segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Um Sinal Especial e Distintivo

Guardar o Sábado
Eu sou o Eterno, o Deus de vocês. Obedeçam às Minhas leis e aos Meus mandamentos. Façam do sábado um dia sagrado, de modo que seja um sinal do acordo que fizemos. O sábado fará que se lembrem de que Eu sou o Eterno, o Deus de vocês. Ezeq. 20:19 e 20, BLH.
Por ocasião do êxodo do Egito, a instituição sabática foi distintamente colocada perante o povo de Deus. Enquanto ainda no cativeiro, seus feitores tinham-nos tentado forçar ao trabalho no sábado, acrescentando trabalho ao requerido cada semana. ... Mas os israelitas foram libertos do cativeiro, e levados a um lugar onde podiam observar todos os preceitos de Jeová sem serem molestados. No Sinai a lei foi proclamada; e uma cópia, em duas tábuas de pedra "escritas pelo dedo de Deus" (Êxo. 31:18), foi entregue a Moisés. E através de quase quarenta anos de peregrinação, constantemente foi feito lembrar aos israelitas o dia de repouso de Deus, pela contenção da queda do maná cada sétimo dia, e a miraculosa preservação da porção dobrada que caía no dia da preparação.
Antes de entrar na terra prometida, os israelitas foram admoestados por Moisés a guardar "o dia de sábado, para o santificar". Deut. 5:12. Era desígnio do Senhor que pela fiel observância do mandamento do sábado, Israel fosse continuamente lembrado de sua responsabilidade perante Ele como Seu Criador e seu Redentor. Enquanto guardassem o sábado no devido espírito, a idolatria não poderia existir; mas fossem as exigências deste preceito do decálogo postas de lado como não mais vigentes, o Criador seria esquecido, e os homens adorariam a outros deuses. "Também lhes dei os Meus sábados", declarou Deus, "para que servissem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu sou o Senhor que os santifica." Contudo, "rejeitaram os Meus juízos, e não andaram nos Meus estatutos, e profanaram os Meus sábados; porque o seu coração andava após os seus ídolos". Em Seu apelo para que tornassem a Ele, o Senhor lhes chamou a atenção outra vez para a importância da santificação do sábado. "Eu sou o Senhor, vosso Deus", disse Ele; "andai nos Meus estatutos, e guardai os Meus juízos, e executai-os. E santificai os Meus sábados, e servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus." Ezeq. 20:12, 16, 19 e 20.
Cristo, durante Seu ministério terrestre, deu ênfase às imperiosas exigências do sábado; em todo o Seu ensino Ele mostrou reverência pela instituição que Ele mesmo dera. Em Seus dias o sábado tinha-se tornado tão pervertido que sua observância refletia o caráter de homens egoístas e arbitrários, antes que o caráter de Deus. Cristo pôs de lado o falso ensino pelo qual os que proclamavam conhecer a Deus tinham-nO deformado. Embora seguido com impiedosa hostilidade pelos rabis, Ele não pareceu sequer conformar-Se a suas exigências, mas prosseguiu retamente, guardando o sábado de acordo com a lei de Deus. Profetas e Reis, págs. 180-183.
O Centro da Lei
Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Êxo. 20:8.
No próprio centro do decálogo está o quarto mandamento, conforme foi a princípio proclamado: "Lembra-te do dia do sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a Terra, o mar e tudo que neles há e ao sétimo dia descansou; portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou." Êxo. 20:8-11.
Cristo abrira a porta, ou o ministério, do lugar santíssimo; resplandecia a luz por aquela porta aberta do santuário celestial, e demonstrou-se estar o quarto mandamento incluído na lei que ali se acha encerrada; o que Deus estabeleceu ninguém pode derribar. O Grande Conflito, págs. 434 e 435.
Deus nos deu Seus mandamentos, não só para neles crermos, mas também para lhes obedecermos. O grande Jeová, depois de haver posto os fundamentos da Terra, de revestir todo o mundo com trajes de beleza, enchê-lo de coisas úteis ao homem - havendo criado todas as maravilhas de Terra e mar - instituiu então o dia do sábado e santificou-o. Deus abençoou e santificou o sétimo dia, porque nele repousou de toda a Sua maravilhosa obra da criação. O sábado foi feito para o homem, e Deus deseja que ele nesse dia deixe o trabalho, como Ele próprio descansou, após os seis dias de trabalho da criação.
