quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Testemunhar o Evangelho

1. Que foi dado a todo o homem? 
Rª: “É como se um homem, partindo para fora da terra, deixasse a sua casa, e desse autoridade aos seus servos, e a cada um a sua obra, e mandasse ao porteiro que vigiasse.” S. Marcos 13:34 
2. Para realizar o trabalho do Reino dos Céus, que foi dado a todo o homem? Rª: “E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe.” Mat. 25:15 
3. Como são chamados aqueles a quem é confiado esse trabalho? Rª: “Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens.” Mat. 25:14 
4. Que emprego fizeram dos seus talentos esses servos? Rª: “E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles, e granjeou outros cinco talentos. Da mesma sorte, o que recebera dois, granjeou também outros dois. Mas o que recebera um, foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.” Mat. 25: 16-18 
5. Que desculpa apresentou o que escondera o seu talento? Rª: “Atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu.” Mat. 25:25 
6. Que lhe respondeu o Senhor? Rª: “Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo.” Mateus 25:26. 
7. Que disse ele que o servo devia ter feito? Rª: “Devias então ter dado o meu dinheiro aos banqueiros, e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros.” Mat. 25:27 
8. Que caracteriza as pessoas negligentes? Rª: “Diz o preguiçoso: Um leão está lá fora; serei morto no meio das ruas.” Prov. 22:13. Nota: Isto é, eles vêem grandes obstáculos diante de si, e estão sempre prontos a dar desculpas. 
9. Qual foi a sorte do servo negligente? Rª: “Lançai pois o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes.” Mat. 25:30 
10. Que foi dito ao servo que desenvolveu os seus dons? Rª: “E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.” Mat. 25:21 
11. Para quem deve olhar e inspirar-se o servo de Cristo? Rª: “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.” 
12. Que declarou S. Paulo ser a sua coroa de glória? Rª: “Porque, qual é a nossa esperança, ou gozo, ou coroa de glória? Porventura não o sois vós também diante de nosso Senhor Jesus Cristo em sua vinda? Na verdade vós sois a nossa glória e gozo.” 
13. Uma vez que Cristo experimenta esta alegria, de que maneira devem partilhar desse gozo todos os Seus servos? Rª: “Palavra fiel é esta: que, se morrermos com ele, também com ele viveremos; se sofrermos, também com ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará.” 2ª Tim. 2:11,12. 
14. Que motivo nos deve impelir à obra em prol da salvação de almas? Rª: “Porque o amor de Cristo nos constrange.” “ª Cor. 5:14.
  15. A quem representa todo o fiel obreiro cristão? Rª: “De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamos-vos pois da parte de Cristo que vos reconcilieis com Deus.” 1ª Cor. 5:20. 
16. Que é prometido aos que espalham a semente do evangelho? Rª: “Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria. Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.” Salmos 126:5,6 
17. Que promessa é feita aos ganhadores de alma? Rª: “O fruto do justo é árvore de vida, e o que ganha almas é sábio.” Prov. 11:30. “Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente.” Dan. 12:3 Apelo: aceite o desafio de partilhar da alegria do Senhor Jesus torne-se um ganhador de almas. Deus o abençoe!
 Pr. José Carlos Costa

sábado, 8 de setembro de 2012

Agonia no Getsémani - Lucas 22:39-46; Mt 26:36-56

Depois de celebrar a ceia da sua última páscoa, Jesus foi com seus discípulos para o Monte das Oliveiras orar, como tinha o costume de fazer. Quando chegaram a um lugar chamado Getsémani, ele disse aos seus discípulos para assentarem-se, pois ele se afastaria um pouco para falar com o seu Pai. Com a voz mansa e talvez quase a falhar de tristeza, Jesus chamou Pedro, Tiago e João, que eram seus discípulos mais próximos, para velarem com ele aquela que seria a última noite de sua vida. Jesus confessou-lhes que sua alma estava triste até à morte.

Orando no Getsémani, Jesus sofreu antecipadamente toda a tensão de sua morte, que já começara naquela triste noite. Ele acabara de ser traído por um de seus discípulos e, tão logo, seria abandonado por todos outros. Ele já sabia que amanheceria o dia seguinte com o corpo surrado de chicotes, que seria cuspido, humilhado, coroado de espinhos e entregue nas mãos de gente cruel e ingrata. Logo, não haveria como Jesus não se preocupar com dia de amanhã e ter serenidade para dormir nessa forte tempestade que caía sobre a sua vida.

