terça-feira, 31 de janeiro de 2012

ALELUIA!


Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal. Sl 90.15

Dar graças é muito mais que um gesto mecânico ou um muito obrigado, dar graças é ter um coração contrito, é reconhecer que DEUS age como Lhe aprove pelo bem de toda a humanidade e mal nenhum me é insuportável, antes é sempre para o aumento da minha resistência e do meu vigor.
Neste entendimento, podemos sempre recitar o texto de Filipenses 4.11,12. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade porque já aprendi a contentar-me com o que tenho.
Contentar-se é estar contente, satisfeito, feliz. Eu pergunto, você está feliz com o que tem?
Quer na sua vida financeira, quer na sua saúde?
Quer no seu trabalho, quer na sua Igreja?
Quer na sua família, quer no seu círculo de amizades?
Você está satisfeito com sua conta bancária e com seus bens?
Que você se alegre em todas as circunstancia de forma verdadeira e que o seu mundo se conforme, isto é, tome a forma, deste novo homem e desta nova mulher, que é satisfeito/a, feliz e contente!


domingo, 29 de janeiro de 2012

A VELHA CRUZ

Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.(Ap. 3:11)
Um pouco da vida do autor:
Autor e compositor deste hino, um dos mais amados no mundo inteiro, estava de volta de uma série de conferências evangelísticas nos Estados de Michigan e Nova Iorque, EUA. Estava passando por uma dura provação. Começou a refletir seriamente sobre o significado da cruz, e o que o apóstolo Paulo queria dizer quando falou da "participação dos seus sofrimentos" (Filipenses 3:10). Enquanto Bernnard meditava sobre estas verdades, "se convenceu de que a cruz era muito mais do que um símbolo religioso, era o coração do evangelho." Foi neste tempo que este hino nasceu.

Bernnard conta a história:
"A inspiração me veio em um dia em 1913, enquanto estava em Albion, Michigan, EUA. Comecei a escrever Rude Cruz. Compus a melodia primeiro. A letra que escrevi estava imperfeita. As palavras completas do hino foram postas [mais tarde] no meu coração em resposta à minha própria necessidade. Pouco tempo depois, em 7 de junho, apresentei o hino numa conferência em Pokagon, Michigan."

Bennard tinha razão. A cruz é o coração do evangelho, e Deus usou o sofrimento deste seu servo para abençoar o mundo até hoje.
George Bennard, filho de um mineiro, nasceu em Youngstown, Estado de Ohio, em 4 de fevereiro de 1873. Pouco tempo depois, a família mudou-se para o Estado de Iowa. Foi na cidade de Lucas que George se converteu numa reunião do Exercito da Salvação. Desejou profundamente estar a serviço do Senhor. Aos dezasseis anos, com a morte do seu pai, tornou-se o único sustento da sua mãe e quatro irmãs. Tornou-se impossível adquirir mais educação formal, mas George entrou nas fileiras do Exército da Salvação e através do seu próprio estudo e do convívio com pastores aprofundou-se na Palavra. Mudou-se com a família para Ilinois, e mais tarde se casou. Ali o casal trabalhou lado a lado na liderança do Exército da Salvação. Após alguns anos, deixando este trabalho, Bennard foi consagrado ao ministério, e começou quarenta anos frutíferos de evangelismo no norte dos Estados Unidos e no Canadá.
Bennard escreveu mais de trezentos hinos, mas será lembrado especialmente por este. Em 9 de outubro de 1958, aos 85 anos, depois de levar fielmente sua cruz. George Bennard trocou-a por "uma coroa".
O nome da melodia, OLD RUGGED CROSS, (Velha Rude Cruz) provém do título do hino que por muitos anos foi considerado o gospel hymn predileto do povo americano. O missionário F. A. R. Morgan traduziu este hino em 1924.
Bibliografia: Wyrtzen Donald John, in: Osbeck, Kenneth W. , 101 More Hymn Stories, Grand Rapids, Mt, Kregel Publications, 1985, p. 317.fonte: http://reieterno.sites.uol.com.br


RUDE CRUZ
Rude cruz se erigiu,
Dela o dia fugiu,
Como emblema de vergonha e dor;
Mas contemplo esta cruz,
Porque nela Jesus
Deu a vida por mim pecador.