Os que reverenciam os mandamentos de Jeová hão de, depois que tenham recebido luz com referência ao quarto preceito do decálogo, obedecer-lhes sem questionar a viabilidade ou conveniência de semelhante obediência. Deus fez o homem à Sua própria imagem, e deu-lhe a seguir um exemplo da observância do sétimo dia, que Ele santificou e tornou santo. Era seu desígnio que nesse dia o homem O adorasse, não se empenhando em ocupações seculares. Ninguém que desrespeite o quarto mandamento, depois de haver compreendido as reivindicações do sábado, pode ser tido como inocente à vista de Deus. ...
Mesmo no princípio do quarto preceito, disse Deus: Lembra-te, sabendo que o homem, na multidão de seus cuidados e perplexidades, seria tentado a escusar-se de satisfazer a todas as reivindicações da lei, ou, na pressão dos negócios seculares, se esqueceria de sua sagrada importância. ... Mas Ele reclama um dia, que Ele pôs de parte e santificou. Ele o dá ao homem como um dia em que possa repousar do trabalho e dedicar-se à adoração e ao desenvolvimento de sua condição espiritual. Testemunhos Seletos, vol. 1, págs. 494-496.
Um Sinal Especial e Distintivo
Os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre Mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque, em seis dias fez o Senhor os céus e a Terra, e, ao sétimo dia, descansou, e tomou alento. Êxo. 31:16 e 17.
Nessa passagem a observância do sábado é apontada como um sinal especial e distintivo entre o povo de Deus e o povo do mundo. Isto confere aos pais uma obra soleníssima - a obra de ensinar os filhos a obedecerem ao mandamento do sábado, a fim de que sejam incluídos entre o povo de Deus.
Lemos em Êxodo 19:4-8: "Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a Mim; agora, pois, se diligentemente ouvirdes a Minha voz e guardardes o Meu concerto, então, sereis a Minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a Terra é Minha. E vós Me sereis reino sacerdotal e povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel."
Maravilhosa condescendência! Deus propõe fazer dos israelitas a Sua propriedade peculiar, se obedecerem a Sua lei e glorificarem o Seu nome. Notai a atitude deles para com essas palavras:
"Veio Moisés, e chamou os anciãos do povo, e expôs diante deles todas estas palavras que o Senhor lhe tinha ordenado." Toda essa instrução foi colocada pelos anciãos perante a vasta multidão reunida. "Então, todo o povo respondeu a uma voz e disse: Tudo o que o Senhor tem falado faremos. E relatou Moisés ao Senhor as palavras do povo." Manuscrito 152, 1901.
Não podemos superestimar o valor de singela fé e obediência incondicional. É seguindo no caminho da obediência com singela fé que o caráter obtém perfeição. Requereu-se que Adão prestasse estrita obediência aos mandamentos de Deus, e não é apresentado um padrão mais baixo aos que desejam a salvação [hoje]. ... [Cristo] diz: "E tudo quanto pedirdes em Meu nome, Eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em Meu nome, Eu o farei. Se Me amardes, guardareis os Meus mandamentos. E Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber." João 14:13-17. O mundo está coligado contra a verdade, porque não deseja obedecer à verdade. Irei eu, que compreendo a verdade, fechar os olhos e o coração ao seu poder salvífico porque o mundo prefere as trevas à luz? Manuscrito 5a, 1895.
Os santos estatutos que Satanás odiara e procurara destruir, serão honrados por todo um Universo sem pecados. Patriarcas e Profetas, pág. 342.
A Lei Para a Felicidade do Homem
Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do senhor é puro e alumia os olhos. Sal. 19:8.
No princípio Deus deu Sua lei à humanidade como um meio de alcançar a felicidade e vida eterna. A única esperança de Satanás de poder frustrar o propósito de Deus é levar homens e mulheres à desobediência a essa lei; e seu constante esforço tem sido falsear seus ensinos e diminuir sua importância. Seu principal ataque tem sido a tentativa de mudar a própria lei, assim como levar os homens a violar seus preceitos enquanto professam obedecê-la.
Um escritor comparou a tentativa de mudar a lei de Deus a um antigo e maldoso costume de mudar a direção da flecha indicativa numa importante junção de duas estradas. A perplexidade e contratempo que esta prática muitas vezes causava foi grande.
