sábado, 18 de dezembro de 2010

O SANGUE DO CORDEIRO DE DEUS

Introdução:
Estamos a estudar sobre Jesus, O Cordeiro de Deus.
Louvado seja Deus que já havia providenciado um meio maravilhoso para nos resgatar do pecado.
O tema de hoje é: O sangue do Cordeiro de Deus.

Já aprendemos que sem derramamento de sangue não há remissão de pecados, e que por séculos e milénios os filhos de Deus manifestaram a sua fé em Jesus o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, oferecendo sacrifícios de animais.
Porém, é necessário compreender também que todos os animais imolados no Antigo Testamento apontavam para Jesus o Cordeiro de Deus.
Vamos ler junto I Pedro 1:18-21. (Ler o texto).

Em Apocalipse 7: 14 está escrito sobre os que estarão com o Senhor glorificados, que lavaram as sujas vestes e as tornaram alvas no sangue do Cordeiro. E esta é uma referência ao sangue de Jesus.
Se fosse possível ser resgatado, isto é: perdoado, sem derramamento de sangue, Jesus não precisaria ter morrido.
Acontece que, segundo a Escritura, sem derramamento de sangue não há remissão de pecados.

I – Entendendo o Plano de Deus
Também devemos entender o plano que Deus estabeleceu no Seu relacionamento com o ser humano.
Deus disse ao jovem casal (Adão e Eva) que não comessem do fruto da árvore do bem e do mal para que não morressem. No entanto comeram e ficaram sujeitos à morte.
O que Adão e Eva não sabiam é que Deus havia elaborado um plano para redimir o ser humano.

O plano de Deus envolvia a morte de Jesus Cristo como o nosso libertador e redentor.
Deus cumpriu o Seu plano redentor, e o iniciou imediatamente após o pecado ter entrado no Planeta.
Foi Deus quem procurou Adão e Eva e chamou: “Adão onde estás?” Gênesis 3:8-9.

Foi Deus quem procurou a Adão e Eva. Não foram eles que tomaram a iniciativa. Foi Deus. Foi Deus também que procurou a Elias que se escondera na caverna, foi Deus também que procurou a Pedro junto ao mar.
A salvação é iniciativa de Deus. Deus tomou as providências, Deus provê os meios, Deus completa em nós a Sua obra de salvação conforme Filipenses 1 verso 6.


I I – Lavados no Sangue do Cordeiro
Todos os que estarão na eternidade, só estarão lá, porque as suas vestes (carácter) foram lavadas no sangue do Cordeiro. As roupas brancas aqui mencionadas não podem ser a justiça de Cristo, pois esta não pode ser lavada e tornada branca no seu próprio sangue. Estas roupas brancas são indicadas como sendo a justiça dos santos, uma justiça comunicada aos homens pelos méritos do sangue de Cristo e pelo poder do Espírito Santo.

Vejam o que diz o próprio Jesus:
E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras. Eu sou o Alfa e o Ómega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim. Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestes no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas.
Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima.

Jesus viu os resultados do Seu sacrifício e sentiu-Se animado a prosseguir. Ele viu os resultados do trabalho da Sua alma, e ficou satisfeito. Olhando para dentro da eternidade, contemplou a felicidade dos que receberam por intermédio da Sua humilhação, perdão e vida eterna. Os Seus ouvidos perceberam os louvores dos remidos. Ouviu-os entoando o cântico de Moisés e do Cordeiro.

Podemos ter uma visão do futuro, da felicidade do Céu. Na Bíblia estão reveladas visões da glória futura, cenas pintadas pela mão de Deus, e que são uma preciosidade para Sua igreja. Pela fé podemos chegar até o limiar da cidade eterna e ouvir as afáveis boas-vindas dadas aos que, nesta vida, cooperaram com Cristo, considerando uma honra sofrer por Sua causa. Ao serem pronunciadas as palavras: “Vinde, benditos de Meu Pai”, (Mateus 25:34), eles lançam suas coroas aos pés do Redentor, exclamando: Digno é o Cordeiro que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graça.

Há muitos que pensam que a salvação é só para pessoas idosas, mas isto não é verdade.
O Salvador anela salvar os jovens. Ele Se regozijaria, vendo-os em redor do Seu trono, vestidos nos trajes imaculados da Sua justiça. Ele está esperando para lhes colocar sobre a cabeça a coroa da vida, e ouvir-lhes as vozes felizes unirem-se ao tributarem honra, glória e majestade a Deus e ao Cordeiro, no cântico de vitória que ecoará pelas cortes celestiais.

Aqueles que estão trajados de vestidos brancos, e que rodeiam o trono de Deus, não são compostos daqueles que eram mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, e que preferiram deixar-se levar pela corrente a enfrentar as ondas da oposição. Redimidos, entoarão o cântico do triunfo no reino da glória. Aqueles que com Cristo sofrem serão participantes de Sua glória.
O cântico dos remidos inclui: louvor, glória, sabedoria, ações, honra, poder e força.

