segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

EVANGELISMO COMO FERMENTO


As últimas palavras de Cristo a Seus discípulos foram: "E eis que Eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos." Mat. 28:20. "Portanto, ide, ensinai todas as nações." Mat. 28:19. Ide aos mais afastados limites do globo habitável, e sabei que aonde quer que fordes Minha presença vos assistirá. ...
A nós, também, a comissão se dirige. Somos ordenados a ir como mensageiros de Cristo, para ensinar, instruir e persuadir homens e mulheres, apelando para que atentem para a Palavra de vida. Também nos é dada a certeza da constante presença de Jesus. Sejam quais forem as dificuldades com que nos tenhamos de defrontar, sejam quais forem as provações que tenhamos de suportar, sempre será para nós a misericordiosa promessa: "E eis que Eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos." Mat. 28:20. Manuscrito 24, 1903.

VERSÍCULO CHAVE:
“Disse mais: A que compararei o reino de Deus? É semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado" (Lucas 13:20-21).
Esta lição discute a necessidade do evangelismo, explica o processo do evangelismo, e define os termos que são importantes para você compreender enquanto você estuda o tema. Nos tempos do Antigo testamento quando o templo estava sendo construído, o som de um martelo, machado ou qualquer outra ferramenta não se ouviu enquanto ele estava sendo construído (1 Reis 6.7).

O silêncio com o qual aquelas grandes pedras foram colocadas é um exemplo natural de uma grande verdade espiritual. “Um maior que Salomão” está agora edificando um grande templo espiritual. Este templo também está sendo erguido silenciosamente, com cada pedra perfeitamente fixada nas outras. Isto ocorre silenciosamente, mas por meio de um poderoso processo chamado de “evangelismo como fermento”.

EVANGELISMO COMO FERMENTO
“Disse mais: A que compararei o reino de Deus? É semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado” (Lucas 13.20-21).

Esta passagem revela que a obra de Deus não procede com uma grande quantidade de clamor e publicidade. Você pode esperar que o Reino se estenda por meios externos como subjugar exércitos e conquistar continentes. Mas a disseminação do Reino de Deus é como um pouco de fermento numa massa de pão. O fermento pode ser pequeno e oculto, mas ele tem um potencial ilimitado. Como o fermento, o poder do Reino não é externo, antes, ele é interno.
Noutro exemplo, Jesus comparou a disseminação do Reino de Deus a uma semente de mostarda:

“E dizia: A que é semelhante o reino de Deus, e a que o compararei? É semelhante a um grão de mostarda que um homem plantou na sua horta; e cresceu e fez-se árvore; e as aves do céu aninharam-se nos seus ramos” (Lucas 13.18-19).

Numa outra parábola, Jesus comparou a fé com a semente de mostarda. Ele disse que nada é impossível mesmo com uma pequena quantidade de fé. Semelhante a maneira como a fermento se espalha, uma pequena semente de mostarda se desenvolve para tornar-se uma grande árvore. Este exemplo também ilustra a silenciosa, mas poderosa maneira como o Reino avança.

Há muitos novos métodos que podem ajudar a estender o evangelho. Estes se chamam “tecnologias”. Elas incluem coisas tais como prensas, computadores, rádios, televisões, áudio e vídeo, e satélite. Novos métodos de transportação também ajudam as pessoas a estender rapidamente o evangelho. Estas novas tecnologias são todas úteis, mas o real poder do evangelho ainda é interno. Com isto nós queremos dizer que o poder está no próprio evangelho. Isto é o que as parábolas do fermento e da mostarda ilustram.

O evangelho não fica limitado onde povo não tem tecnologia avançada. Até mesmo com uma pequena quantidade de fé, o reino avançará. Isto é evangelismo como fermento.

A DEFINIÇÃO DE EVANGELISMO
A palavra “evangelismo” (ou evangelização) vem de uma palavra grega, “euangelion”. Há realmente quatro formas básicas desta palavra. Uma palavra significa “boas notícias”; duas palavras significam “proclamar as boas novas”, e uma palavra se refere ao “evangelista” ou a pessoa que faz a proclamação.

