorte de especialistas engrossavam as fileiras de estudiosos tentando achar a fórmula mágica da estabilidade e do progresso.Muitos excessos foram cometidos nesse processo. E empresas tornaram-se tiranos dentro da plena democracia. Usavam os recursos e os seres humanos sob pressão, para que produzissem o máximo no mínimo de tempo. O medo de uma nova guerra, impeliu as organizações a trabalharem com alvos de curto prazo. A pressão aumentava.
Não posso descrever todos os detalhes que envolviam o ambiente daquela época. O mundo se organizou para progredir e as máquinas do progresso foram colocadas em movimento com todo vapor. Se quiser leia mais AQUI e AQUI.
O ponto que eu queria chegar é que na busca do mesmo crescimento, estabilidade e prosperidade a igreja começou a utilizar osmesmos instrumentos administrativos das outras organizações. Mas como a igreja e as outras organizações sem fins lucrativos não tinham os mesmos recursos e consequentemente não podiam investir em pesquisa como as empresas produtoras de bens o faziam, modelos de planejamento e organização foram incorporados na administração da igreja. Creio que cada um fez o seu melhor ao longo da história da igreja, tanto que, pelo menos aqui no Brasil, nossos irmãos antepassados entregaram uma organização sólida e funcional.A minha preocupação é que aqueles instrumentos envelheceram e a persistência neles podem danificar a igreja seriamente se não discutirmos honestamente e não fizermos o que está ao nosso alcance para ajustarmos o nosso jeito de ser igreja nos próximos anos. Veja o artigo Trajetória “Quase” Inevitável => clique AQUI.
Nunca tivemos um instrumento de planejamento que levasse em consideração as características típicas de uma igreja. Nunca usamos um tipo de planejamento que valorizasse as esperanças, dons e paixões das pessoas, juntamente com a vontade de Deus. Não levamos em consideração as características de uma organização sem fins lucrativos, que tem adesão de seguidores, não por que estejam em busca de lucros ou ganhos materiais, mas por que estão em busca de outra natureza de ganhos. No caso de uma igreja os aderentes, ou como chamamos, os conversos vêm pelo fato de quererem crescer como pessoas para viver melhor aqui na terra e finalmente alcançarem a vida eterna.
Peter Drucker em seu livro “Administração de Organizações Sem fins Lucrativos” ressalta a natureza dessas organizações e o que as pessoas vêm buscar delas. A igreja é uma organização que não pode e nem deve ser comparada com uma empresa!!! O que Deus está querendo fazer através e no ser humano, não pode de modo nenhum ser degradado ao nível do do esforço humano e compreensão humanista.Precisamos planejar a igreja dentro das características que ela tem. Os instrumentos de administração não podem ser os de uma empresa, isso seria uma simplificação demasiada daquilo que é por natureza muito mais complexo do que qualquer empreendimento humano jamais conseguirá ser. Precisamos de um instrumento simples que seja útil para inspirar, desafiar, oferecer visão clara e direção para cada membro e para a coletividade chamada igreja. Precisamos de um instrumento de liderança, muito mais do que de administração, instrumento que considere o livre arbítrio e o chamado de cada obreiro pago ou voluntário.
Existe este instrumento e ele será analisado nos próximos artigos em todos os seus detalhes.
Publicado por Dr. Berndt Wolter
quinta-feira, 21 de março de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
Princípios de Crescimento de Igreja – Dr. Abdala
Desde o início do movimento de crescimento de igreja, em 1955, com a publicação do livro The Bridges of God, de Donald McGavran, muito se tem escrito sobre o tema e as razões por que uma igreja cresce. Embora o movimento tenha feito contribuições significativas à missão cristã, a maior parte de sua literatura está fundamentada em observações de igrejas que crescem rapidamente. Estudos de casos têm sido colecionados, e métodos apresentados como princípios ou leis de crescimento. Porém, muito desse crescimento pode estar ligado a aspectos culturais ou simplesmente ao carisma da liderança. Pode derivar da amizade dos membros ou da receptividade da área onde a igreja está localizada. Deveríamos levar em consideração que grande crescimento numérico de tais igrejas não corresponde a mudança de estilo de vida.
Se quisermos descartar prescrições humanas para o sucesso e adotar princípios universais de crescimento, relevantes para todas as igrejas, devemos considerar os princípios duradouros que Deus tem dado, sobre os quais devemos fundamentar o crescimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Neste artigo, pretendemos refletir sobre esse princípios, segundo os escritos de Ellen G. White.