III – Felicidade para os Filhos de Deus
Jesus comunicará aos seus filhos tudo que for necessário para assegurar-lhes, garantir-lhes e aumentar a sua felicidade.
Da maneira mais paternal e afectuosa possível Deus enxugará dos olhos dos redimidos toda lágrima - tudo que traga desconforto e dor. Os santos terão uma felicidade imperturbada.
Amigo, esta é a felicidade daqueles que tem os seus pecados lavados. Você já foi lavado? Não descanse até ter a certeza de estar preparado para aparecer perante Deus e o Cordeiro.

Quando todo conforto é retirado de nós, somos obrigados a procurar nossa segurança e plenitude em Deus apenas; e não há nada que busquemos de Deus que não encontremos em Deus.

Conclusão:
Os que lavam suas vestes no sangue do Cordeiro, são chamados bem-aventurados, isto é: felizes. Porque terão o direito de entrar na cidade de Deus pelas portas.
O Texto apresenta uma específica aptidão para viver na cidade celestial, para a vida na Nova Terra. Certa qualidade de vida é requerida em contraste com os que terão de ficar de fora. “Mas nós, segundo a Sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra em que habita a justiça. Pelo que, amados, aguardando estas coisas, procurai que dEle sejais achados imaculados, irrepreensíveis e em paz.” II Pedro 3:13-14.

Como cristãos, vivendo na Terra agora, isto é particularmente significativo. Agora é nosso tempo de preparo para a vida por vir no Céu e na Nova Terra. Por nossa vida aqui com Jesus, o Cordeiro de Deus, somos capacitados para viver lá. Este é o valor da obediência do homem. As vidas, que vivemos agora são de suprema importância. O nosso direito ao reino do céu não se funda na nossa obediência. Este direito foi-nos conquistado por Cristo. Mas a obediência prova que estamos na posse desse direito.

Abra agora o seu coração e aceite os méritos do sangue do Cordeiro de Deus e tenha os pecados perdoados e receba a justiça do Senhor Jesus.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O CÂNTICO AO CORDEIRO DE DEUS

Introdução:
Jesus é o Cordeiro de Deus e por Seu sacrifício, todos os remidos O louvarão.
O Céu vive um clima de música e louvor. Esta é uma das características do Paraíso de Deus. O louvor está sempre presente na ordem do dia.
Embora por toda a eternidade passada, presente e futura, o Céu viva o clima do louvor, haverá um momento especial na história do Universo quando os redimidos vão cantar um cântico de vitória.

Será um hino de louvor ao nosso Deus e ao Cordeiro.
Será o cântico da vitória sobre o pecado, sobre este mundo e sobre Satanás. Será também um cântico de vitória sobre a morte, pois a vida florescerá para os remidos de uma maneira interminável. Começa para os remidos a vida eterna que é conferida aos vencedores. Jesus afirmou: “Ao vencedor dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no Paraíso de Deus”. Apocalipse 2:7. “Ao vencedor dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como eu também venci e me sentei com meu pai no seu trono”. Apocalipse 3:21.

Comer da árvore da vida significa viver eternamente com o Senhor e assentar no trono com Ele significa reinar com Jesus para sempre.
Vamos ler sobre o Cântico do Cordeiro no livro de Apocalipse 15:2-4. (Ler o texto).
Se compararmos este texto que retrata o Cântico do Cordeiro, com o que está escrito em Apocalipse 7:9-14, vamos ter uma visão mais ampla dos que estarão no mar de vidro cantando o Cântico do Cordeiro.

I – Cântico dos Vencedores:

Quem vai cantar o Cântico de Moisés e o Cântico do Cordeiro?
Na visão que João teve dos glorificados, ele viu uma grande multidão, tão grande que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas. Uma representação fiel dos habitantes do Planeta. Uma seleção composta de pessoas de todos os lugares do mundo.

Os redimidos ou remidos, estavam vestidos de vestiduras brancas, símbolo de pureza; e com palmas nas mãos, símbolo de vitória.
João diz também que estavam numa praça semelhante a um mar de vidro, mesclado com fogo. Esta foi a melhor maneira de definir a beleza da praça onde ele viu os redimidos.
João os chama de vencedores. Venceram pelo sangue do Cordeiro e estavam de pé, tinham nas mãos as harpas de Deus.
Estavam de pé porque venceram.
Venceram a besta e sua imagem quer dizer que venceram as provações e perseguições impostas aos filhos de Deus pelos poderes do mal.
No desfecho desta controvérsia, toda a cristandade estará dividida em duas grandes classes - os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus, e os que adoram a besta e sua imagem, e recebem o seu sinal. Se bem que a igreja e o Estado reúnam o seu poder a fim de obrigar a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, a receberem o sinal da besta, o povo de Deus, no entanto, não o receberá. O profeta de Patmos contempla os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número de seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus. E cantavam o cântico de Moisés e o cântico do Cordeiro.