Evangelismo não esta somente uma série de reuniões ou cultos de adoração. Evangelismo não é o mesmo que reavivamento. Reavivamento é o Senhor em operação na Igreja. No reavivamento, a ênfase está na presença do Senhor restaurando a vida de Seu povo.

Evangelismo é a Igreja trabalhando para o Senhor. No evangelismo a ênfase está na experiência do novo nascimento, o inicio da vida espiritual. A renovação resulta do reavivamento, contudo, acendas forças do evangelismo que resultam em “novas criaturas em Cristo” de modo que estão estreitamente unidas quanto à vida espiritual.

Evangelismo é:

“... comunicar o evangelho através do poder do Espírito Santo de tal maneira que homens e mulheres tenham uma válida oportunidade de aceitar ou rejeitar a Jesus Cristo como Salvador e Senhor e se tornarem membros de sua igreja”.

Examinemos esta definição em detalhe. O “evangelho” é a mensagem comunicada. A mensagem básica do evangelho é resumida em 1 Coríntios 15:1-5, mas o “evangelho do Reino”, de fato, inclui tudo que Jesus ensinou (Mateus 28.18-20). A conversão bíblica vem pela verdade. O evangelho é um encontro entre a verdade e a injustiça, Cristo e os pecadores, e céu e inferno.

É o evangelho do Reino de Deus que deve ser compartilhado, não as tradições de homens ou as crenças denominacionais. A meta não é atacar os sistemas políticos ou outras religiões. A meta não é transformar a sociedade, mas ver as pessoas transformadas através do poder do evangelho.

A meta nem sequer é fazer “boas obras” educacionais, médicas, ou programas de cuidado e alimentação de pessoas. Estas coisas só são benéficas para cumprir a Grande Comissão quando elas são feitas dentro do contexto da evangelização. A apresentação do evangelho deve ser a meta final ou eles se tornam somente programas sociais.

Jesus ministrou às necessidades físicas das pessoas ao alimentar as multidões, curar e libertar. Mas estas obras foram feitas dentro do contexto da evangelização. Elas foram acompanhadas pelo ensino e pregação do evangelho.

“Comunicar” o evangelho significa que ele deve ser compartilhado de tal modo que leve as pessoas a aceitar a Jesus Cristo como o Salvador e Senhor. Quando você compartilha o evangelho desta maneira, você está evangelizando. Se você deseja evangelizar, você deve estar em contato com aqueles que estão espiritualmente perdidos no pecado, pois a evangelização deve acontecer no lugar onde os pecadores estão.

"A través do poder do Espírito Santo" significa que a mensagem não só deve ser comunicada verbalmente, mas através da demonstração de poder. Paulo disse:

“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus” (1 Coríntios 2:4-5).

"Através do poder do Espírito Santo" também significa que a unção do Espírito Santo deve estar na comunicação do evangelho, pois ela leva a obra do Espírito para ganhar aos perdidos:

“Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:44).

"Aceitar" significa que o ouvinte responde à mensagem. Informação sem convite é mera instrução. É exortação, mas não é evangelização. Na verdadeira evangelização deve haver uma oportunidade para a resposta. Dar seu testemunho de conversão a alguém é um método de evangelização chamado “testificar”, mas não é evangelização. Dar testemunho não é ganhar. Dar testemunho é importante, mas não assegura a salvação. A verdadeira evangelização significa apresentar as pessoas a Cristo de tal maneira que elas verão a necessidade de uma decisão pessoal. A evangelização resulta na experiência do novo nascimento que também se chama “conversão” ou “salvação”.
“Aceitar a Jesus Cristo como o Salvador e Senhor” não só significa uma resposta para receber a salvação, mas um processo que leva Jesus a tornar-se o Senhor da vida de uma pessoa. Isto implica que os novos convertidos são levados ao discipulado para se tornarem membros responsáveis da Igreja. Note que é “Sua Igreja”, significando o verdadeiro Corpo de Cristo, não só uma denominação ou organização específica.
“Uma oportunidade válida” significa que a mensagem deve ser ministrada de tal modo que possa ser entendida por uma pessoa comum. Isto significa que a comunicação deve adaptar-se ao idioma, nível educativo, e cultural de um indivíduo. Isto também significa que nós não podemos concluir que uma pessoa ou povo simplesmente tem sido evangelizado porque nós pregamos um tempo ali. O testemunho deve ser mantido por um tempo suficiente que resulte em compreensão e oportunidade para resposta. Podemos dizer que indivíduos, famílias, tribos, ou nações têm sido evangelizados quando eles têm entrado em contato com o Evangelho tempo suficiente para haver tido oportunidade de responder a ele pela fé. Esta “oportunidade válida” também implica numa mensagem poderosa que provê a oportunidade para as pessoas verem a demonstração visível do evangelho através de curas e libertações.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Dia Nacional de Ações de Graças