Sim eu amo a mensagem da cruz
Té morrer eu a vou proclamar
Levarei eu também minha cruz
Té por uma coroa trocar

Desde a glória dos céus,
O cordeiro de Deus,
Ao calvário humilhante baixou;
Essa cruz tem prá mim
Atrativos sem fim,
Porque nela Jesus me salvou

Nesta cruz padeceu
E por mim já morreu,
Meu Jesus para dar-me
O perdão;
E eu me alegro na cruz,
Dela vem graça e luz
Pra minha santificação

E eu aqui com Jesus,
A vergonha da cruz
Quero sempre levar e sofrer;
Cristo vem me buscar, e com Ele , no lar,
Uma parte da glória hei de ter

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

UMA HISTÓRIA, NÃO A ÚNICA

Muitas vezes gostamos tanto de uma musica que, ao saber o contexto em que foi criada, perdemos o entusiasmo em relação a ela. O contrário também pode acontecer. Em relação à música que é cantada dentro das Igreja Evangélicas a frequência de pessoas que passam a ter suas vidas marcadas pela identificação com a história destas músicas é muito grande.Eu mesmo sou uma destas pessoas e a primeira história que quero contar é a da música que me marcou recentemente.
Era 01 de fevereiro de 2009, primeiro domingo, eu estava, com minha esposa, na Congregação da Igreja Metodista que fica na Av. Brasil, entrada do Conjunto Campinho em Paciência. Ela estava se preparando para servir a Santa Ceia quando meu telefone, que normalmente está desligado na Igreja, vibrou.
Minha irmã, em tom muito preocupado, dizia que minha mãe, depois de chegar bem à Igreja, havia passado mal e sido levada pela outra irmã e o pastor da Igreja ao hospital.
Quando ela descreveu as condições em que estava minha mãe eu me preparei para o pior, mas o pior naquele instante seriam as seqüelas que ela iria ficar.
Pouco depois toca de novo o telefone e, quando do outro lado a pessoa se identificou como sendo o pastor que socorrera minha mãe, eu senti que a noticia era um pouco pior do que a que eu esperava anteriormente.
Findo o culto, partilhei com os irmãos que, enquanto partilhávamos a Mesa do Senhor, minha mão havia ido cear diretamente com Ele.
Foi uma noite de lembranças e um dia difícil a seguir.
Na terça feira, no culto de oração, na Igreja Metodista em Santa Margarida, o irmão Jocenir, acho que sem saber da minha história, me chamou para cantar um louvor ao Senhor e a música que eu senti o desejo de cantar, hoje eu sei, é baseada em Hc. 3:18 que diz “Todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação.”
Em abril, num encontro de pastores, eu acompanhava minha esposa e o grupo que trazia nos o louvor contou a história daquele hino.
Eu me identifiquei de tal forma com o autor que chorei copiosamente, tendo na lembrança os ensinamentos de minha mãe e seus preciosos conselhos.
Aqui está a história que mais gosto deste hino bem como a letra e o vídeo da Catedral Evangélica de São Paulo cantando esta linda melodia.