Jesus, ao pensar que no dia seguinte ele estaria sendo pregado com pregos que fariam suas mãos sangrar e sua alma gritar toda a dor possível de se sentir, começou a ter pavor.

Depois de afastar-se dos seus discípulos à distância de cerca de um tiro de pedra, Jesus pôs-se de joelhos e começou a orar ao Pai. Com todo o desespero de sua alma, Jesus, ali sozinho, pediu ao Pai que, se fosse possível, afastasse dele aquele cálice, isto é, a tormenta da cruz no dia seguinte. Mas consciente de que a sua morte seria a salvação da humanidade, Jesus rendeu sua vontade à vontade do Pai.

Naquele instante, apareceu a Jesus um anjo do céu para trazer-lhe o conforto de Deus. Mas, mesmo acompanhado do anjo, já em alta noite, Jesus sentiu toda a intensidade da sua morte. E entrando ele em estado de extrema agonia, começou a orar mais intensamente. O estresse emocional dominou-o até que da sua pele rebentou suor em grandes gotas de sangue que escorriam do seu corpo até o chão.

Tendo passado o estado de agonia, depois de orar, Jesus voltou para os seus discípulos e os encontrou dormindo de tristeza. Disse então Jesus a Pedro: nem uma hora pudeste velar comigo? Da mesma forma, dirigiu-se aos demais discípulos e disse-lhes: vigiai e orai, para que não entreis em tentação, pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca.

Jesus foi mais duas vezes orar ao Pai e, ao voltar para os seus discípulos, achava-os sempre adormecidos.

Depois de orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras, Jesus finalizou suas orações no Getsémani certo de qual era a vontade de seu Pai e disposto a levar até o fim a sua dolorosa missão de morrer na cruz pelos pecados de toda a humanidade. Em seguida, Jesus dirigiu-se aos seus discípulos dizendo-lhes: Já basta! Dormi agora e descansai, pois já é chegada a minha hora. Nessa hora ele seria entregue nas mãos dos pecadores, a começar por aquele que o traiu. Depois disso, Jesus e os discípulos levantaram-se e foram-se. De repente, chegou Judas, o traidor, e saudou Jesus com o beijo que condenou seu mestre à morte. Os demais discípulos fugiram todos, deixando-o morrer sozinho.

Leituras sugeridas

Lc 22:39-46 - Agonia no Getsémani, segundo Lucas.
Mt 26:36-46 - Agonia no Getsémani, segundo Mateus.
Mt 26:46-56 - Jesus é traído, preso e abandonado por seus discípulos
Mc 14:32-42 - Agonia no Getsémani segundo Marcos
Jo 18:11 - Jesus confirma que cumprirá a vontade do Pai
Jo 18:14 - Era necessário que alguém morresse por todo mundo.

domingo, 12 de agosto de 2012

Boxeador cristão pede para policiais lerem a Bíblia e restaurar seu relacionamento com Deus

O boxeador mais popular do mundo, Manny Pacquiao, fez um apelo incomum para a polícia das Filipinas, durante uma conferência realizada pelo 20º aniversario do Grupo de Relações da Comunidade Policial.

Em sua apresentação, o boxeador incentivou os presentes a lerem a Bíblia e restaurar o seu relacionamento com Deus, e deu um exemplar cedido pela Sociedade Bíblica para cada um dos policiais que participaram do evento.

Pacquiao, campeão mundial de boxe, compartilhou sua experiência de vida e como ele encontrou Deus, um encontro que produziu mudanças fundamentais em suas vidas. Ele admitiu que era “um homem de muitos vícios”, e cansado de prometer a sua esposa Jinky que ele deixaria a bebida, os jogos de azar e adultério. Estas promessas sempre eram quebras após pronuncia-las. Sendo que ele se encontrava “viciado nos truques do diabo”, disse ele.

Para ele, as coisas começaram a mudar quando ele começou a ler uma Bíblia que o ajudou a conhecer a Deus e restaurar sua vida, deixando para trás uma vida de pecado. “Ao lermos a Bíblia, estamos falando com Deus”, disse aos policiais. “Essa é a única maneira de se comunicar com Deus, porque as palavras são as palavras de Deus”, disse ele.

Desde então, Pacquiao tem uma paixão por ler a Bíblia e tentar transmitir aos outros. Toda vez que eu ouve as pessoas dizendo que não lêem a Bíblia, por não ter uma, ele se encarrega de conseguir uma para pessoa. “Uma pessoa que está com fome vai buscar comida, e não espera receber os alimentos”, disse Pacquiao.