Cantai ao SENHOR em ação de graças; cantai louvores ao nosso Deus sobre a harpa. Sl 147:7

A ideia de transformar o "Dia de Ação de Graças" em acontecimento universal nasceu de um brasileiro, Joaquim Nabuco, quando Embaixador do Brasil em Washington.
Em 1909, na Catedral de São Patrício, ao final da primeira Missa Pan-Americana, que celebrava o "Dia de Ação de Graças", o Embaixador brasileiro formulou publicamente o seguinte voto: “Eu quisera que toda a humanidade se unisse, no mesmo dia, para um agradecimento universal a Deus".
O diplomata brasileiro soube expressar em sua ideia todo o conhecimento que tinha sobre a população de seu país, baseado em seu passado histórico, firmando sempre, desde as origens, nas tradições cristãs do respeito à liberdade e aos direitos humanos, na proibição constitucional das guerras, na busca de solução dos conflitos sem derramamento de sangue, enfim, um país voltado para a paz.
No Brasil, o "Dia Nacional de Ação de Graças" foi instituído por meio da Lei nº 781, de 17 de agosto de 1949, pelo presidente Eurico Gaspar Dutra. O Decreto nº 57.298, de 19 de novembro de 1965, regulamenta as comemorações do "Dia Nacional de Ação de Graças". Finalmente, a Lei nº 5.110, de 22 de setembro de 1966, determina que o"Dia Nacional de Ação de Graças" seja comemorado na quinta-feira do mês de novembro, sendo o Ministério da Justiça o órgão legalmente incumbido de promover a sua celebração.
Histórico
A Comissão do Dia Nacional de Ação de Graças, do Ministério da Justiça, vem cumprindo suas atribuições de fazer a semana preparatória, com as mensagens oficiais e a cerimónia do "Te Deum",com todas as características especificadas no Decreto, cuidando da sua divulgação.
O relato das várias celebrações em todo o território nacional demonstram o interesse dos órgãos públicos e segmentos religiosos em comemorar o dia, bem como o envolvimento das autoridades eclesiásticas de vários pontos do país, em participar e apoiar o evento.
Um histórico de abrangência mundial registra como o mais longínquo "Te Deum" o que fez Cristóvão Colombo, em 1492, quando chegou à América, agradecendo a Deus pela descoberta.
Registar-se também que Cabral, quando chegou ao Brasil em 1500, rezou uma missa de agradecimento nas praias da Bahia.
Nos EUA, em 1612, os Peregrinos iniciaram a comemoração como "Dia de Ação de Graças" que evoluiu sempre mais, pois em 1789, o Presidente George Washington oficializava a comemoração.
Em 1863, o Presidente Lincoln determinava a sua realização para a última quinta-feira do mês, sendo que estabelecia, também ele, que era esse dia feriado nacional.
O dia continuou a ser sempre comemorado, e em 1939 o Presidente Franklin D. Roosevelt proclamou essa comemoração para a quarta/quinta-feira do mês, sendo essa data oficializada no Congresso Americano em1941.
Para os estadunidenses as comemorações religiosas são acompanhadas de jantar de confraternização, com o tradicional peru e a torta de abóbora, que se tornaram símbolo desse dia.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

FORMAÇÃO DE GRUPOS E CONSOLIDAÇÃO DE GRUPOS FAMILIARES



“... unido à Cabeça, a partir da qual todo o corpo, sustentado e unido por seus ligamentos e juntas, efetua o crescimento dado por Deus” (Colossenses 2:19).