Um marco indicativo foi construído por Deus para os que jornadeiam através deste mundo. Um braço desta tabuleta apontava espontânea obediência ao Criador como o caminho da felicidade e vida, enquanto o outro braço indicava a desobediência como a estrada da miséria e morte. O caminho da felicidade era tão claramente definido como o era o caminho da cidade de refúgio na dispensação judaica. Mas em má hora para a nossa raça, o grande inimigo de todo o bem virou a tabuleta, e multidões têm errado o caminho.
Através de Moisés o Senhor instruiu os israelitas: "Certamente guardareis Meus sábados, porquanto isso é um sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o Senhor, que vos santifica. Portanto, guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra... no dia do sábado... certamente morrerá. Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando o sábado nas suas gerações por concerto perpétuo. Entre Mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o senhor os céus e a Terra, e, ao sétimo dia, descansou, e restaurou-Se." Êxo. 31:13-17.
Nessas palavras o Senhor definiu claramente a obediência como o caminho para a cidade de Deus; mas o homem do pecado mudou o sinal indicativo, fazendo que indicasse direção errada. Ele estabeleceu o falso sábado, e levou homens e mulheres a pensar que repousando nesse falso sábado estavam obedecendo à ordem do Criador.
Deus declarou que o sétimo dia é o sábado do Senhor. Quando "os céus, e a Terra, e todo o seu exército foram acabados", Ele exaltou este dia como um memorial de Sua obra criadora. Repousando no sétimo dia "de toda a Sua obra, que tinha feito", "abençoou Deus o dia sétimo e o santificou". Gên. 2:1-3. Profetas e Reis, págs. 178-180.
A lei de Deus não Muda
E, tendo acabado de falar com ele no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus. Êxo. 31:18.
Durante a dispensação cristã, o grande inimigo da felicidade do homem fez do sábado do quarto mandamento um objeto de ataque especial. Satanás diz: "Eu atravessarei os propósitos de Deus. Capacitarei meus seguidores a porem de lado o memorial de Deus, o sábado do sétimo dia. Assim, mostrarei ao mundo que o dia abençoado e santificado por Deus foi mudado. Esse dia não perdurará na mente do povo. Apagarei a lembrança dele. Porei em seu lugar um dia que não leve as credenciais de Deus, um dia que não seja um sinal entre Deus e Seu povo. Levarei os que aceitarem este dia a porem sobre ele a santidade que Deus pôs sobre o sétimo dia. ...
Através do estabelecimento de um falso sábado o inimigo pensou mudar os tempos e as leis. Mas tem tido ele realmente êxito em mudar a lei de Deus? As palavras do capítulo 31 de Êxodo são a resposta. Aquele que é o mesmo ontem, hoje e eternamente declarou do sábado do sétimo dia: "É um sinal entre Mim e vós nas vossas gerações". "Será um sinal para sempre." Êxo. 31:13 e 17. A tabuleta virada está indicando um caminho errado, mas Deus não mudou. Ele ainda é o poderoso Deus de Israel. "Eis que as nações são consideradas por Ele como a gota de um balde e como o pó miúdo das balanças; eis que lança por aí as ilhas como a uma coisa pequeníssima." Isa. 40:15. Ele é tão zeloso de Sua lei agora como o era nos dias de Acabe e de Elias.
Mas como é esta lei desrespeitada! Vede o mundo hoje em aberta rebelião contra Deus. Esta é na verdade uma geração obstinada, carregada de ingratidão, de formalismo, de insinceridade, de orgulho e apostasia. Os homens negligenciam a Bíblia e odeiam a verdade. Jesus vê Sua lei rejeitada, Seu amor desprezado, Seus embaixadores tratados com indiferença. Ele tem falado por intermédio de Suas misericórdias, mas estas não têm sido reconhecidas; tem falado por meio de advertências, mas estas não têm sido ouvidas. O santuário da alma humana tem-se tornado lugar de não santificado intercâmbio. Egoísmo, inveja, orgulho, malícia - tudo é aí acariciado.
Os que crêem nesta Palavra logo que a lêem são postos em ridículo. Há um crescente menosprezo pela lei e a ordem, procedendo diretamente da violação das claras ordenações de Jeová. Profetas e Reis, págs. 183-185.
Jeová gravou Seus dez mandamentos em tábuas de pedra, a fim de que todos os habitantes da Terra entendessem Seu eterno e imutável caráter. Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 142.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Encontrei Deus No Meu Pior Dia - Michael W. Smith

"Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Mt 28:20"

O cantor e compositor Michael W. Smith, nunca mais foi o mesmo desde que Deus o visitou no seu pior dia há 30 anos. Respeitado músico cristão, premiado com três Grammys e mais de 15 milhões em vendas, Smith também conhecido do público brasileiro, passou alguns anos de sua vida sendo "sugado" pelas drogas."Eu achava que poderia brincar com fogo sem ficar queimado, mal eu sabia que seria o maior abismo de minha vida. Sentia-me como se não houvesse maneira de escapar, usava cocaína e LSD”.

Smith tinha acabado de se mudar para Nashville, após abandonar a faculdade para perseguir carreira como músico. Ele tinha paixão por adorar a Deus e sentiu o chamado aos 15 anos: "Foi um momento lindo de minha vida, meu coração estava realmente atrás de obedecer, tudo que eu queria era pegar uma guitarra e cantar canções de louvor". Quando chegou a Nashville, foi seduzido, tocando em bares por horas e se entregando as drogas.

"Minha bússola desapareceu, entrei nesse mundo totalmente diferente sem perceber que estava indo para baixo, até ser tarde demais. Eu sabia a quem pertencia e simplesmente não conseguia sair da bagunça em que estava".

Após uma experiência de quase morte, clamou a Deus para ajudá-lo deitado no piso de sua cozinha, começou a chorar sem parar, era Novembro de 1979.“O Deus do universo veio e chorou comigo naquele chão, e eu não tenho sido mais a mesma pessoa desde então, tudo mudou”.

Dentro de um ano, Smith conseguiu um trabalho como compositor e logo teve sua própria gravadora: "Eu nunca poderia ter orquestrado nada disso, todo meu passado foi dissipado. A maior paz que tenho é saber quem eu sou. Eu sou um filho do Rei elevado do universo. Minha crise de identidade foi resolvida”.

MICHAEL W. SMITH - AGNUS DEI

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Está Consumado

Tendo-o provado, Jesus disse: “Está consumado!” João 19:30

Os Evangelhos mencionam pouco da vida de Jesus desde o Seu nascimento até ao batismo. No entanto, alguns Evangelhos chegam a dedicar de um terço até a metade do espaço para os acontecimentos da última semana da vida do Mestre. Um desses detalhes é a repetição do número sete nos acontecimentos relacionados com a crucifixão.

Jesus passou por sete julgamentos – diante de Anás, Caifás, duas vezes no Sinédrio, uma vez diante de Herodes e duas vezes perante Pilatos. As acusações contra Jesus também somam sete: Ele ameaçou destruir o templo, chamaram-n´O malfeitor, perverteu a nação, proibiu o povo de pagar tributo, incitou a multidão, disse ser rei e pretendeu ser Filho de Deus.

Em contraste, temos também sete testemunhas a favor da Sua inocência. A mulher de Pilatos avisou dizendo: “Não te envolvas com este inocente” (Mt 27:19). “Traí sangue inocente” (Mt 27:4), disse Judas. Pilatos disse: “Não acho n´Ele motivo algum de acusação” (Jo 18:38). “Este homem não cometeu nenhum mal” (Lc 23:41), proferiu o ladrão na cruz. Mais tarde o centurião acrescentou: “Este homem era justo” (Lc 23:47).

João relata também as sete perguntas que Pilatos fez a Jesus: “És tu o rei dos judeus?”, “O que fizeste?”, “Então, tu és rei!”, “Que é a verdade?”, “De onde vens?”, “… não falas comigo?” E sua última pergunta foi: “Não sabes que eu tenho autoridade para libertar-te e para crucificar-te?” (Jo 18:33, 35, 37, 38; 19:9, 10).

Finalmente, temos as sete frases na cruz, pronunciadas apenas para um grupo de amigos e pessoas que estavam próximas. Por trás da última frase de Jesus – “Está consumado!” –, há um oceano de significado. “Consumado” era a palavra usada pelo empregado ao trazer o relatório do trabalho feito e do comerciante, ao constatar que o débito havia sido pago. Era também a palavra do pintor que, ao contemplar a sua obra, dava um passo atrás, assim como o general ao vencer a batalha, diziam: “Tetesletai.”

E Jesus, mesmo a sangrar, pronunciou-a em voz de triunfo: “Eu venci. Tudo o que necessitava ser feito foi feito.” João, que a escutou “Está consumado!” na cruz, muitos anos depois, já idoso e na Ilha de Patmos, ouviu Jesus dizer: “Está feito” (Ap 21:6). Na primeira vez, a frase foi dita na cruz; na segunda, foi proferida do trono de Deus, proclamando a vitória final. Entre as duas declarações, está a história da igreja, a sua história e a minha. Jesus quer-nos como vencedores. “O vencedor herdará tudo isto, e Eu serei o seu Deus e ele será Meu filho” (Ap 21:7).
Pr. José Carlos Costa

Hospedando Anjos Sem Saber