O Diretor-Geral da Polícia, Nicanor Bartolome, entende que a polícia “não é uma organização perfeita” e agradece a orientação e a ajuda espiritual da Bíblia. “Estamos melhorando a disciplina através de atividades como o estudo da Bíblia, formação de valores e outras atividades religiosas “, disse Bartolome, em uma entrevista no final do evento.

Portal Padom

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Um Sinal Especial e Distintivo

Guardar o Sábado
Eu sou o Eterno, o Deus de vocês. Obedeçam às Minhas leis e aos Meus mandamentos. Façam do sábado um dia sagrado, de modo que seja um sinal do acordo que fizemos. O sábado fará que se lembrem de que Eu sou o Eterno, o Deus de vocês. Ezeq. 20:19 e 20, BLH.
Por ocasião do êxodo do Egito, a instituição sabática foi distintamente colocada perante o povo de Deus. Enquanto ainda no cativeiro, seus feitores tinham-nos tentado forçar ao trabalho no sábado, acrescentando trabalho ao requerido cada semana. ... Mas os israelitas foram libertos do cativeiro, e levados a um lugar onde podiam observar todos os preceitos de Jeová sem serem molestados. No Sinai a lei foi proclamada; e uma cópia, em duas tábuas de pedra "escritas pelo dedo de Deus" (Êxo. 31:18), foi entregue a Moisés. E através de quase quarenta anos de peregrinação, constantemente foi feito lembrar aos israelitas o dia de repouso de Deus, pela contenção da queda do maná cada sétimo dia, e a miraculosa preservação da porção dobrada que caía no dia da preparação.
Antes de entrar na terra prometida, os israelitas foram admoestados por Moisés a guardar "o dia de sábado, para o santificar". Deut. 5:12. Era desígnio do Senhor que pela fiel observância do mandamento do sábado, Israel fosse continuamente lembrado de sua responsabilidade perante Ele como Seu Criador e seu Redentor. Enquanto guardassem o sábado no devido espírito, a idolatria não poderia existir; mas fossem as exigências deste preceito do decálogo postas de lado como não mais vigentes, o Criador seria esquecido, e os homens adorariam a outros deuses. "Também lhes dei os Meus sábados", declarou Deus, "para que servissem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu sou o Senhor que os santifica." Contudo, "rejeitaram os Meus juízos, e não andaram nos Meus estatutos, e profanaram os Meus sábados; porque o seu coração andava após os seus ídolos". Em Seu apelo para que tornassem a Ele, o Senhor lhes chamou a atenção outra vez para a importância da santificação do sábado. "Eu sou o Senhor, vosso Deus", disse Ele; "andai nos Meus estatutos, e guardai os Meus juízos, e executai-os. E santificai os Meus sábados, e servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus." Ezeq. 20:12, 16, 19 e 20.
Cristo, durante Seu ministério terrestre, deu ênfase às imperiosas exigências do sábado; em todo o Seu ensino Ele mostrou reverência pela instituição que Ele mesmo dera. Em Seus dias o sábado tinha-se tornado tão pervertido que sua observância refletia o caráter de homens egoístas e arbitrários, antes que o caráter de Deus. Cristo pôs de lado o falso ensino pelo qual os que proclamavam conhecer a Deus tinham-nO deformado. Embora seguido com impiedosa hostilidade pelos rabis, Ele não pareceu sequer conformar-Se a suas exigências, mas prosseguiu retamente, guardando o sábado de acordo com a lei de Deus. Profetas e Reis, págs. 180-183.
O Centro da Lei
Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Êxo. 20:8.
No próprio centro do decálogo está o quarto mandamento, conforme foi a princípio proclamado: "Lembra-te do dia do sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a Terra, o mar e tudo que neles há e ao sétimo dia descansou; portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou." Êxo. 20:8-11.
Cristo abrira a porta, ou o ministério, do lugar santíssimo; resplandecia a luz por aquela porta aberta do santuário celestial, e demonstrou-se estar o quarto mandamento incluído na lei que ali se acha encerrada; o que Deus estabeleceu ninguém pode derribar. O Grande Conflito, págs. 434 e 435.
Deus nos deu Seus mandamentos, não só para neles crermos, mas também para lhes obedecermos. O grande Jeová, depois de haver posto os fundamentos da Terra, de revestir todo o mundo com trajes de beleza, enchê-lo de coisas úteis ao homem - havendo criado todas as maravilhas de Terra e mar - instituiu então o dia do sábado e santificou-o. Deus abençoou e santificou o sétimo dia, porque nele repousou de toda a Sua maravilhosa obra da criação. O sábado foi feito para o homem, e Deus deseja que ele nesse dia deixe o trabalho, como Ele próprio descansou, após os seis dias de trabalho da criação.