INTRODUÇÃO
Depois que uma nova igreja tem sido plantada, ela deve experimentar o crescimento seguindo o padrão de multiplicação do Novo Testamento. Isto é necessário se a Igreja deseja tornar-se uma força vital de evangelização em sua própria comunidade assim como no mundo. Este capítulo explica os quatro tipos de crescimento que cada igreja deve experimentar: Crescimento Interior, Crescimento por Expansão, Crescimento por Extensão, e Crescimento de Ligação.

O CRESCIMENTO INTERNO

Quando nós falamos de crescimento interior da Igreja, nós estamos nos referindo ao crescimento espiritual e desenvolvimento de seus membros. A Igreja cresce espiritualmente na medida em que crescem os seus membros individuais.

Paulo se referiu a este processo, comparando-o ao crescimento interior no corpo natural:

“... unido à Cabeça, a partir da qual todo o corpo, sustentado e unido por seus ligamentos e juntas, efectua o crescimento dado por Deus” (Colossenses 2:19).

O “crescimento que Deus da” se refere ao crescimento espiritual. Quando os membros crescem espiritualmente, a Igreja experimenta Crescimento Interno. O Corpo inteiro é nutrido e aumenta com o crescimento de Deus.

O crescimento espiritual é um aumento em maturidade espiritual que produz o desenvolvimento da vida de Cristo no crente. É o crescimento no conhecimento de Jesus:

“Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém” (2 Pedro 3:18).

É o crescimento em Jesus:

“Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Efésios 4:15).

O crescimento espiritual significa diminuição do ego e aumento da vida de Cristo em você:

“É necessário que ele cresça e que eu diminua” (João 3:30).

O crescimento espiritual não vem automaticamente como resultado da duração do tempo em que uma tem sido crente. É o resultado do desenvolvimento da vida de Cristo em um crente.

As evidências do crescimento espiritual incluem:

1. Um aumento no conhecimento espiritual.
2. A aplicação apropriada desse conhecimento à vida e ministério.
3. Um deleite mais profundo nas coisas espirituais.
4. Um amor maior por Deus e pelos outros.
5. O desenvolvimento das qualidades espirituais semelhantes à de Cristo.
6. Um aumento no desejo e na habilidade de compartilhar o Evangelho com outros.
7. O desenvolvimento e o uso eficaz de dons espirituais.

O crescimento é o resultado natural da vida. Se há vida espiritual numa igreja, o crescimento interno resultará assim como o crescimento por expansão, por extensão, e de ligação.

O CRESCIMENTO POR EXPANSÃO

O crescimento por expansão ocorre quando os crentes ganham novos convertidos para Cristo e os trazem à comunhão com sua própria igreja local. Isto produz crescimento numérico da igreja local. Crescimento por expansão deve ser voltado para aumentar o Reino de Deus.

Se a “Segunda Igreja” agrega 100 membros da “Primeira Igreja” através do traslado de membros, não ocorreu crescimento no Reino. Houve um aumento no número de membros da Segunda Igreja, mas nenhuma expansão do Reino de Deus. O crescimento do reino só ocorre quando novos convertidos são ganhos para Jesus e discipulados para tornarem-se membros responsáveis do Corpo de Cristo.

O crescimento por expansão da igreja é ilustrado no livro de Atos:

“Naqueles dias Pedro levantou-se entre os irmãos, um grupo de cerca de cento e vinte pessoas” (Atos 1:15).
A Igreja começou em um cenáculo com um pequeno grupo de 120 Discípulos. No Dia de Pentecostes 3.000 foram agregados à igreja de Jerusalém:

“Os que aceitaram a mensagem foram baptizados, e naquele dia houve um acréscimo de cerca de três mil pessoas” (Atos 2:41).

Depois do Pentecostes, o crescimento por expansão ocorreu numa base diária:

“Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito os capacitava” (Atos 2:47).

O número de homens na igreja de Jerusalém cresceu para 5.000. Este cálculo não incluiu as mulheres e crianças que também eram parte da igreja:

“Mas muitos dos que tinham ouvido a mensagem creram, chegando o número dos homens que creram a perto de cinco mil” (Atos 4:4).