Em Novembro de 1873, o "Ville de Havre" zarpou da cidade de Nove Iorque para a Europa. Entre os passageiros encontrava-se, a bordo, a Sra. Spafford, esposa de um advogado em Chicago, com seus quatro filhos.
A viagem estava quase no fim, estando já à vista as costas da Inglaterra, quando ocorreu uma terrível catástrofe. No escuridão da noite um barco colidiu com o "Ville de Harve" e este começou logo a afundar.
A Sra. Spafford ajuntou os seus filhos ao seu redor e encomendou-os a Deus. À medida que a água subia, mais e mais, dentro do navio, um dos filhos procurou confortar sua mãe em prantos, lembrando-lhe de que era tão fácil ser chamado à presença de Cristo, tanto do mar, como se da casa, na América!
Um a um, os seus queridos filhos foram arrancados dos seus braços. perecendo diante dos seus olhos. Ela, porém, foi milagrosamente poupada e salva, algumas horas mais tarde, por outro navio.
Supondo que a notícia do desastre seria logo divulgada pelo mundo, a Sra. Spafford assim que atingiu o porto, enviou um telegrama ao seu marido. Este havia recebido a notícia do naufrágio do navio e da perda de seus passageiros, mas ainda não sabia da perda dos seus entes queridos.
Com o coração pulsando fortemente e com mãos vacilantes ele abriu o envelope. A mensagem era curta, consistindo em apenas duas palavras. Seus olhos foram diretos à palavra "salva", dando ao seu coração uma repentina sensação de alegria. Relendo, porém, o telegrama, notou a segunda palavra: "só", causando-lhe uma terrível mudança de sentimentos. Num determinado momento foi cheio de um gozo inefável; e no momento seguinte, inundado de indescritível tristeza!
Contudo, ele pôde agradecer a Deus por ter salvo a sua amada esposa, ainda que lamentasse a perda dos filhos queridos.
Dois anos mais tarde o mesmo Sr. Spafford perdeu grande parte dos seus bens num incêndio que houve em Chicago, mas a sua fé cristã sempre firme permitiu que ele superasse a todas aquelas perdas.
A despeito de tudo o que lhe aconteceu, foi capaz de sentar-se e escrever o lindo hino que focalizamos e que se tornou tão conhecido em todo o mundo evangélico. Ë o Nº.230. A sua letra em português é de autoria do Sr. S.E. McNair; a música é do Sr. Philip P. Bliss.
Há muitas famílias nas quais existem pessoas salvas e pessoas perdidas. Aquelas que estão preparadas e aquelas que não estão preparadas para se encontrarem com um Deus santo e que odeia o pecado!
Nalgumas delas é possível que o marido seja salvo e a esposa não; uma irmã salva e um irmão, perdido; e assim por diante. Que coisa terrível será, na eternidade, se sua mãe, ou seu pai, ou irmã ou irmão, ou esposa ou esposo, for salvo e você - PERDIDO!
E se falamos em ser salvo, devemos pensar num meio de salvação; e quando Deus nos fala da Sua grande salvação, Ele nos fala, também, a respeito do nosso grande Salvador, o Senhor Jesus. Ele nos fala, ainda, como podemos estar certos dessa salvação: "Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus O ressuscitou dentre os mortos, serás salvo" (Romanos 10.9).
Você quer ter, também, esta certeza?
O hino desta primeira história é o do Hinário Adventista nº 230


Sou Feliz Com Jesus
Horatio Gates Spafford & Franz Joseph Haydn

Se paz a mais doce me deres gozar,
Se dor a mais forte sofrer,
Oh seja o que for, tu me fazes saber
que feliz com Jesus hei de estar

Sou Feliz (Sou Feliz)
Com Jesus (Com Jesus)
Sou feliz com Jesus meu Senhor.

Embora me assalte o cruel Satanás.
E ataque com vis tentações. Oh sim,
certo estou mesmo em tais provações,
em Jesus acharei força e Paz.

Jesus meu Senhor ao morrer sobre a cruz.
Livrou-me da culpa e do mau, salvou-me
Jesus Oh mercê sem igual!
Sou feliz e hoje vivo na luz.

A vinda eu anseio do meu Salvador,
em breve virá me buscar. Então lá no
céu vou pra sempre morar com remido
na luz do Senhor.


A VINGANÇA É UM FOGO DEVORADOR

O ressentimento é a cocaína das emoções: acelera a corrente sanguínea e aumenta o nível de energia.

No entanto, assim como a cocaína, ele exige doses cada vez maiores e mais frequentes. Há um ponto perigoso no qual a raiva deixa de ser uma emoção e torna-se uma força motivadora. Sem saber, a pessoa dominada pelo desejo de vingança afasta-se cada vez mais da capacidade de conseguir perdoar, porque viver sem a raiva é viver sem uma fonte de energia.

Isso explica por que as pessoas rancorosas se queixam a quem se dispõe a ouvi-las. Elas querem – elas precisam – de alguém para atiçar o fogo de sua ira… O ressentimento é como a cocaína também em outro sentido. A cocaína pode matar o viciado. E a raiva pode matar o rancoroso…

E ela também pode ser espiritualmente fatal. A raiva seca a alma.