Os que reverenciam os mandamentos de Jeová hão de, depois que tenham recebido luz com referência ao quarto preceito do decálogo, obedecer-lhes sem questionar a viabilidade ou conveniência de semelhante obediência. Deus fez o homem à Sua própria imagem, e deu-lhe a seguir um exemplo da observância do sétimo dia, que Ele santificou e tornou santo. Era seu desígnio que nesse dia o homem O adorasse, não se empenhando em ocupações seculares. Ninguém que desrespeite o quarto mandamento, depois de haver compreendido as reivindicações do sábado, pode ser tido como inocente à vista de Deus. ...
Mesmo no princípio do quarto preceito, disse Deus: Lembra-te, sabendo que o homem, na multidão de seus cuidados e perplexidades, seria tentado a escusar-se de satisfazer a todas as reivindicações da lei, ou, na pressão dos negócios seculares, se esqueceria de sua sagrada importância. ... Mas Ele reclama um dia, que Ele pôs de parte e santificou. Ele o dá ao homem como um dia em que possa repousar do trabalho e dedicar-se à adoração e ao desenvolvimento de sua condição espiritual. Testemunhos Seletos, vol. 1, págs. 494-496.
Um Sinal Especial e Distintivo
Os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre Mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque, em seis dias fez o Senhor os céus e a Terra, e, ao sétimo dia, descansou, e tomou alento. Êxo. 31:16 e 17.
Nessa passagem a observância do sábado é apontada como um sinal especial e distintivo entre o povo de Deus e o povo do mundo. Isto confere aos pais uma obra soleníssima - a obra de ensinar os filhos a obedecerem ao mandamento do sábado, a fim de que sejam incluídos entre o povo de Deus.
Lemos em Êxodo 19:4-8: "Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a Mim; agora, pois, se diligentemente ouvirdes a Minha voz e guardardes o Meu concerto, então, sereis a Minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a Terra é Minha. E vós Me sereis reino sacerdotal e povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel."
Maravilhosa condescendência! Deus propõe fazer dos israelitas a Sua propriedade peculiar, se obedecerem a Sua lei e glorificarem o Seu nome. Notai a atitude deles para com essas palavras:
"Veio Moisés, e chamou os anciãos do povo, e expôs diante deles todas estas palavras que o Senhor lhe tinha ordenado." Toda essa instrução foi colocada pelos anciãos perante a vasta multidão reunida. "Então, todo o povo respondeu a uma voz e disse: Tudo o que o Senhor tem falado faremos. E relatou Moisés ao Senhor as palavras do povo." Manuscrito 152, 1901.
Não podemos superestimar o valor de singela fé e obediência incondicional. É seguindo no caminho da obediência com singela fé que o caráter obtém perfeição. Requereu-se que Adão prestasse estrita obediência aos mandamentos de Deus, e não é apresentado um padrão mais baixo aos que desejam a salvação [hoje]. ... [Cristo] diz: "E tudo quanto pedirdes em Meu nome, Eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em Meu nome, Eu o farei. Se Me amardes, guardareis os Meus mandamentos. E Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber." João 14:13-17. O mundo está coligado contra a verdade, porque não deseja obedecer à verdade. Irei eu, que compreendo a verdade, fechar os olhos e o coração ao seu poder salvífico porque o mundo prefere as trevas à luz? Manuscrito 5a, 1895.
Os santos estatutos que Satanás odiara e procurara destruir, serão honrados por todo um Universo sem pecados. Patriarcas e Profetas, pág. 342.
A Lei Para a Felicidade do Homem
Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do senhor é puro e alumia os olhos. Sal. 19:8.
No princípio Deus deu Sua lei à humanidade como um meio de alcançar a felicidade e vida eterna. A única esperança de Satanás de poder frustrar o propósito de Deus é levar homens e mulheres à desobediência a essa lei; e seu constante esforço tem sido falsear seus ensinos e diminuir sua importância. Seu principal ataque tem sido a tentativa de mudar a própria lei, assim como levar os homens a violar seus preceitos enquanto professam obedecê-la.