Depois, multidões foram agregadas à igreja:

“Em número cada vez maior, homens e mulheres criam no Senhor e lhes eram acrescentados” (Atos 5:14).

“Acrescentados” foi uma palavra usada primeiramente para descrever a expansão da igreja. Logo o crescimento tornou-se tão rápido que a palavra “multiplicava” foi usada:

“Crescia a Palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos” (Atos 6:7).

Deste ponto em diante, o livro de Atos enfatiza a multiplicação de igrejas assim como de membros da igreja local de Jerusalém. Foram plantadas novas igrejas em cada centro pagão do mundo então conhecido em menos de 40 anos. Por exemplo, em Samaria...

“No entanto, quando Filipe lhes pregou as boas novas do Reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, creram nele, e foram batizados, tanto homens como mulheres” (Atos 8:12).

As igrejas na Judeia, Galiléia, Samaria, Lida, Sarom e Jope, todas elas experimentaram o crescimento por expansão:

“A igreja passava por um período de paz em toda a Judeia, Galileia e Samaria. Ela se edificava e, encorajada pelo Espírito Santo, crescia em número, vivendo no temor do Senhor” (Atos 9:31).

“Todos os que viviam em Lida e Sarona o viram e se converteram ao Senhor... Este fato se tornou conhecido em toda a cidade de Jope, e muitos creram no Senhor” (Atos 9:35,42).

Havia crescimento na igreja em Antioquia (Atos 11:21, 24,26); Icónio (Atos 14:1); Derbe (Atos 14:20-21); Galácia (Atos 16:5); Filipos (Atos 16:14); Tessalónica (Atos 17:4); Bereia (Atos 17:12); e Corinto (Atos 18:8-11).


A igreja expandiu por causa de:

 Visão espiritual: João 4:35.
 Ministrar em áreas e ocasiões receptivas: Mateus 10:5-6,14; Atos 9:20-31; 16:6.
 Uma Metodologia de “Ir” em lugar de “Vir”: Eles foram às pessoas em lugar de esperar que elas viessem à igreja.
 Cada Crente se reproduzia: Atos 8:4.
 Usando as Redes Sociais: Os membros ganharam os parentes e amigos. O Evangelho se espalhou mais rapidamente através das redes sociais existentes.
 Usando os métodos de Jesus: Por todo o livro de Atos, a Igreja Primitiva usou os métodos ensinados e demonstrados por Jesus. Eles pregaram o Evangelho, ensinaram a Palavra, batizaram os novos crentes, e treinaram os novos discípulos (Mateus 28:19-20).
 Grupos: Os grupos foram importantes na expansão da Igreja do Novo Testamento. Paulo ensinou a um grupo especial de discípulos numa escola de expansão (Atos 19:9). Noutras ocasiões, Paulo ensinou a grupos segregados de judeus e Gentios (Atos 13:42). Os grupos pequenos se reuniam nas casas (Atos 12).
 Cada casa se tornou um centro de evangelização: Cada casa se tornou um centro para oração, pregação, instrução, cura e libertação.
 O Ministério do Espírito Santo: o Espírito Santo é o poder que convence os pecadores, homens e mulheres, e os persuade a aceitar a mensagem do Evangelho. Isto produz novos convertidos que levam à expansão da igreja.
 Os Dons espirituais: o crescimento humano exige o desenvolvimento de uma estrutura básica para apoiar a multiplicação das células. Para o Corpo de Cristo crescer, a estrutura é igualmente importante. Jesus disse que a colheita está madura, mas os obreiros são poucos. Se obreiros são poucos, então eles devem organizados para fazer a colheita de maneira eficaz.

O CRESCIMENTO POR EXTENSÃO

O crescimento por extensão ocorre quando uma igreja inicia outras igrejas numa cultura similar. A nova igreja é uma extensão da “igreja-mãe", assim como uma criança no mundo natural é uma extensão física dos pais.