Em Êxodo 15, está o cântico de Moisés. Cântico de louvor a Deus após a passagem pelo Mar Vermelho. É um cântico comemorando a vitória de Deus ao tirar Seu povo do Egipto.
Quando rompeu a manhã, esta revelou às multidões de Israel tudo que restava do seu poderoso adversário: os corpos, vestidos de malha, arremessados à praia. Do mais terrível perigo restara um completo Livramento. Aquela vasta e indefesa multidão - escravos não acostumados à batalha, mulheres, crianças e gado, com o mar diante de si, e os poderosos exércitos do Egipto fazendo pressão na retaguarda - vira seu caminho aberto através das águas e os inimigos submersos no momento do esperado triunfo. Apenas Jeová lhes trouxera livramento, e para Ele volveram os corações com gratidão e fé. Sua emoção encontrou expressão em cânticos de louvor. O Espírito de Deus repousou sobre Moisés, que dirigiu o povo em uma antífona triunfante de acções de graças, a primeira e uma das mais sublimes que pelo homem são conhecidas.

Este cântico e o grande livramento que ele comemora, produziram uma impressão que nunca se dissiparia da memória do povo hebreu. De século em século era repercutido pelos profetas e cantores de Israel, testemunhando que Jeová é a força e livramento daqueles que nEle confiam.
Aquele cântico não pertence ao povo judeu unicamente. Ele aponta, no futuro, a destruição de todos os adversários da justiça, e a vitória final do Israel de Deus. O profeta de Patmos vê a multidão vestida de branco, dos que "saíram vitoriosos", em pé sobre o "mar de vidro misturado com fogo", tendo as "harpas de Deus. E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro". Apocalipse 15:2 e 3.

O Cântico do Cordeiro será o cântico dos remidos após vencerem este mundo de pecado, quando estivem do outro lado da eternidade.
O Cântico retrata o poder de um Deus que ama Seus filhos. Fala das admiráveis obras de Deus, o Senhor Todo-Poderoso. Fala de Sua justiça e de Seu reino. E por Sua santidade todos O adorarão.
É um cântico com sabor de liberdade e amor, gratidão e reconhecimento, louvor e adoração.
O desejo de Deus é que você e eu façamos parte daquela multidão que cantará o Cântico do Cordeiro lá no Mar de Vidro.

II – Jesus é o Cordeiro do Cântico:

João viu a misericórdia, a compaixão e o amor de Deus de mistura com Sua santidade, justiça e poder. Viu encontrarem os pecadores um Pai nAquele a quem eles, por pecadores que eram, foram levados a temer. E olhando para além da conclusão do grande conflito, contemplou Sião e também os que saíram vitoriosos, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus. E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro. Apocalipse 15:2-3.
O Salvador é apresentado perante João sob os símbolos do “Leão da tribo de Judá”, e de um “Cordeiro, como havendo sido morto”. Apocalipse 5:5-6. Esses símbolos representam a união do omnipotente poder e do amor que se sacrifica. O Leão de Judá, tão terrível para os que rejeitam Sua graça, será o Cordeiro de Deus para os obedientes e fiéis.

Jamais poderá o preço de nossa redenção ser avaliado enquanto os remidos não estiverem com o Redentor ante o trono de Deus. Então, ao irromperem as glórias do lar eterno em nossos arrebatados sentidos, lembrar-nos-emos de que Jesus abandonou tudo isso por nós, que Ele não somente Se tornou um exilado das cortes celestiais, mas enfrentou por nós o risco da derrota e eterna perdição. Então, lançar-Lhe-emos aos pés nossas coroas, erguendo o cântico: “Digno é o Cordeiro que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória e louvor. Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra e glória e o domínio pelos séculos dos séculos”. Apocalipse 5:12-13.

Posto que os pesares, dores e tentações da Terra estejam terminados, e removidas suas causas, sempre terá o povo de Deus um conhecimento distinto, inteligente, do que custou a sua salvação.
A cruz de Cristo será a ciência e cântico dos remidos por toda a eternidade. No Cristo glorificado eles contemplarão o Cristo crucificado. Jamais se olvidará que Aquele cujo poder criou e manteve os inumeráveis mundos através dos vastos domínios do espaço, o Amado de Deus, a Majestade do Céu, Aquele a quem querubins e resplandecentes serafins se deleitavam em adorar - humilhou-Se para levantar o homem decaído; que Ele arrostou a culpa e a ignomínia do pecado e a ocultação da face de Seu Pai, até que as misérias de um mundo perdido Lhe quebrantaram o coração e aniquilaram a vida na cruz do Calvário.
O fato de o Criador de todos os mundos, o Árbitro de todos os destinos, deixar Sua glória e humilhar-Se por amor do homem, despertará eternamente a admiração e a adoração do Universo. Ao olharem as nações dos salvos para o seu Redentor e contemplarem a glória eterna do Pai resplandecendo em Seu semblante; ao verem o Seu trono que é de eternidade em eternidade, e saberem que Seu reino não terá fim, irrompem num hino arrebatador: Digno, digno é o Cordeiro que foi morto, e nos remiu para Deus com Seu mui precioso sangue.