Visão
Fé e oração ligadas à habilidade para comunicar uma visão formam o princípio mais importante a ser empregado no crescimento de igreja. O maior impedimento a esse crescimento é a falta de fé da liderança, traduzida em evasivas tais como: “isso não funciona aqui”, ou, “este campo é muito difícil”. Tal atitude, nunca produzirá transformações significativas em nossa vida e ministério. Esse princípio foi bem estabelecido por Guilherme Carey, numa reunião de pastores, em 1792: “Esperem grandes coisas de Deus; façam grandes coisas para Deus”.1
Talvez, Ellen White tivesse em mente esse conceito, ao aconselhar o presidente da Associação Geral, G. I. Butler, a estabelecer alvos elevados: “Devemos esperar grandes coisas do Senhor… Estabeleçamos metas elevadas… Devemos alcançar mais alto. Não limitemos o Onipotente… esperemos grandes coisas.”2 De acordo com ela, nunca podemos ir além daquilo que sonhamos. Estar satisfeitos com a pequenez não apenas revela falta de visão, mas também de fé. Por isso, ela aconselha os líderes a “abandonar a visão acanhada e fazer planos mais amplos”.3Ao comentar o trabalho da igreja, realizado em Orebo e Copenhague, ela disse: “Mas eles não esperam muito, portanto, não recebem muito… Assim, por sua falta de fé, nossos obreiros às vezes dificultam o trabalho para si mesmos.”4
A falta de fé torna o trabalho quase impossível. “Muitos dos que são classificados para fazer um trabalho excelente obtêm pouco porque pouco empreendem. … Não vos contenteis em atingir um ideal baixo.”5 No crescimento de igreja, fé envolve estabelecer alvos realísticos em termos de coisas esperadas e coisas invisíveis. Ou, como diz Edward Dayton, “todo alvo é uma declaração de fé”.6 Não ter alvos é uma situação confortável, porque sem alvos é impossível fracassar. Para muitos líderes, seus alvos são qualquer coisa que eles fazem acontecer no tempo. Peter Wagner os compara ao atirador que atira uma bala na parede, e então faz um círculo ao redor da marca.7
A visão de crescimento é também uma aventura de fé; e isso é fundamental para disseminar o evangelho. David Livingstone aventurou-se a levar Cristo à África. Guilherme Carey deixou a sapataria e foi pregar na Índia. Muitos tentaram desencorajá-los, mas eles se lançaram à tarefa, crendo que ela poderia e deveria ser feita. Grandes investimentos produzem grandes lucros. Correr riscos é parte do exercício da fé. Na parábola dos talentos, o mordomo que enterrou o talento não tinha alvo, exceto evitar o fracasso. Não investiu, porque temeu (Mat. 25:25).
Ellen White reconhece a importância da fé que espera grandes coisas de Deus: “Deus deseja homens que arrisquem qualquer coisa e todas as coisas para salvar almas. Os que não avançarem sem ver com clareza diante de si cada passo da estrada, não serão os homens indicados neste tempo para fazer avançar a verdade de Deus. … Deus exige homens de fibra, esperança, fé e perseverança para trabalharem sem rodeios.”8 Essa declaração é parte de um artigo sobre investimentos financeiros. O trabalho deve ser apoiado financeiramente, mesmo com o risco de que um investimento específico não produza retorno imediato em termos de conversões.
Fé, estabelecimento de alvos elevados e a expectativa de receber grandes coisas de Deus andam de mãos dadas. Se um pastor não consegue ter certeza daquilo que não vê, e não visualiza pela fé o que Deus pode realizar, deve buscar essa experiência através da oração (II Reis 6:17).
Para Ellen White, a oração é outro grande componente do crescimento da igreja. Ela aconselhou a se fazer reuniões de oração em favor da penetração da verdade em lugares resistentes. Assim, o Espírito Santo trabalhará para convencer e converter.9Quando a igreja de Los Angeles realizava reuniões evangelísticas, em 1906, ela incentivou os irmãos a apoiarem o trabalho com seus recursos e a orar pelo êxito da campanha: “Tenha a igreja em Los Angeles reuniões especiais de oração, diariamente, em favor do trabalho que está sendo feito. A bênção do Senhor virá sobre os membros da Igreja que assim tomarem parte na obra, reunindo-se em pequenos grupos, cada dia, para orarem pelo seu êxito. Desta sorte … a obra do Senhor progredirá.”10
Os pastores devem gastar mais tempo em comunhão com Deus, se desejam que seus esforços sejam frutíferos. Eles são aconselhados a não confiar na correria. Na obra de aproximar homens e mulheres de Jesus, deve haver mais fervorosas orações. Oração e fé são princípios fundamentais no crescimento de igreja.
Liderança efetiva
Peter Wagner diz que o primeiro sinal vital de um crescimento eclesiástico saudável é “um pastor que seja potencialmente umpensador e cuja liderança dinâmica seja catalizadora de toda a igreja para o crescimento”.11 Quando o pastor não tem visão, mostrando pouca ou nenhuma preocupação evangelística, ele se torna um obstáculo.