O registro da extensão no livro de Atos revela que igrejas foram iniciadas pela igreja de Jerusalém na Judeia, Galileia, Lida, Sarom e Jope. Estas cidades tinham cultura judaica semelhante.

Há quatro maneiras nas quais uma nova Igreja começa:

1. Uma igreja começa outra igreja.

2. Várias igrejas cooperam para começar outras igrejas.

3. Uma igreja grande se divide para formar duas ou mais igrejas.

4. Um crente individual se dirige a uma certa área para começar uma igreja. Frequentemente é alguém com um com dom espiritual de apostolado. O Apóstolo Paulo é um exemplo. Esta pessoa às vezes é chamada de "plantador de igrejas."

Em cada uma destas maneiras, a multiplicação ocorre através da extensão do Evangelho formando um novo Corpo de crentes.

As novas igrejas podem ser de três tipos diferentes de extensão:

1. IGREJAS QUE MINISTRAM A UMA COMUNIDADE ESPECÍFICA:

Estas são as igrejas estabelecidas para atender a uma comunidade específica, povo, ou área numa cidade. Elas podem ser o resultado da evangelização que tem levantado a um grupo de novos crentes numa certa área. Elas podem estabelecer-se para ministrar áreas não alcançadas ou sensíveis.

2. IGREJAS QUE MINISTRAM A UM GRUPO ÉTNICO ESPECÍFICO:

Estas comunidades ministram a um grupo étnico específico que compartilha a mesma cultura, linhagem e idioma. Por exemplo, uma igreja poderia ser começada para as pessoas que falam espanhol e não podem entender o inglês falado nas reuniões de adoração da “igreja-mãe”. Outros exemplos são: uma igreja para os asiáticos em um acampamento de refugiados ou para os índios numa reserva americana.

3. IGREJAS COM PROPÓSITOS ESPECIAIS:

Uma igreja pode ser estabelecida para um propósito especial. Por exemplo, uma igreja pode ser plantada perto de uma universidade para atender especificamente aos estudantes.

O CRESCIMENTO DE LIGAÇÃO

O crescimento de ligação ocorre quando uma igreja se estende além do espaço nacional, linguístico ou étnico, para plantar uma nova igreja numa cultura diferente. O termo "ligação" é usado porque quando este processo ocorre uma “ligação” ou “ponte" é criada de uma cultura à outra para comunicar o Evangelho. Os meios modernos de transporte e comunicação têm avançado grandemente o potencial da igreja para o crescimento de ligação, inclusive nas áreas mais remotas.

O crescimento de ligação era parte do plano do Senhor Jesus para espalhar o Evangelho por todo o mundo. Os discípulos deveriam começar seu testemunho em sua própria cultura em Jerusalém e então se estender para plantar igrejas em outras áreas de cultura semelhante.

Logo, os discípulos deveriam cruzar as lacunas nacionais, linguísticas, e raciais para estender o Evangelho nas culturas diferente da sua, a lugares como Samaria e até "os confins da terra" (Atos 1:8). Os discípulos cumpriram a ordem imediatamente para multiplicar-se dentro de sua própria cultura (Atos 2).

A extensão às outras regiões de cultura semelhante virá como resultado da perseguição:

“E Saulo estava ali, consentindo na morte de Estêvão. A Perseguição e a Dispersão da Igreja naquela ocasião desencadeou-se grande perseguição contra a igreja em Jerusalém. Todos, excepto os apóstolos, foram dispersos pelas regiões da Judeia e de Samaria. Alguns homens piedosos sepultaram Estevão e fizeram por ele grande lamentação. Saulo, por sua vez, devastava a igreja. Indo de casa em casa, arrastava homens e mulheres e os lançava na prisão. Filipe em Samaria. Os que haviam sido dispersos pregavam a palavra por onde quer que fossem” (Atos 8:1-4).

Filipe primeiro cruzou a lacuna cultural no reavivamento em Samaria registrado em Atos 8. Pedro e João continuaram o ministério nessa área. O Apóstolo Pedro teve alguma dificuldade de aceitar a comissão para trabalhar transculturalmente. Ele era um judeu devoto e antes havia limitado o contato com as nações Gentílicas (não-judaicas). Deus falou a Pedro numa visão registrada em Atos 10 e então Pedro levou o Evangelho aos Gentios em Cesareia.