Um escritor comparou a tentativa de mudar a lei de Deus a um antigo e maldoso costume de mudar a direção da flecha indicativa numa importante junção de duas estradas. A perplexidade e contratempo que esta prática muitas vezes causava foi grande.
Um marco indicativo foi construído por Deus para os que jornadeiam através deste mundo. Um braço desta tabuleta apontava espontânea obediência ao Criador como o caminho da felicidade e vida, enquanto o outro braço indicava a desobediência como a estrada da miséria e morte. O caminho da felicidade era tão claramente definido como o era o caminho da cidade de refúgio na dispensação judaica. Mas em má hora para a nossa raça, o grande inimigo de todo o bem virou a tabuleta, e multidões têm errado o caminho.
Através de Moisés o Senhor instruiu os israelitas: "Certamente guardareis Meus sábados, porquanto isso é um sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o Senhor, que vos santifica. Portanto, guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra... no dia do sábado... certamente morrerá. Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando o sábado nas suas gerações por concerto perpétuo. Entre Mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o senhor os céus e a Terra, e, ao sétimo dia, descansou, e restaurou-Se." Êxo. 31:13-17.
Nessas palavras o Senhor definiu claramente a obediência como o caminho para a cidade de Deus; mas o homem do pecado mudou o sinal indicativo, fazendo que indicasse direção errada. Ele estabeleceu o falso sábado, e levou homens e mulheres a pensar que repousando nesse falso sábado estavam obedecendo à ordem do Criador.
Deus declarou que o sétimo dia é o sábado do Senhor. Quando "os céus, e a Terra, e todo o seu exército foram acabados", Ele exaltou este dia como um memorial de Sua obra criadora. Repousando no sétimo dia "de toda a Sua obra, que tinha feito", "abençoou Deus o dia sétimo e o santificou". Gên. 2:1-3. Profetas e Reis, págs. 178-180.
A lei de Deus não Muda
E, tendo acabado de falar com ele no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus. Êxo. 31:18.
Durante a dispensação cristã, o grande inimigo da felicidade do homem fez do sábado do quarto mandamento um objeto de ataque especial. Satanás diz: "Eu atravessarei os propósitos de Deus. Capacitarei meus seguidores a porem de lado o memorial de Deus, o sábado do sétimo dia. Assim, mostrarei ao mundo que o dia abençoado e santificado por Deus foi mudado. Esse dia não perdurará na mente do povo. Apagarei a lembrança dele. Porei em seu lugar um dia que não leve as credenciais de Deus, um dia que não seja um sinal entre Deus e Seu povo. Levarei os que aceitarem este dia a porem sobre ele a santidade que Deus pôs sobre o sétimo dia. ...
Através do estabelecimento de um falso sábado o inimigo pensou mudar os tempos e as leis. Mas tem tido ele realmente êxito em mudar a lei de Deus? As palavras do capítulo 31 de Êxodo são a resposta. Aquele que é o mesmo ontem, hoje e eternamente declarou do sábado do sétimo dia: "É um sinal entre Mim e vós nas vossas gerações". "Será um sinal para sempre." Êxo. 31:13 e 17. A tabuleta virada está indicando um caminho errado, mas Deus não mudou. Ele ainda é o poderoso Deus de Israel. "Eis que as nações são consideradas por Ele como a gota de um balde e como o pó miúdo das balanças; eis que lança por aí as ilhas como a uma coisa pequeníssima." Isa. 40:15. Ele é tão zeloso de Sua lei agora como o era nos dias de Acabe e de Elias.
Mas como é esta lei desrespeitada! Vede o mundo hoje em aberta rebelião contra Deus. Esta é na verdade uma geração obstinada, carregada de ingratidão, de formalismo, de insinceridade, de orgulho e apostasia. Os homens negligenciam a Bíblia e odeiam a verdade. Jesus vê Sua lei rejeitada, Seu amor desprezado, Seus embaixadores tratados com indiferença. Ele tem falado por intermédio de Suas misericórdias, mas estas não têm sido reconhecidas; tem falado por meio de advertências, mas estas não têm sido ouvidas. O santuário da alma humana tem-se tornado lugar de não santificado intercâmbio. Egoísmo, inveja, orgulho, malícia - tudo é aí acariciado.
Os que crêem nesta Palavra logo que a lêem são postos em ridículo. Há um crescente menosprezo pela lei e a ordem, procedendo diretamente da violação das claras ordenações de Jeová. Profetas e Reis, págs. 183-185.
Jeová gravou Seus dez mandamentos em tábuas de pedra, a fim de que todos os habitantes da Terra entendessem Seu eterno e imutável caráter. Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 142.