A primeira qualidade dos líderes efetivos é sua fidelidade em seguir o modelo divino, ou seja, o “aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo” (Efés. 4:12). Todo líder deveria considerar o conselho que Jetro deu a Moisés para que selecionasse e capacitasse auxiliares (Êxo. 18:13-26). Assim, sua tarefa primária era treinar e equipar indivíduos,
sexta-feira, 15 de março de 2013
Proporções e Relações na Igreja
Números de Sabedoria de Crescimento de Igreja
Por Berndt D. Wolter D.Min. Adaptado de Win Arn – The Church Growth Ratio Book
Há números e relações que são muito úteis na condução de uma igreja e os estudos confirmam a sua sabedoria e utilidade. Levar uma igreja ao crescimento ou mantê-la em condições saudáveis para que continue em crescimento é uma arte e uma ciência. Aqui vai um pouco da ciência em números e fatos comprovados. O quadro abaixo dará as relações e números importantes em uma igreja.
Evite fazer dessas dicas, regras inflexíveis a ponto de engessar a sua igreja. Essas são proporções que segundo os estudos, são os mais adequados na maioria das igrejas estudadas.
| Título | Relação | Comentário | Soluções |
| Administração e organização | |||
| - Funções e tarefas | 60:100 | Deve haver um mínimo de 60 funções, cargos, tarefas para cada 100 membros | Estabeleça ministério segundo os dons dos membros |
| - Liderança | 3:1 | P/cada 03 líderes de atividades internas à igreja precisa haver pelo menos 01 que lidera ativi-dades externas (evangelismo) | Treinamento de líderes, criar sistema de estímulo para envolvimento na missão, cultura corporativa |
| - Tempo investido | 3:1 | P/cada 03 horas de trabalho in-vestidas na manutenção da igre-ja, é preciso 01 p/evangelismo | Decisão em comissão, es-tímulo entre os líderes, ca-lendário de atividades coe-rente, cultura corporativa |
| - Comissão | 1:5 | Um em cada 5 membros da co-missão da igreja devem ter se unido à igreja nos últimos 2 anos | Comissão de nomeações, treinamento dos novos, estímulo para maior troca |
| - Finanças | 10:1 | Para cada R$ 10,00 recebidos na igreja pelo menos R$ 1,00 deve ser investido no evangelismo ou crescimento de Igreja | Decisão de comissão, organização do tesoureiro, voto de orçamento. |
| - Presença nos Cultos | 87:100 | Quando 87 de cada 100 assentos estão tomados num Culto normal de Sábado, começa a parar crescimento | Observar tendências e crescimento, ver quando começar a agir, ter projetos de novas igrejas no gatilho |
| Incorporação Eficaz | |||
| - Amizade | 1:7 | Cada membro deve ter pelo menos 7 amigos na igreja dentro dos primeiros seis meses | Incrementar interação social, eleger um diretor de atividades sociais, ambiente |
| - Pequenos grupos | 7:100 | Uma igreja deveria ter pelo menos 7 pequenos grupos para cada 100 membros | Promover diversos tipos de PG para absorção do máximo de membros |
| - Grupos Novos | 1:5 | Um em cada 05 grupos na igreja devem ter sido iniciados nos últimos dois anos | Refrescar e renovar os grupos com novas abordagens e planos |
| - Membro por PG | 75:100 | De 100 membros, p/ menos 75 devem estar envolvidos em PGs | Implementação gradativa de um sistema efetivo |
| - Membros novos/PG | 9:10 | De cada 10 membros pelo menos 09 devem estar envolvidos em PGs | Membros novos adquirem hábitos mais facilmente do que os membros antigos mudem os seus |
| Re/Vitalização | |||
| - Amor/cuidado | 7:10 | De cada 10 membros 7 devem estar expressando intencionalmente amor para pessoas ao seu redor | Seminários: amor entre os membros, relacionamento. Criar oportunidades. |
| - Contato c/ membros | 1:30 | Cada membro da igreja (que não esteja em um cargo ou PG) deve ser pessoalmente contatado pelo menos uma vez a cada 30 dias por um outro membro, com a intenção de mostrar amor cristão e preocupação com a pessoa. | Trabalhar a cultura corporativa da igreja para que expressem mais amor, estabelecer planos com a igreja, pregar, ensinar, criar condições para a expressão do amor não só na igreja. |
| - Oração | 1:30 | Cada membro da igreja precisa ter certeza de que alguém está pessoalmente interessado e orando por ele pelo menos a cada 30 dias e ele por outros. | Criar ministério de oração, envolver o máximo de pessoas nele. |
| - Consciência da Grande Comissão | 3:5 | Pelo menos 3 de cada 5 oficiais eleitos devem ter consciência da Grande Comissão dada por Jesus | Treinamento e repetição. Mentoreamento de um a um. Cultura corporativa. |