III – O Cordeiro é nosso Resgatador:

O Antigo Testamento fala do resgatador como uma pessoa ligada à família, isto é: um parente. Quando alguém do povo de Deus no Antigo Testamento ficava endividado e suas terras tinham que ser vendidas, de acordo com a lei, a terra e também os familiares podiam ser resgatados por um parente próximo. (Para compreender isto, ler o livro de Rute).
Nosso planeta e nós mesmos, vivíamos uma situação idêntica. A terra e seus moradores foram entregues a Lúcifer com a queda de Adão e Eva.
Alguém deveria nos resgatar e Jesus tornou-se nosso irmão para ser o nosso resgatador.
O Cordeiro é digno de louvor porque como nosso parente chegado Ele abriu os selos, isto é: Ele nos resgatou. Em Apocalipse 5:9 está escrito: Com o teu sangue compraste para
Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação.

Depois de sua expulsão do Éden, a vida de Adão na Terra foi cheia de tristeza. Cada folha a murchar, cada vítima do sacrifício, cada mancha na bela face da natureza, cada mácula na pureza do homem, era uma nova lembrança de seu pecado. Terrível foi a aflição do remorso, ao contemplar a iniquidade que era dominante, e, em resposta às suas advertências, deparar com a acusação que lhe faziam como causa do pecado. Com paciente humildade, suportou durante quase mil anos a pena da transgressão.
Sinceramente se arrependeu de seu pecado, confiando nos méritos do Salvador prometido, e morreu na esperança da ressurreição. O Filho de Deus redimiu a falta e a queda do homem; e agora, pela obra da expiação, Adão é reintegrado em seu primeiro domínio.

Em arrebatamento de alegria, contempla as árvores que já foram o seu deleite - as mesmas árvores cujo fruto ele próprio colhera nos dias de sua inocência e alegria. Vê as videiras que sua própria mão tratara, as mesmas flores que com tanto prazer cuidara. Seu espírito apreende a realidade daquela cena; ele compreende que isso é na verdade o Éden restaurado, mais lindo agora do que quando fora dele banido. O Salvador o leva à árvore da vida, apanha o fruto glorioso e manda-o comer. Olha em redor de si e contempla uma multidão de sua família resgatada, no Paraíso de Deus. Lança então sua brilhante coroa aos pés de Jesus e, caindo a Seu peito, abraça o Redentor. Dedilha a harpa de ouro, e pelas abóbadas do céu ecoa o cântico triunfante: Digno, digno, digno é o Cordeiro que foi morto e reviveu. A família de Adão associa-se ao cântico e lança as suas coroas aos pés do Salvador, inclinando-se perante Ele em adoração.

Esta reunião é testemunhada pelos anjos que choraram quando da queda de Adão e rejubilaram ao ascender Jesus ao Céu, depois de ressurgido, tendo aberto a sepultura a todos os que cressem em Seu nome. Contemplam agora a obra da redenção completa e unem as vozes no cântico de louvor. O próprio Jesus vendo os frutos de seu trabalho, exulta também.
O mistério da cruz explica todos os outros mistérios.
Ver-se-á que Aquele que é infinito em sabedoria não poderia idear plano algum para nos redimir, a não ser o sacrifício de Seu Filho. A compensação desse sacrifício inunda o coração dos remidos de alegria. E majestosa é também a alegria de Deus ao povoar a Terra com seres resgatados, santos, felizes e imortais. O resultado do conflito entre o Salvador e os poderes das trevas é alegria para os remidos, redundando para a glória de Deus por toda a eternidade. E tal é o valor de cada alma que o Pai está satisfeito com o preço pago; e o próprio Cristo, contemplando os frutos de Seu grande sacrifício, exulta e fica satisfeito.


Conclusão:

Nunca em toda a história se viu ou se ouviu algo semelhante. O Universo inteiro rejubilará com o Cântico que será prestado ao Cordeiro.
Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
Ele é digno de louvor.
Pela graça de Deus você e eu estaremos lá, louvando a Jesus o Cordeiro de Deus.



God Will Take Care of You

PROJECTO NOVA SEMENTE