O crescimento de ligação no Novo Testamento é ilustrado melhor pelo ministério do Apóstolo Paulo. Deus chamou a Paulo especificamente a este ministério. Paulo era judeu, mas Deus lhe disse que ele era:

“... meu instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e seus reis, e perante o povo de Israel” (Atos 9:15).

AS PRIORIDADES AO PLANTAR IGREJAS

Anteriormente você estudou as prioridades para a evangelização. As prioridades ao plantar igrejas são idênticas. Segundo o registro do Novo Testamento, deve dar-se prioridade ao começar igrejas por extensão aos grupos de pessoas não-alcançadas, as áreas sensíveis, primeiro as cidades e depois as áreas rurais.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A Pérola de Grande Preço


Esteja disposto a renunciar a TUDO, até a esta vida terrena se necessário for, em troca da Pérola de Grande Preço (JESUS!). Vale a pena! (Mateus 13:45-46)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

SATISFAÇÃO!


Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.
O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.
1Tm 2:5-6

Pode parecer curioso, mas em todo estabelecimento que entramos hoje em dia nos oferecem um questionário de satisfação para preenchermos.
Seja para saber se o atendimento está como o previsto, ou para dar agilidade ao serviço, ou ainda para futuras inovações, todos os bancos, escolas, e até igrejas nos oferecem os tais questionários.
Satisfação é ter suas expectativas atendidas, ter cumprida a promessa feita pelo produto ou serviço que buscamos, satisfação é um completar-se, um preenchimento do vazio que tínhamos ou nos foi causado por uma expectativa.
Na minha adolescência havia duas musicas com o mesmo nome. Uma anunciava a Satisfação outra reclamava por não a encontrar.
Embora anunciasse o Evangelho, em muitas igrejas era proibido cantar a Satisfação de ter a CRISTO pelo fato de não ser um hino do cancioneiro aprovado por sua convenção.
Hoje, algumas igrejas, fazem questionário de satisfação dos assentos, do ar condicionado, da cor da pintura e esquece-se de anunciar que CRISTO trás Satisfação aos que tentam encontra-la “rolando pedras” por ai!
Nos anos difíceis (no carnaval, etc.) era comum haver igrejas a fazer retiros para não se contaminarem com os ruídos mundanos, mas hoje, o que nós igreja estamos a temer?
Ainda nos refugiamos nas cavernas! Ainda tememos pregar e testemunhar a CRISTO!
Que tal anunciar a Satisfação sem fim que só JESUS nos pode dar?


SATISFAÇÃO

Satisfação é ter a CRISTO,
Não há maior prazer já visto
Sou de JESUS e agora eu sinto,
Satisfação sem fim.

Satisfação é não ter medo,
Pois meu JESUS virá bem cedo;
Logo em glória eu hei de vê-Lo,
Satisfação sem fim.

Sim paz real,
Sim gozo no coração
Achei o segredo
É CRISTO no coração.

Satisfação é nova vida,
Eu com JESUS em alegria,
Sempre cantando a melodia,
Satisfação sem fim.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