| Crescimento e Evangelismo | |||
| - Convidados | 20:100 | Cada 100 membros devem ter pelo menos 20 convidados da vizinhança da igreja, nos principais cultos evangelísticos oferecidos. | Criar mentalidade, ensinar, treinar, criar programas para que não se envergo-nhem de trazer amigos. |
| - Membros por novo converso | 8:1 | Cada 8 membros deveriam trazer pelo menos 1 novo converso por ano para que a igreja tenha um TCA de 10 a 12%. | Capacitar os membros a usarem os seus dons pessoais para a conquista de almas para Deus |
| - Retenção de convidados de primeira vez | 1:4 | Um de cada 4 convidados que visitam a igreja pela primeira vez e que moram numa distância razoável da igreja devem ser assimilados na vida da igreja | Trabalho de equipe, criar mentalidade (leva tempo). Quando a coletividade está saudável isto acontece mais facilmente. |
| - Retenção e incorpo-ração de convidados de segunda vez | 3:4 | 3 de cada 4 convidados que visitam a igreja pela segunda, terceira ou quarta vez devem es-tar ativos na igreja em um ano. | Idem ao de cima. |
| - Família, parentes e amigos | 1:2 | 1 de cada 2 membros ativos da igreja devem estar em contato missionário intencional c/ mem-bros da família, parentes ou amigos | Treinar, ensinar e promover. Apoio ministerial, fortalecimento espiritual dos membros. |
| - Conversão – Batismo | 3:4 | Pelo menos 3 de cada 4 pessoas que vem para a igreja precisam vir por batismo (1 por transferência). | Prestar atenção nos números, pois são termômetros da igreja. |
| - Plantio de novas Igrejas | 1:1 | Cada igreja deve ter uma comissão específica para fundar novas igrejas. | Fundar esta comissão. |
| Perdas | |||
| - Perdas normais: Igrejas Grandes | 6:100 | Igrejas com mais de 500 membros podem perder por transferência, morte e abandono da fé até 6% em um ano. | Nível aceitável de perdas, medido em igrejas que têm programas eficazes combate ao abandono da fé |
| - Perdas normais: Igrejas Médias | 5:100 | Igrejas entre 150 e 499 membros podem perder por transferência, morte e abandono da fé até 5% em um ano. | Nível aceitável de perdas, medido em igrejas que têm programas eficazes combate ao abandono da fé |
| - Perdas normais: Igrejas Pequenas | 4:100 | Igrejas com até 149 membros podem perder por transferência, morte e abandono da fé até 4% em um ano. | Nível aceitável de perdas, medido em igrejas que têm programas eficazes combate ao abandono da fé |
| Escola Sabatina | |||
| - Re/Arranjo | 1:5 | Uma em cada 5 classes de escola sabatina devem ter sido iniciadas ou seus membros re/arranjados nos últimos 2 anos. | Promover mudanças no arranjo grupal de preferência anualmente. Classes que estão juntos por muito tem-po perdem a capacidade de integrar os novos na fé. |
| - Professor/Aluno | 1:12 | Uma classe de escola sabatina nunca deveria passar o número de 12 alunos por professor | Estimular a diretoria da ES. Ensinar a igreja. Grupos menores aprendem melhor. |
| - Formação de Professores | 3:12 | De cada classe de 12 alunos devem sair pelo menos 3 novos professores por ano q assumam outra classe que não a deles. | As classes devem formar novos professores dando oportunidade aos alunos. Formar classes filiais. |
| - Matrícula na ES | 7:10 | Pelo menos 7 em cada 10 pes-soas matriculadas na ES devem estar presentes nas classes. | Grande desafio. Usar mais elementos visuais, estímulo ao estudo, interatividade. |
| - Treinamento em evangelismo | 1:3 | Um em cada 3 membros ativos da ES deve receber treinamento evangelístico a cada ano. | Promover regularmente treinamento para membros em seus diferentes dons |
| - Atividade social | 1:12 | Cada classe deve promover um evento social pelo menos uma vez a cada trimestre (12 semanas). | Estimular os professores e líderes da classe, criar condições, apoio $. |
| - Culto X ES | 7:10 | Pelo menos 7 em cada 10 membros regulares da igreja que assistem ao culto devem estar matriculados na ES | Outro desafio. Mudar o formato sem perder a essência, ser criativo e ousado, estímulos diversos. |
| - Presença | 9:10 | Daqueles que assistem à ES 9 em cada 10 devem estar no culto | É comum. Inverter a ordem do culto e a ES, estimular. |
Publicado por Dr. Berndt Wolter
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