O ódio é o cão raivoso que ataca o próprio dono. A vingança é o fogo devastador que consome o incendiário. O rancor é a armadilha que captura o caçador.

E a misericórdia é a escolha capaz de libertar todos eles.

O texto acima foi escrito por Max Lucado. Apenas quero complementar com o conselho de Romanos 12:17 a 19, na versão A Mensagem: “Não revidem. Descubram a beleza que há em todos. Se você descobriu em você, faça o mesmo com todos. Não insistam na vingança; ela não pertence a vocês. ‘Eu vou julgar. Eu vou cuidar disso’, diz Deus”.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O PAI ABENÇOA O FILHO PRÓDIGO: Lucas 15:11ss

É muito importante na nossa vida prática renascida do dia-a-dia, que busquemos a palavra de Deus sobre os assuntos que a Ele apresentamos; as nossas necessidades, planos, anseios, etc. Uma vez que recebemos a palavra, descansamos e esperamos, enquanto a nossa fé é provada. É preciso que a nossa fé venha para fora e seja exibida, porque a fé sem as obras é morta. Cada um de nós age conforme crê. O que fazemos por meio do corpo é proveniente da alma crente que por sua vez é proveniente do Espírito. O que for realmente a nossa fé, dependem as nossas ações. É como um rio cuja nascente é o espírito e desagua no corpo para se exteriorizar. Jesus disse que aquele que n´Ele cresse, do seu interior (o espírito) fluiriam rios de água viva (os seus princípios de vida).
Não é, pois, difícil, entendermos porque Hebreus 11:6 nos afirma que "sem fé é impossível agradar a DEUS.”
O maior abençoa o menor. ( Hebreus 7:7)
O maior protege o menor. (Lucas 13:34-35)
O maior governa o menor. (Romanos 13:1-3)
O menor serve ao maior. (Lucas 22:27)
O menor obedece ao maior. (Mateus 8:9 e Efésios 6:5)
Certamente muitos outros relacionamentos poderiam ser representados aqui entre o maior e o menor, contudo creio que estes sejam suficientes por agora, dentro do escopo deste estudo.
JESUS o grande vencedor
Colossenses 2:15 - "... e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles no madeiro".
Filipenses 2:5-11:
("5 De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
6 Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,
7 Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;
8 E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
9 Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; 10 Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,
11 E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o SENHOR, para glória de Deus Pai.)"
1 Coríntios 1:30-31:
(“30 Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção;
31 Para que, como está escrito: Aquele que se gloria glorie-se no Senhor.”)
EM JESUS!

sábado, 21 de janeiro de 2012

7 MOTIVOS PARA O EXERCÍCIO DA FÉ


1. A fé produz resultados. Jesus disse que um pequeno fragmento de fé pode remover montanhas. As montanhas são as dificuldades e vicissitudes da vida.

2. A fé causa impacto nos outros. Lembre-se que as pessoas que nos influenciam são aquelas que acreditam em nós.

3. A fé faz a gente ver o mundo em tom cor-de-rosa. A fé consegue ver a melhor faceta de cada situação e vislumbrar o potencial das pessoas. A fé é mãe do pensamento positivo.

4. A fé torna infinitos os nossos horizontes. Tem coisas que não dá para saber pela razão ou pela ciência. A fé vai além, a sua antena é mais potente que a da ciência.

5. A fé dá boas respostas para as eternas perguntas existenciais: “Quem sou?”, “O que faço aqui?”, “Para onde vou?”

6. A fé honra o Pai do Céu. A Bíblia diz que “sem fé é impossível agradar a Deus”. Nada mais elementar, já que o relacionamento entre Deus e nós é baseado na confiança mútua.

7. A fé salva. Ela foi o método escolhido por Deus para termos acesso a Sua graça. Ninguém chega ao Céu pelo estatuto, pelo dinheiro, pela sabedoria, pela meditação, pelas boas ações, pelas ideias geniais. A fé é a única estrada para Cristo.

(Adaptado de “De Bem Com Você”, págs. 220-221)