BEM AVENTURADOS OS LIMPOS DE CORAÇÃO


O que significa para você ser limpo de coração? Significa ser fraco? Ser ingênuo? O cristão deve ter um coração limpo a despeito do que nos é ensinado pelos meios de comunicação?
Na Bíblia lemos: “Bem-aventurados os limpos de coração porque eles verão a Deus.” Mateus 5:8.
Quem são os limpos de coração? Os limpos de coração são os íntegros, livres da tirania do “eu” dividido, e que não ficam tentando servir a Deus e ao mundo ao mesmo tempo. Destes é impossível que Deus se esconda.
Os limpos de coração vivem como se já pudessem ver a Jesus, mesmo que seja como que por um espelho, até o dia em que poderão vê-Lo face a face. Em outra versão da Bíblia diz: “Bem aventurados os puros de coração”. A pureza aqui mencionada refere-se ao que requer o sétimo mandamento: “Não adulterarás”. Êxodo 20:14.
O cristão deve ser puro no sentido de estar isento do que é sensual – puro nos atos e nos pensamentos. Os sentimentos de impureza, tão predominantes no mundo moderno, separam o homem de Deus.
Mas, esta regra abrange mais. Ela envolve fidelidade a Deus em todas as coisas, isenção do orgulho e do egoísmo. Envolve, enfim, uma alma limpa do pecado.
Os que tem o coração limpo são realmente pessoas abençoadas. Eles conseguem ver a Deus. Tem clara percepção de Deus. Entendem e amam Seus ensinos.
Em Mateus 11, na última parte do verso 25 encontramos o seguinte: “As coisas de Deus são ocultadas aos sábios do mundo e reveladas aos pequeninos”, isto é, aos que com sinceridade de propósito desejam conhecer e cumprir a vontade de Deus.
Nos tempos bíblicos os judeus eram tão meticulosos quanto à limpeza cerimonial, que suas regras eram extremamente pesadas. Tinham o espírito preocupado com as regras e restrições e o temor de contaminação exterior, que não percebiam a mancha do egoísmo e como a malícia tomava conta deles.
Jesus não mencionou essa pureza cerimonial como uma das condições de entrar em Seu reino, mas indicou a necessidade da pureza de coração.
Quando Jesus retornar a esta Terra, Ele estabelecerá o Seu reino, onde não entrará nenhuma coisa que possa contaminá-la. Todos os seus moradores serão aqueles que aqui nesta Terra tornaram-se puros de coração.
Toda pessoa que está aprendendo de Jesus, naturalmente deixará de lado as maneiras descuidadas. Sua linguagem será modificada e sua mente será inclinada a pensar em coisas nobres. Sua mente estará repleta de Jesus. Quando Cristo ocupa o coração há pureza, refinamento de idéias e maneiras.
O coração que é enganado por Satanás olha a Deus como um ser tirano, implacável. Ele sabe que pouco tempo lhe resta.
“A crise aproxima-se furtiva e gradualmente de nós. Satanás vê que seu tempo é curto. Então ele coloca em operação todas as suas forças a fim de os homens serem enganados, seduzidos, ocupados e enlaçados até que o dia da graça se haja findado e a porta da misericórdia esteja para sempre fechada.” O Desejado de Todas as Nações, 612.
Quando Cristo vier em Sua glória, os que praticaram o mal, os que não foram limpos de coração não vão suportar contemplá-Lo. A luz da presença de Cristo, será vida para os que O amam, mas será morte para os maus.
Para os corações que foram purificados pela presença do Espírito Santo será de grande regozijo e felicidade. Esses poderão conhecer a Deus.
Moisés estava oculto na fenda da rocha quando lhe foi revelada a glória do Senhor; e é quando nos encontramos escondidos em Cristo que contemplamos o amor de Deus.
O sábio Salomão assim escreveu: “O que ama a pureza de coração e tem graça nos seus lábios, terá por seu amigo o Rei.” Provérbios 22:11.
Então como ser limpo, puro em um mundo tão cruel, tão impuro e cheio de maldades? Simplesmente ouvindo a voz do Espírito Santo falar ao nosso coração. É pedir a cada momento do dia a proteção contra o mal.
Não é necessário viver de joelhos para comungar e falar com Deus. Nossa mente deve estar aberta para receber as bênçãos que vem de Deus. E é através da Bíblia, a Palavra de Deus que nós seremos guiados. A leitura diária nos nutrirá e fará com que nossa mente seja renovada.
Os limpos de coração percebem o Criador nas obras de Sua poderosa mão nas belas coisas que enchem o Universo. Vivem como na visível presença de Deus durante o tempo que Ele lhes concede neste mundo. E também o verão face a face, assim como fazia Adão quando andava e falava com Deus no Éden. “Agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face.” I Coríntios 13:12.
Os limpos de coração vêem a Deus. E aqui neste mundo discernem, amam e praticam os ensinos que Jesus nos ministrou. Vivem como que na presença de Deus. E verão fisicamente a Deus no dia final, habitando com Ele para sempre no Seu reino.
Porque os limpos de coração verão a Deus.